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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Quarta-feira, 10.10.12

MENSALEIROS VÊM CHUMBO GROSSO!


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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 12:00

Quarta-feira, 10.10.12

ROUBAR VAI SER MAIS DIFÍCIL?


ROUBAR VAI SER MAIS DIFÍCIL?

“Minha mala foi aberta sem fiscal e sem feitor; por dentro era a papelada e de trabalho, paz e humor. Em qualquer parte o desprezo, surge por todos os lados; no entanto, há muitas defesas que honram os desprezados.” (Cornélio Pires).

A riqueza constitui uma prova muito arriscada, mais perigosa do que a miséria. É o supremo excitante do orgulho, do egoísmo e da vida sensual. É o laço mais forte que prende o homem a Terra e lhe desvia do céu os pensamentos. Quanta gente nasce pobre, para ver que, na verdade, rico é quem perde de si na soma da caridade. Roubar é ridículo. Para o homem, a arma mais perigosa é essa sinonímia. É o que ele mais teme; é presentemente a que tendes de rebater. Dolorosas são as feridas que ocasiona. Somente interpretamos por fortuna real as fontes de amor que nos possam entender a sede justa de estímulo na obra redentora. A verdadeira fortuna é justamente essa, a de alma que se consagra ao Senhor, buscando-lhe os divinos desígnios.

A fortuna para construirmos a moradia de nossa alma é a vida que Deus nos empresta. A Riqueza intelectual segunda Bezerra de Menezes estava perfeitamente ciente era a intelectual. É, depois da virtude, o primeiro dos bens, e que, sob o ponto de vista econômico, é a riqueza mais produtiva, porque é cambiável para outros planos da vida. Lamentamos que o homem tenha enveredado para o caminho da riqueza material, e esquecido que pertencemos a uma sociedade carente de ajuda, onde a pobreza e a miséria são pontos fortes que devem ser combatidos. Ressalte-se, que nos tempos de antanho, conforme tomamos conhecimento, muitos deuses eram cultuados. Um deles era Mamon, contudo, não era a sinonímia de divindade e sim um termo de origem aramaica que representava o mais desejado pelos políticos corruptos de hoje, o dinheiro e a riqueza.  Jesus, no Evangelho, afirma que não é possível servir a Deus e a Mamon em pé de igualdade. (Lucas16: 13). 

Dizem que Deus caprichou na sua criação, no entanto, Ele deveria ter pensado um pouquinho mais ao dar de presente, o livre-arbítrio ao homem. Sua criação, na realidade não estava preparada, para tão grande missão. O hominal aderiu ao egoísmo, à inveja, a soberba, a preguiça de diversos matizes, a ambição e a vontade intrínseco de locupletar-se. “Amai a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo”. Dois mandamentos fundamentais para a felicidade terrena. É bom que se frise que Deus não condenou a riqueza, no entanto, ela deveria ser compartilhada entre os mais carentes e necessitados. A fraternidade deveria fazer parte do ecrã humano com muita simplicidade. O que vemos nos amedronta: Nações ricas explorando as pobres, as estratégias de guerra são traçadas para a venda de armas, para aquisição de mais vil metal e a destruição de parte da humanidade, através das refregas, que classificam de “santas”. “O que Jesus realmente reprovou” foi o apego à posse material e o desejo de consegui-la a qualquer preço o que ainda hoje ocorre com frequência e levou um filósofo de nossa época a afirmar que a religião do homem moderno era o "monoteísmo do mercado", expressão severa, mas que traduz bem a atitude dos que buscam a posse como um fim em si mesma, fazendo dela o centro de suas vidas, a condição essencial de sua felicidade. 

O homem é mau com certeza. Mata pelo simples prazer de matar. Surrupia verbas para os mais carentes, desviam verbas para outras finalidades e, o social padece a cada dia. Existe hoje uma crise mundial, que é fruto da ganância humana dos governantes, onde cada país quer ter um fator de crescimento grande sem planejamento adequado e desordenado. O povo brasileiro vive momentos dolorosos fruto da corrupção cancerígena que atacou empresários, Câmaras, Senado, Assembleias e outros órgãos estaduais e federais. Um nome em voga e conhecido no Brasil, o mensalão vem denegrir a imagem dos políticos honestos, que por infelicidade estão sentindo na pele a vergonha que alguns representantes do povo ao desviarem seus azimutes, levaram a categoria a uma descrença geral.

“Dizem os estudiosos políticos que a partir do julgamento do mensalão, ficará mais complicado fazer caixa dois, montar esquemas para comprar apoio parlamentar e apostar no foro privilegiado como forma de se livrar da cadeia. O desafio, agora, é como escapar do sistema político que cria um ambiente favorável aos delitos, nos informa o jornalista da revista “Isto É”, Sérgio Pardelllas”. (Grifo nosso). Estamos nas mãos dos juízes que compõem o Supremo Tribunal Federal (STF). Que os acusados e condenados sejam presos e passem um bom tempo nos presídios e que façam o primordial, a devolução do montante desviado ou surrupiado dos cofres públicos. O presidencialismo, sistema político do Brasil, nunca esteve tão em baixa. A insatisfação é gera, excetuando-se os que fazem parte das militâncias comunistas e socialistas. “O presidencialismo de coalizão” – é o modelo político-partidário peculiar adotado no Brasil, desde a redemocratização, no qual o presidente constrói base de apoio concedendo postos ministeriais e cargos a integrantes dos partidos governistas com representação no Parlamento. Em troca, os partidos fornecem os votos necessários para aprovar sua agenda no Legislativo. Isso pode se chamar conchavo? Só Freud explica! Em 1997, a aprovação de Emenda da reeleição gerou acusações de compra de votos. Na prática, o presidencialismo de coalizão serve para: dar governabilidade ao presidente, assegurar a aprovação das principais propostas do Planalto no Congresso e evitar que a oposição paralise politicamente o governo com pedidos de investigação. Se a oposição é minoria, o governo borda e pinta com certeza, pois os que apoiam o governo, na realidade tem um pedaço da rabo preso. Os partidos de coalizão participam do governo quase que de forma semiparlamentarista, oferecendo a maioria de que dispõem no Congresso para apoiar a agenda do presidente. Se o presidente for corrupto, o governo de coalizão segue o mesmo caminho.

Adotado a partir da redemocratização, esse modelo deletério e imoral, baseado na política do toma lá da cá e no fisiologismo, já produziu pelo menos quatro grandes escândalos na história recente do País. Os cinco anos para José Sarney, o impeachment de Collor, a emenda da reeleição, o mensalão e os escândalos produzidos pelo presidencialismo de coalizão. Segunda nos informa a Revista Isto É, os novos obstáculos para a corrupção são: “fim do “Eu não sabia”; efeito cascata na primeira instância; Caixa 2 deixa de ser crime menor; foro privilegiado não é mais sinônimo de impunidade”. Para o juiz Marlon Reis, criador da Lei da Ficha Limpa, o STF estabeleceu novas práticas que criminalizarão a corrupção. Três obstáculos para os políticos corruptos: “Os empresários não querem mais fazer doações de caixa 2. Eles estão preferindo por vias oficiais. Por isso a arrecadação este ano está menor”. (Gilmar Mendes, ministro do STF).

“O julgamento marca a caracterização do réu na produção de provas. Efetiva a responsabilidade de quem comandou a ação”. (Joaquim Barbosa – relator do mensalão.). “A coalizão não pode ter como móvel o aspecto financeiro. Já no início, ocorre um loteamento de cargos públicos. A coisa vai degringolando e depois parte para a prata”. (Marco Aurélio Mello, ministro do STF). Uma ideia que deveria ser posta em prática com a Nova Constituição e que sanaria os problemas políticos que o País vem enfrentando. Como político não é profissão, os crimes deveriam ser julgados pela justiça comum.

Acabar com a imunidade e impunidade e o político só ter direito a uma reeleição, dando lugar a novos políticos para retirar os viciados em política que estão no parlamento. Tem político que se falar em sair morre com certeza. Entidades que encampam ações de combate à corrupção estão animadas com a possibilidade de os entendimentos aplicados aos réus do mensalão se replicarem em processos nos tribunais de justiça por todo o país envolvendo agentes públicos sem foro privilegiado. Isso deve ser mudado, não deve existir essa bonança alcunhada de foro privilegiado. O que vai acontecer com os responsáveis com as obras do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento)? Obras importantíssimas estão paralisadas, e o que foi executado está se deteriorando e, poderá haver necessidade de ser executada novamente. Quem pagará por esses prejuízos. As Brs estão em situação precaríssimas aumentando a estatísticas de mortes por acidentes, as obras faraônicas que não tem fim, a ferrovia transnordestina e outras obras de impacto como ficarão. As obras da Copa do mundo devem ser investigadas. Será que não há superfaturamento? É bom examinar, pois, infelizmente no Brasil atual tudo é possível. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA AC- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DA CEN- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE.






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Sexta-feira, 05.10.12

JESUS E MARIA DE MAGDALA


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Sexta-feira, 05.10.12

AS REVELAÇÕES SOBRE A VIDA DE JESUS CRISTO



AS REVELAÇÕES SOBRE A VIDA DE JESUS CRISTO

“Há uma força grandiosa dentro de você, esperando um impulso que o fará realizar até aquilo que pensava ser impossível. A capacidade independe de poder aquisitivo, portanto dependerá de você acreditar em seu potencial e seguir adiante.” (Valdemir P. Barbosa).

A mídia escrita lança ao conhecimento público, mais uma matéria polêmica sobre a vida de Jesus Cristo. A revista “Isto É” de n. 2237-ano 36, de 26 de setembro de 2012, coloca a disposição de seus leitores “As revelações sobre a esposa de Jesus Cristo.”. Teria sido Jesus realmente casado? Teria ele como ser humano sentido os prazeres da carne? Teria vivido maritalmente com Maria Madalena? São indagações que antes era uma espécie de sacrilégio, no entanto, hoje já se tornou até normal referidas indagações, principalmente quando surgiu “A Enciclopédia de Ramadi”, que nos coloca no ecrã de todos os evangelhos considerados apócrifos ou proscritos pela religião católica apostólica romana.

Quando Jesus afirma que “sou filho do homem”, ele passa da condição de espírito Puro e se torna um humano imperfeito igual a nós, medindo as devidas proporções. Ou Não? Jesus embora tenha ficado em nosso seio pouco mais de trinta anos, deixou sua história. Sua missão, sendo pouco compreendida, mesmo assim, mudou as relações do homem com a religião. Como afirmam os cristãos, depois Dele, todos nós temos um Pai, Santo, feiticeiro ou subversivo, mas não importa, pois não faltaram acusações a esse homem, filho do homem, que veio instar entre nós para falar do Pai Maior (Deus).  

Suas parábolas ecoam até hoje, depois de dois mil anos, entre nós e, o que é curioso, encontra eco em nossos corações. Dizem os historiadores que toda história tem dois lados, seria de bom alvitre que essa conotação fosse verdadeira. Analisem essa sentença: “Maria foi até a porta na ponta dos pés, afastou a cortina e olhou para seu filho que dormia. Como Ele estava lindo, ali deitado, respirando tão profundamente, o rosto virado para baixo, um braço comprido repousando sobre a cabeça cacheada, embora fosse um choque vê-lo tão magro. Seu corpo normalmente forte mal marcava as roupas da cama”. Mas, pelo menos, Ele estava em casa outra vez. Ele tinha desaparecido e reaparecido dias depois. Maria mãe de Jesus fizera o possível para esconder sua preocupação do resto da família, especialmente José e de Simão, esses dois eram muito rápidos para criticar o irmão, Judas não era tanto; nem Tiago, ele e Jesus sempre haviam sido tão próximos, nem suas irmãs – para Ana e a pequena Lia, o irmão mais velho não poderia fazer nada errado. Mas Maria sabia que eles também só estavam tentando, poupá-la; todos compartilhavam a sensação de alarme cada vez mais forte. (Grifo nosso).

Diante do exposto, indagamos se a ICAR (Igreja Católica apostólica Romana) nos escondeu algo sobre a virgindade de Maria? Jesus tinha irmãos sim, além do mais, ela criou os filhos de José que ao casar com Maria era viúvo, visto que sua esposa anterior Débora havia falecido e deixado uma prole sob sua responsabilidade. Quando Jesus atingiu os dez anos, Maria tinha também a incumbência de criar Efrain, José, Elisabete e Andreia. José faleceu de um insulto cardíaco quando Jesus completara vinte e três anos.

Pergunta-se: “Por que a descoberta de um papiro do século IV que sugere a existência de uma mulher de Cristo pode revolucionar o estudo dos primeiros séculos do cristianismo? Dizem os exegetas que Jesus nunca esteve tão próximo do altar dos homens quanto agora”! Será? Vamos o que diz o papiro: “Pouco maior do que um cartão de visita, o pedaço de papiro pertence a um colecionador cuja identidade é mantida em segredo”. O documento seria do século IV, segundo atestam importantes papirólogos. Uma análise de tinta ainda será feita para situar melhor o tempo em que ele foi escrito. Eis alguns trechos já traduzidos: ‘Minha esposa... ’(quarta linha): “Ela será capaz de se tornar um discípulo (quinta linha): “Quanto a mim”. Eu moro com ela de modo que”...” (sétima linha)”. À dir, a historiadora de Harvard Karen L. King, que fez o anúncio da descoberta do documento durante um congresso no Vaticano. “O documento segundo ela, seria parte de um livro escrito no século II, ou seja, uma fonte muito tardia em relação aos dias de Cristo na Terra”. (Grifo nosso).

Corrobora também para a dúvida o fato de, naquele período uma comunidade de cristãos dissidentes, a maioria de Alexandria, no Egito ter criado um movimento chamado gnosticismo, marcado pela produção dos textos nos quais a figura de Jesus preconizada pelo Novo testamento (N.T) pode ter sido modificada para tornar o cristianismo mais palatável ao povo pagão alexandrino. Esse período não é tão longo, visto que os evangelhos começaram a ser escritos entre 60 e 70 anos depois da morte de Jesus. O Evangelho de Felipe, por exemplo, traz fragmentos nos quais menciona o episódio de um beijo de Jesus em Maria Madalena e na boca. A origem do papiro data do século IV supostamente parte de um livro escrito no século II. Escrita copta, idioma presente no norte da África  cujo apogeu se deu entre os séculos IV e V. Autor: provavelmente foi produzido por cristãos gnósticos que habitavam, predominantemente, o Egito. Os cristãos gnósticos são grupos pluralizado d seitas cristãs que surgiu no Egito. Teólogos dessa comunidade tornaram o cristianismo mais atrativo ao mundo pagão e dessa forma, modificaram a figura original de Jesus presente no Novo Testamento para uma imagem menos humana e mais mística. E os ensinamentos dos essênios onde fica. José era essênio, João Batista também.

São gnósticos os evangelhos de Thomé, Judas e Felipe, também conhecido como apócrifos. Se os evangelhos de Thomé, Judas e Felipe são gnósticos não significam que eles não contenham verdades sobre a vida de Jesus cristo, o que não se entende é a ICAR ter adotado dois evangelistas que nunca conviveram com Jesus e nunca tiveram a oportunidade de vê-los, pois Jesus já havia morrido. E os evangelhos de Maria de Magdala, de Pilatos, de Judas, de Pedro, por que não foram aprovados pela igreja católica? Na realidade a Igreja Católica Apostólica Romana só foi fundada em 381 depois de cristo, através do Decreto Imperial “Cunctus Populus” com os povos, pelo imperador Teodósio I de Roma. Pedro nunca foi papa.

A Igreja Católica Apostólica Romana, ao transformar a pessoa de Maria na “Rainha dos Céus”, estava homenageando deusas da mitologia antiga como Semíramis e Isthar (Babilônia), Afrodite e Vênus (Grécia) e Diana (Êfeso). Veja Jeremias 7:18. Os católicos absorveram muitas nuanças da cultura religiosa egípcia, inclusive a missa, e a homenagem ao deus sol, que era comemorado pelos povos egípcios no domingo. No Evangelho de Marcos, afirma Fabbro. “Ela surge na morte de Jesus, ao lado da mãe e da irmã dele, o vê nu, ajuda a ungi-lo e, depois, não mais recebe citações. Isso sugere um elevado grau de intimidade dela com Jesus, maior do que, à primeira vista, transparece nos evangelhos”.

Muita polêmica sobre o assunto. Se Jesus realmente viveu com Maria de Magdala não tiraria nenhum pedaço dele e nem anulava os seus preciosos ensinamentos que ele deixou para toda a humanidade. Todos os profetas do A. T - eram casados e tinham filhos e, segundo o que se afirmam eles conversavam face a face com Jeová. Outro detalhe e que pouca gente sabe é que o sinal da cruz foi copiado pela Igreja Católica dos antigos caldeus e egípcios para espantar os demônios. Tem muita coisa envolta em mistério, mas a única culpada por esse mistério é a própria ICAR.  A revista “Isto é”, traz uma bela reportagem assinada pelo Jornalista Rodrigo Cardoso. O papa Leão IV, o antecessor da Papisa Joana, introduziu o uso da água benta na Igreja Católica, no ano de 884, o Papa Adriano III instituiu a “Canonização dos Santos”. Tem mais e muito mais. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DA CEN- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE.


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Terça-feira, 02.10.12

O ENIGMA DA VIDA


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Terça-feira, 02.10.12

O ENÍGMA DA MORTE



O ENÍGMA DA MORTE

“Não adianta pensar que tem lutado inutilmente e que o melhor é protestar, reclamar, abrir a boca no mundo para que os benefícios apareçam. Coragem. Se você reforçar o pensamento, ter novas ideias, novo alento e mais otimismo, os benefícios aparecem, sem risco de falhar.” (Lourival Lopes).

Achamos que o ser humano jamais temeu a morte, visto que desde o surgimento do homem no orbe terrestre, que ele esteve envolvido em guerras, batalhas sangrentas, cujo destino final seria a estagnação biológica. Outro fato, que poderemos assimilar ao exposto acima, é que em recente pesquisa, o medo maior do ser humano é o de falar em público, ficando o medo da morte em segundo plano.  As guerras consideradas santas (as armas e táticas de combate dos povos bíblicos) tinham como objetivos preservar a vida de uns e a morte de outros. Grandes profetas do passado que estiveram envolvidos em fatos históricos e que conviveram tete a tete com a morte foram: Moisés, Josué e Davi entre outros. A morte que dizimará a humanidade é conhecida como Apocalipse.

O medo é verdugo impiedoso dos que lhe caem nas mãos. Produz vibrações especiais que geram sintonia com outras faixas na mesma dimensão de onda, produzindo intercâmbio infeliz das forças deprimentes, congestionantes. “À semelhança do ódio, aniquila os que o cultivam, desorganizando-os de dentro para fora. Alçapão traiçoeiro abre-se, desvelando o fundo poço do desespero, que retém demoradamente as vítimas que colhe. Pelo instinto de conservação podem avaliar que a morte para o ser humano ainda é um tabu a ser vencido. E como será difícil vencê-lo. Um clichê popular que se adapta bem a essa situação é a de: “Se a morte for um descanso, prefiro viver cansado”. Na realidade vida e morte sempre caminharam juntas. Ao nascermos, o auge é a vida, mas sorrateiramente a morte nos acompanha sempre. Outro dito popular diz que: “O maior enigma da vida é a morte” e “O maior enigma da morte é a vida”. Então chegamos à conclusão que o homem vive num ciclo constante de vida e morte e, morte e vida. Aqui se encaixa muito bem a reencarnação. O medo é o algoz impenitente que destrói seguro de si, estilhaçando tudo, tudo transformando em maior razão do pavor: pequenos ruídos semelham trovões, o cicio do vento parece voz de fantasma, a própria respiração soa como estertor de gigante, prestes a desferir golpe fatal. A morte, para os homens, é apenas o momento que acontece uma separação material de alguns instantes. A extinção da vida orgânica acarreta a separação da alma em consequência do rompimento do laço fluídico que a une ao corpo, mas essa separação nunca é brusca. O fluido perisspiritual (espírito encarnado) só pouco a pouco se desprende de todos os órgãos, de sorte que a separação só é completa e absoluta quando não mais reste um átomo do perispírito ligado à molécula do corpo”. (Grifo nosso).

A temática da morte com certeza leva o público a consumir inúmeras matérias que envolvem a estagnação biológica, expondo que esta é consumida tanto pelo público de veículos sensacionalistas, assim como por meios de comunicação sóbrios. Segundo a jornalista Renata Frota “O medo da morte é a consciência da perda irreparável da individualidade”. Por isso, haverá então uma negação da morte e a afirmação da individualidade perante a morte. “Todas as religiões históricas se dedicavam a esse mesmo problema, ou seja, como suportar o fim da vida”. (BECKER, 2007, ....32).  Continua: “Diante dos diversos paradoxos: atração e negação da morte, consciência e esquecimento da morte e, principalmente pavor desta, que Baudrillard dirá que ela é nosso fantasma que tentamos abolir para todos os ramos da sociedade: política, econômica, cultural, religiosa e até pela comunicação”. De acordo com Edgard Morin, para o ser humano – mais do que as outras criaturas – a morte tem um peso crucial em todas as atividades que exerce. Diríamos menos para o homem altamente espiritualizado. Podes crer! Nós seres humano sofremos com a morte de todo tipo, visto que somos apegados demais à matéria e, somos muito arraigados aos sentidos e sensações que nos levam a esse pavor. A incompreensão, a saudade da perda de um ente querido, a violência urbana, o instinto animal do homem, a crueldade, mas o amor e a fé podem amenizar esses percalços. Allan Kardec em seu Livro dos espíritos relata com bastante propriedade as nuanças da vida e da morte. O livro dos Espíritos lançado em Paris, na França em 1857 é a maior enciclopédia em questão de espiritualidade. O homem tem receio da morte, pois não sendo eterno, jamais se prepara espiritualmente e nem repassa a verdadeira espiritualidade para os que convivem com ele. A ciência hoje tem mostrado, através de estudos de grandes cientistas, que a morte não é um bicho de sete cabeças. “Segundo Angrimani, poucos gostam de falar sobre a morte, mas esta ocupa presença obrigatória nos veículos de comunicação, pois interessa a todos independente de nível cultural e econômico. Sendo assim, o que deferencia o tratamento da morte de um veículo sensacionalista para um veículo sóbrio é apenas a linguagem. Na verdade o público de ambos meios noticiosos, pedem por esse valor-notícia”.(Grifo nosso).

Excetuando-se as mortes violentas, as mortes por doenças oportunistas, o homem pode levar uma vida sadia e tranquila, no entanto o desgaste da matéria faz com que o próprio espírito que a habita, saiba a hora exata de abandonar a matéria imprestável para ele. Wiliam Crookes, Yan Stevenson, Ernesto Bozzano, Alexander Asakof, Hermínio Miranda, e inúmeros outros, através da ciência chegaram a essa conclusão. Os estudos atuais da Doutrina Espírita mostram que os povos antigos desconheciam os poderes do espírito, pois um espírito quando planeja a sua reencarnação a matéria velha para ele não serve, pois já houve o despojamento. Ele prefere uma matéria nova e em crescimento, por isso, se acercam dos bebês que estão sendo gerados no útero materno. Corpo novo, vida nova esse é o ciclo da vida criada pelo divino Deus, Pai da Humanidade. A Metempsicose com a evolução da ciência perdeu sua finalidade, pois os antigos gregos tinham convicção que o espírito humano poderia reencarnar no corpo de um animal irracional. Isso, foi provado que é impossível. 

Se a morte fosse o fim de tudo, para que serviria a vida? Hoje, nos programas policiais vemos a incredulidade humana, através da violência desordenada, isso mostra que o homem atual confunde o estado social em que vive com a ânsia de matar. É verdade que miséria, desemprego, ócio coletivo, preguiça, fome são vetores da violência, no entanto, pela acomodação o homem prefere mudar a sua destinação voltada para o bem e se joga de corpo e alma no lamaçal do mal. A vida é importante e para que tirá-la por mero prazer de matar? Algo está errado e precisa ser consertado já.  As afirmações de Angrimani vêm colidir com a ânsia de audiência dos meios de comunicações, através da desgraça alheia que nada mais é do que um sensacionalismo barato e de baixa qualidade moral. Que proveito à comunicação pode tirar da desgraça alheia? Nenhuma.

A moral deve ser o ponto primordial da comunicação, bem como a ética. A moral é a regra de bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal. Funda-se na observância da lei de Deus. O homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos, porque então cumpre a lei de Deus. O maior sábio, o maior mestre, o maior doutor, o maior cientista foi Jesus, visto que não cursou nenhuma faculdade, nem Universidade, mas seus ensinamentos perderam por mais de 200 anos. Viu que os dez mandamentos de Moisés poderia ser transformado em apenas dois e assim procedeu: “Amar a deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”, quando a inteligência dar lugar ao instinto humano ele vira animal perigoso, destruidor e não tem complacência com ninguém. Transforma o amor em vingança, a vida em morte, a alegria em tristeza, mas como Deus deu livre-arbítrio ao homem, as autoridades aqui da Terra terão a incumbência de controlar esse lado negativo que o homem absorveu. Infelizmente! Pense nisso!( grifo nosso).

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT-  DA AVSPE- DA AOUVIR-CE- DA ALOMERCE E DA CEN.

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