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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Sexta-feira, 05.10.12

JESUS E MARIA DE MAGDALA


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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 11:31

Sexta-feira, 05.10.12

AS REVELAÇÕES SOBRE A VIDA DE JESUS CRISTO



AS REVELAÇÕES SOBRE A VIDA DE JESUS CRISTO

“Há uma força grandiosa dentro de você, esperando um impulso que o fará realizar até aquilo que pensava ser impossível. A capacidade independe de poder aquisitivo, portanto dependerá de você acreditar em seu potencial e seguir adiante.” (Valdemir P. Barbosa).

A mídia escrita lança ao conhecimento público, mais uma matéria polêmica sobre a vida de Jesus Cristo. A revista “Isto É” de n. 2237-ano 36, de 26 de setembro de 2012, coloca a disposição de seus leitores “As revelações sobre a esposa de Jesus Cristo.”. Teria sido Jesus realmente casado? Teria ele como ser humano sentido os prazeres da carne? Teria vivido maritalmente com Maria Madalena? São indagações que antes era uma espécie de sacrilégio, no entanto, hoje já se tornou até normal referidas indagações, principalmente quando surgiu “A Enciclopédia de Ramadi”, que nos coloca no ecrã de todos os evangelhos considerados apócrifos ou proscritos pela religião católica apostólica romana.

Quando Jesus afirma que “sou filho do homem”, ele passa da condição de espírito Puro e se torna um humano imperfeito igual a nós, medindo as devidas proporções. Ou Não? Jesus embora tenha ficado em nosso seio pouco mais de trinta anos, deixou sua história. Sua missão, sendo pouco compreendida, mesmo assim, mudou as relações do homem com a religião. Como afirmam os cristãos, depois Dele, todos nós temos um Pai, Santo, feiticeiro ou subversivo, mas não importa, pois não faltaram acusações a esse homem, filho do homem, que veio instar entre nós para falar do Pai Maior (Deus).  

Suas parábolas ecoam até hoje, depois de dois mil anos, entre nós e, o que é curioso, encontra eco em nossos corações. Dizem os historiadores que toda história tem dois lados, seria de bom alvitre que essa conotação fosse verdadeira. Analisem essa sentença: “Maria foi até a porta na ponta dos pés, afastou a cortina e olhou para seu filho que dormia. Como Ele estava lindo, ali deitado, respirando tão profundamente, o rosto virado para baixo, um braço comprido repousando sobre a cabeça cacheada, embora fosse um choque vê-lo tão magro. Seu corpo normalmente forte mal marcava as roupas da cama”. Mas, pelo menos, Ele estava em casa outra vez. Ele tinha desaparecido e reaparecido dias depois. Maria mãe de Jesus fizera o possível para esconder sua preocupação do resto da família, especialmente José e de Simão, esses dois eram muito rápidos para criticar o irmão, Judas não era tanto; nem Tiago, ele e Jesus sempre haviam sido tão próximos, nem suas irmãs – para Ana e a pequena Lia, o irmão mais velho não poderia fazer nada errado. Mas Maria sabia que eles também só estavam tentando, poupá-la; todos compartilhavam a sensação de alarme cada vez mais forte. (Grifo nosso).

Diante do exposto, indagamos se a ICAR (Igreja Católica apostólica Romana) nos escondeu algo sobre a virgindade de Maria? Jesus tinha irmãos sim, além do mais, ela criou os filhos de José que ao casar com Maria era viúvo, visto que sua esposa anterior Débora havia falecido e deixado uma prole sob sua responsabilidade. Quando Jesus atingiu os dez anos, Maria tinha também a incumbência de criar Efrain, José, Elisabete e Andreia. José faleceu de um insulto cardíaco quando Jesus completara vinte e três anos.

Pergunta-se: “Por que a descoberta de um papiro do século IV que sugere a existência de uma mulher de Cristo pode revolucionar o estudo dos primeiros séculos do cristianismo? Dizem os exegetas que Jesus nunca esteve tão próximo do altar dos homens quanto agora”! Será? Vamos o que diz o papiro: “Pouco maior do que um cartão de visita, o pedaço de papiro pertence a um colecionador cuja identidade é mantida em segredo”. O documento seria do século IV, segundo atestam importantes papirólogos. Uma análise de tinta ainda será feita para situar melhor o tempo em que ele foi escrito. Eis alguns trechos já traduzidos: ‘Minha esposa... ’(quarta linha): “Ela será capaz de se tornar um discípulo (quinta linha): “Quanto a mim”. Eu moro com ela de modo que”...” (sétima linha)”. À dir, a historiadora de Harvard Karen L. King, que fez o anúncio da descoberta do documento durante um congresso no Vaticano. “O documento segundo ela, seria parte de um livro escrito no século II, ou seja, uma fonte muito tardia em relação aos dias de Cristo na Terra”. (Grifo nosso).

Corrobora também para a dúvida o fato de, naquele período uma comunidade de cristãos dissidentes, a maioria de Alexandria, no Egito ter criado um movimento chamado gnosticismo, marcado pela produção dos textos nos quais a figura de Jesus preconizada pelo Novo testamento (N.T) pode ter sido modificada para tornar o cristianismo mais palatável ao povo pagão alexandrino. Esse período não é tão longo, visto que os evangelhos começaram a ser escritos entre 60 e 70 anos depois da morte de Jesus. O Evangelho de Felipe, por exemplo, traz fragmentos nos quais menciona o episódio de um beijo de Jesus em Maria Madalena e na boca. A origem do papiro data do século IV supostamente parte de um livro escrito no século II. Escrita copta, idioma presente no norte da África  cujo apogeu se deu entre os séculos IV e V. Autor: provavelmente foi produzido por cristãos gnósticos que habitavam, predominantemente, o Egito. Os cristãos gnósticos são grupos pluralizado d seitas cristãs que surgiu no Egito. Teólogos dessa comunidade tornaram o cristianismo mais atrativo ao mundo pagão e dessa forma, modificaram a figura original de Jesus presente no Novo Testamento para uma imagem menos humana e mais mística. E os ensinamentos dos essênios onde fica. José era essênio, João Batista também.

São gnósticos os evangelhos de Thomé, Judas e Felipe, também conhecido como apócrifos. Se os evangelhos de Thomé, Judas e Felipe são gnósticos não significam que eles não contenham verdades sobre a vida de Jesus cristo, o que não se entende é a ICAR ter adotado dois evangelistas que nunca conviveram com Jesus e nunca tiveram a oportunidade de vê-los, pois Jesus já havia morrido. E os evangelhos de Maria de Magdala, de Pilatos, de Judas, de Pedro, por que não foram aprovados pela igreja católica? Na realidade a Igreja Católica Apostólica Romana só foi fundada em 381 depois de cristo, através do Decreto Imperial “Cunctus Populus” com os povos, pelo imperador Teodósio I de Roma. Pedro nunca foi papa.

A Igreja Católica Apostólica Romana, ao transformar a pessoa de Maria na “Rainha dos Céus”, estava homenageando deusas da mitologia antiga como Semíramis e Isthar (Babilônia), Afrodite e Vênus (Grécia) e Diana (Êfeso). Veja Jeremias 7:18. Os católicos absorveram muitas nuanças da cultura religiosa egípcia, inclusive a missa, e a homenagem ao deus sol, que era comemorado pelos povos egípcios no domingo. No Evangelho de Marcos, afirma Fabbro. “Ela surge na morte de Jesus, ao lado da mãe e da irmã dele, o vê nu, ajuda a ungi-lo e, depois, não mais recebe citações. Isso sugere um elevado grau de intimidade dela com Jesus, maior do que, à primeira vista, transparece nos evangelhos”.

Muita polêmica sobre o assunto. Se Jesus realmente viveu com Maria de Magdala não tiraria nenhum pedaço dele e nem anulava os seus preciosos ensinamentos que ele deixou para toda a humanidade. Todos os profetas do A. T - eram casados e tinham filhos e, segundo o que se afirmam eles conversavam face a face com Jeová. Outro detalhe e que pouca gente sabe é que o sinal da cruz foi copiado pela Igreja Católica dos antigos caldeus e egípcios para espantar os demônios. Tem muita coisa envolta em mistério, mas a única culpada por esse mistério é a própria ICAR.  A revista “Isto é”, traz uma bela reportagem assinada pelo Jornalista Rodrigo Cardoso. O papa Leão IV, o antecessor da Papisa Joana, introduziu o uso da água benta na Igreja Católica, no ano de 884, o Papa Adriano III instituiu a “Canonização dos Santos”. Tem mais e muito mais. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DA CEN- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE.


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