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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Terça-feira, 10.04.12

JEOVÁ, IAVEH E JAVÉ.

JEOVÁ, IAVEH E JAVÉ.

“Aceitando a luz do Evangelho na consciência e no coração, somos de movidos a condição de cooperadores do Divino Pomicultor (cultivador de árvores frutíferas), no campo imenso da vida”. (Emmanuel).

Não importa que a ventania da discórdia esteja rugindo em torno de nós. O importante será erguer o coração e as mãos, a palavra e a atitude para construir. Estamos nesse orbe para construirmos os alicerces da paz, o pilotis da esperança, as colunas do bem e a exterminação do mal. Muitas pessoas têm falado acerca de Satã, no entanto, jamais coadunarei com esse nome vulgar e que nos causa muito nojo. Navegando pela Rede Mundial de Computadores como fazemos costumeiramente vimos uma expressão que nos chamou a atenção. A expressão era a que se segue: “Vamos ver nessas contas quem matou mais gente, Deus ou Satã”? Quando nos referimos a Deus leia-se Jeová, Iaveh e Javé. Vejam as estatísticas sombrias acerca dos crimes atribuídos ao “Deus” de Israel, que foi coroado por Abraão, Isaac e Jacó. O verdadeiro Deus do clã de Abraão, um dos personagens do Antigo Testamento, da Torá livro da religião judaica.

A estatística não será precisa, em virtude de ser subfaturadas, pela impossibilidade de contabilizar os mortos no famoso dilúvio, e nos acontecimentos de Sodoma e Gomorra, sem contabilizar incontáveis massacres. Para sermos éticos vamos apenas considerar os registros bíblicos e de versículo, em versículo teremos a contabilidade correta. Os seres humanos foram criados pelo Pai Maior para construir grandes obras. Estorvos à realização de teus ideais te afligirão a senda, contudo, se quiseres servir, atrairás braços inúmeros que estarão contigo, sintonizados no esforço de boas obras. Estamos construindo o elo do bem, apesar dos malfeitores teimarem em destruir as boas obras. Não fique espantado com a estatística que iremos dar conotação nessa matéria, visto que em nossas inserções religiosas nunca consideramos Jeová como Deus. O Deus verdadeiro foi aquele pregado por Jesus de Nazaré, em que o bem estava presente sempre.

A mulher de Ló foi dizimada, por olhar para trás na destruição de Sodoma e Gomorra, segundo (Gen. 19,26) 1-1, Er, por ser mau aos olhos do Senhor (Gên. 38,7) 1-2; Onan, por derramar sua semente, isto é, se masturbar (Gên. 38, 10) 1-3; No episódio do Bezerro de ouro, onde Moisés subira ao Monte Sinai para receber as Tábuas dos 10 Mandamentos, e ao voltar viu seus companheiros adorando um bezerro de ouro construído para a festa. (Nesse episódio foram executados 3.000(três mil), está em Ex. 32, 27-28). Alguns vão mais além e acrescentam mais três na carnificina. Javé não admitia blasfêmia e a pena era a aplicação de lei de talião. “Olho por olho, dente por dente”. É razoável concluir que ele guardou um registro dos eventos ao passo que iam ocorrendo, e que escreveu as instruções de Deus à medida que as recebia. Isto é implícito na ordem de Deus a Moisés de escrever a condenação dos amalequitas logo após Israel tê-los derrotado em batalha. Ademais, certos assuntos no livro sugerem que foi escrito logo. Por exemplo, ordenou aos israelitas trazer animais que desejassem usar para alimentação à entrada da tenda, para serem abatidos.

Esta ordem teria sido dada e registrada pouco depois do estabelecimento do sacerdócio. Muitas instruções são dadas para orientação dos israelitas durante a sua viagem no ermo. (Êx. 17:14, Lev 17:3, 4; 26-28).  O livro de Êxodo termina quando se erige o tabernáculo "no primeiro mês, no segundo ano, no primeiro dia do mês". O livro de Números (que se segue imediatamente ao relato de Levítico) começa com Deus falando a Moisés "no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano da saída deles da terra do Egito". Segue-se, portanto, que não poderia ter passado mais de um mês lunar para os poucos eventos de Levítico, consistindo a maior parte do livro em leis e regulamentos. Êx. 40:17; Núm. 1:1; Lev. 8:1-10:7; 24:10-23.  Deus se propusera a ter uma nação santa, um povo santificado, colocado à parte para Seu serviço. Desde os dias de Abel, homens fiéis de Deus vinham oferecendo sacrifícios a Deus, mas foi primeiro à nação de Israel que Deus deu instruções específicas sobre ofertas pelo pecado e outros sacrifícios.

Estes, segundo explicado em pormenores em Levítico, deixaram os israelitas cientes da excessiva pecaminosidade do pecado e incutiu-lhes na mente quão desagradável isto os tornava aos olhos de Deus. Tais regulamentos, como parte da Lei, serviram como tutor conduzindo os judeus a Cristo, mostrando-lhes a necessidade de um Salvador, e, ao mesmo tempo, servia para mantê-los como povo separado do resto do mundo. Em especial as leis divinas sobre pureza cerimonial serviram para este último objetivo. Lev. 11:44; Gál. 03:19-25. São muitas nuanças no tocante ao Velho Testamento, o Pentateuco mosaico e as diabruras de Jeová como se seguem. As conotações explícitas aqui segue ao final uma soma que nos levará ao total dos dizimados. Por recolher lenha no sábado (num. 15, 32-36) + 1 = 3.005; Corá, Datã e Abirão, e todas as suas famílias (num. 16, 27) +12 = 3.019; Queimados vivos por oferecer incenso (num. 16,35) + 250 = 3.269; por reclamar (num. 16, 49) + 14.700 = 17.969; por se prostituir com as filhas de Moabe (num. 25,9) + 24.000 = 41.969. Massacre midianita (num. 31, 1-35) +90.000 = 131.969. Acã e sua família (Josué 7, 24-26) +5 = 131.974; Ataque a Ai (Josué 8, 1-25) + 12.000 = 143.974.

Cananeus e farizeus (jz. 1,4) + 10.000 = 153.974; Eúde mata em nome de deus (jz. 3, 15-22) 1-153.975; Moabitas (jz.3, 28-29) + 10.000 = 163.975; Midianitas forçados a matar uns aos outros (jz. 7, 2-22) + 120.000 = 283.975; O espírito do Senhor vem até Sansão (jz. 14, 19) + 30 = 284.005; Mais uma vez o Sansão se enche de espírito santo (jz. 15, 14-15) + 1.000 = 285.005; Deus ajuda Sansão a matar (jz. 16, 27-30) + 3.000 = 288.005; Mais benjamitas (jz. 20, 44-46) + 25.000 = 338.105; Por olhar dentro da arca do Senhor (1sam. 6, 19) + 50.070 = 388.175; Filisteus (1sam. 14, 12) + 20 = 388.195; Samuel mata Agague (por ordem de Deus) (1sam 15, 32-337) + 1 = 388.196; Deus feriu Nabal (1sam. 35, 28) + 1 = 388.197; Uzá, por tentar impedir a arca de cair (2 Sam.6:6-7) + 1 = 388.198; O filho de Davi, ainda neném (2 Sam.12:14-18) + 1 = 388.199; Sete filhos de Saul enforcados diante do Senhor (2 Sam.21:6-9) + 7 = 388.206; Punição pelo censo de Davi (2 Sam.24:13) + 70.000 = 458.206; Um profeta por acreditar na mentira de outro profeta (1rs.13:1-24) + 1 = 458.207; Deus entrega os sírios (1rs. 20:28-29) + 100.000 = 558.207.

Deus faz uma parede cair nos soldados sírios (1rs. 20:30) + 27.000 = 585.207; Deus envia um leão matar um homem por não matar um profeta (1rs. 20:35-36) + 1 = 585.208; Queimados vivos por Deus (2rs. 1:9-12) + 102 = 585.311; Deus envia dois ursos para matar 42 crianças (2rs. 2:23-24) + 42 = 585.343; Morreu por não crer em Elias (2rs. 7:17-20) + 1 = 585.344; Jezebel (2rs. 9:33-37) + 1 = 585.355; Deus mandou leões matar alguns estrangeiros (2rs. 17:25-26) +3 = 585.358; Assírios (2rs. 19:35,) + 185.000 = 770.358; Saul (1cr. 10, 14) +1 = 770.359; Deus entrega Israel nas mãos de Judá (2cr. 13:15-17) + 500.000 = 1.270.359; Jeroboão (2cr. 13:20) + 10 = 1.270.360; O Senhor entregou os etíopes (2cr. 14:9-14) + 1.000.000 = 2.270.360; Jeroão (2cr. 21:14-19) + 1 = 2.270.361; A mulher de Ezequiel (ez. 24:15-18) + 1 = 2.270.362; Ananias e sua esposa (Atos 5:1-10) + 2 = 2.270.364; Herodes (Atos 12:23) + 1 = 2.270.365". (Grifo nosso).

São atribuídas ao “Deus Jeová essa triste estatística de 2.270.365 assassinatos, sem contar os castigos. Aqui nessa matéria tivemos inspiração na fonte HTTP://forum.cifraclub.com.br/forum/11/1/. Tudo está na Bíblia e no Antigo Testamento. Ao endiabrado Satã - temos a dizer o seguinte:” Jó 1,1 Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó. Era homem íntegro e reto, que temia a Deus e se desviava do mal.  Jó 1,12 Ao que disse o Senhor a Satanás: Eis que tudo o que ele tem está no teu poder; somente contra ele não estendas a tua mão.  Ou seja, Satã matou os dez filhos de Jó, mas reparem, com a permissão de deus! Logo, o correto seria ambos seres responsabilizados pelas mortes. Quem teria vencido a guerra da violência? Fácil constatar: Jeová 2.270.365 mortes, Satã 10 mortes como está epigrafado acima. Diferença pró Jeová 2.270.355. Pode Freud.  Um verdadeiro genocídio e ainda querem afirmar que a Bíblia é a palavra de Deus. Vocês poderão ver mais detalhes no site http://oencosto.rv.cnt.br/sataxjeova.htm. É bom lembrar que o Deus da Bíblia era a divindade familiar de Abraão considerado superior apenas às demais divindades da época. Em absoluto personifica o Altíssimo Soberano do Universo. O Deus de Moisés andava entre nós, comia e bebia como qualquer criatura e era muito perigoso quando contrariado. A maioria adorava Jeová por medo ou interesse, pouquíssimos por amor. Precisou que Jesus viesse revelar que o Altíssimo Deus é Espírito e não alguém como nós, nada tendo a ver com as carnificinas atribuídas a Ele no Velho Testamento. O verdadeiro cristão, portanto, o serve por amor e não por medo ou interesse de livrar a própria pele, como quem vivia debaixo da Lei de Moisés.

Alguém aqui procurou defender a ideia ultrapassada da divindade bíblica afirmando que apenas matava os maus, que não o tinham no coração.  Ora, para a pessoa amar seus semelhantes não precisa viver com a Bíblia dependurada no pescoço. Moisés era fiel a Jeová e, no entanto, segundo as Escrituras, Deus ficou no pé dele procurando matá-lo por não haver circuncidado o filho aos seis anos de idade, conforme o costume egípcio. Graças à sua mulher, que se adiantou e efetuou o serviço, Moisés não perdeu a vida. Ora, que espécie de divindade é essa? Eu me esforço, debalde, de dar um bom testemunho do Jeová revelado por Jesus como Deus do perfeito Amor, que não faz acepção de pessoas, não destrói ninguém num lago de fogo, mas oferece ilimitadas oportunidades de retorno ao caminho da verdadeira vida, que é espiritual e não terrena.

Essa é a Justiça do Reino do verdadeiro Deus, nada tem a ver com a antiga e ultrapassada justiça do olho por olho e dente por dente que, infelizmente, ainda vigora até hoje entre muitos que se dizem seguidores do Cristo de Deus... Queremos agradecer as belas fontes de consultas que usamos para elaborar boa parte dessa matéria bastante polêmica. Acreditamos que a Bíblia precisa ser mais vista e interpretada da melhor maneira possível, pois pelo que a denotamos não foi inspirada e tem muita coisa do ser humano, por isso muita cautela devemos ter quando falarmos em religião. Leiam também os “Paradoxos da Bíblia”.  Temos um belo Novo Testamento onde Jesus prega o amor, a paz e o respeito para com os irmãos e esse livro deveria ser a Bíblia de todos os cristãos, mas algumas religiões ainda se baseiam quase cem por cento nas passagens do Antigo Testamento, desprezando o que há de belo no Novo Testamento, o Evangelho de Jesus. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE

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Terça-feira, 10.04.12

O FILHO DO PAI MAIOR (DEUS)

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 11:50

Terça-feira, 10.04.12

DEUS X DEUS

DEUS X DEUS

“O discípulo sincero não ignora que é preciso trabalhar por absorver-se na Luz Divina do Espírito e, ao passo que se esforça, está convencido de que o Senhor lhe virá ao encontro, abrindo-lhe o entendimento” (Emmanuel).

A titularização acima epigrafada vem no sentido de dirimir uma dúvida cruel, que até os dias de hoje não conseguiu convencer a todos os seres hominais, no que tange a significação da divindade de que Deus é possuidor. A figura do Pai Todo Poderoso, em sua excelência é entendida erroneamente, quando comparamos as divindades do Antigo e Novo testamento. Muitos exegetas quando se referem à Bíblia, afirmam que o “Livro Sagrado” nunca foi à palavra de Deus. (Grifo Nosso).

A nossa omissão diante da dúvida não nos levará a lugar algum, segundo afirmações de Charles Fort. Essas nuanças se fortalecem quando enunciamos o comportamento de “Deus Jeová”, e “Pai Maior”, pregado pelo Mestre Jesus. (Grifo Nosso). Recebamos a experiência, por mais difícil, com a luz da confiança no Senhor que, oferecendo-nos a luta depuradora, possibilita-nos a própria regeneração.

Uma pergunta que não quer calar, mas que algumas religiões aceitam como dogmas de fé. Por que Jeová, o “Deus” do Antigo Testamento era tão irado? A resposta vem de imediato.  “O Senhor é um guerreiro” (Ex 15:3). O papel de Deus nunca foi o de ser guerreiro e, Jesus já exemplificava bem essa passagem. Em (Dt 32: 19-25) veremos com nitidez a ira de Jeová. “Ao ver isto o Senhor se irritou, provocando à ira pelos seus filhos e suas filhas, dizendo: esconderei deles o meu rosto e verei qual será o seu fim; pois é uma geração perversa, filhos sem lealdade {...} com seus ídolos me provocaram à ira [...] também os provocarei. Pois um fogo se ascendeu na minha ira e arderá até o mais profundo do inferno. Males amontoarão sobre eles e as minhas setas esgotarei contra eles”.

“Consumidos serão pela fome e devorados pela peste e febre violentas, enviarei contra eles o dente das feras e o veneno ardente das serpentes que se arrastam no pó. Por fora devastará a espada e por dentro com pavor, tanto ao jovem, quanto a virgem, assim a criança de peito e o homem grisalho”. Como teria “Deus Jeová” transmitido essas insinuações aos humanos daquela época? Ele teria descido de seu pedestal, se materializado e reunido o povo para fazer deletérias ameaças? As palavras do Mestre Jesus cheias de sabedoria contemplava o povo com o amor, pois ela dizia: “Ninguém vai ao Pai senão por mim”. Jesus nunca se referiu a Deus nominalmente, visto que o chamava de Pai.

Em outras passagens do Velho Testamento, que os Papas daquela época resolveram unir os dois testamentos e transformaram em um só, dando-lhe o nome de Bíblia (O Livro) vêm mais ameaças. “Consumidos serão pela fome e devorados pela febre e peste violenta; enviarei contra eles o dente das feras e o veneno ardente das serpentes que se arrastam no pó. Por fora devastará a espada e por dentro com pavor, tanto ao jovem como a virgem, assim a criança de peito como o homem grisalho” (Dt 32: 19-25;). “Dirás a terra de Israel, isto diz o Senhor Deus: Eis que venho contra ti, tirarei a minha espada da sua bainha e matarei no meio de ti o justo e o ímpio” (Ez 21:3-4;).

“Desafogarei contra ti o meu zelo […] cortar-te-ão o nariz e as orelhas; e o que restar, o retalharão a espada” (Ez 23:25;). “Pelo que farei estremecer o céu, e a terra se movera do seu lugar, por causa do furor do Senhor dos exércitos, e por causa do dia da sua ardente ira. E como a corça quando é perseguida, e como a ovelha que ninguém recolhe, assim cada um voltará para o seu povo, e cada um fugirá para a sua terra. Todo o que for achado será traspassado; e todo o que for apanhado, cairá à espada” (Is 13:13-15;). A ira era constante nas palavras de Jeová. Será que Jeová seria mesmo Deus? Ou o clã de Abraão teria o transformado em Deus de Israel?

Jesus em suas pregações dizia que nenhum de seus irmãos seria capaz de ver a fisionomia do Pai, primeiro por ser Ele um Espírito, e segundo nenhum ser terreno teria a perfeição necessária para vê-lo. Coisas mais horripilantes. Deus matou: “O Senhor ouviu o clamor de Israel entregou-lhes os cananeus, que ele matou, destruiu suas cidades e pôs aquele lugar o nome de Horma, isto é, maldito” (Nm 21:3). “Mas feriu o Senhor os homens de Bete-Semes, porque olharam para dentro da arca do Senhor; feriu setenta homens do povo. O povo se entristeceu, porque o Senhor fizera tão grande morticínio entre eles” (1 Sm. 6:19;). “Assim diz o Senhor dos exércitos: Castigue a Amaleque pelo que fez a Israel quando se lhe opôs no caminho, quando este subia do Egito. Vai agora e fere a Amaleque e destrói totalmente a tudo o que tiver. Nada lhe poupes; matarás a homens e mulheres, meninos e crianças de peito, bois e ovelhas, camelos e jumentos” (I Sm 15:2, 3;).  “Portanto, toda a congregação o levou para fora do acampamento e o apedrejaram até que morreu como o Senhor ordenara a Moisés” (Nm 15:36;). "Eu também enviarei as bestas entre vós que matarão suas crianças” (Lv 26:22;). "O que fazia era mau aos olhos do Senhor pelo que o matou” (Gn 38:9;).

“Aconteceu, pois que à meia-noite, o Senhor feriu todos os primogênitos da terra do Egito” (Ex 12:29;). “Então o Espírito do Senhor se apossou dele (Sansão), de modo que desceu a Asquelom e matou trinta dos seus homens” (Jz 14:19;). "Ora, Er, o primogênito de Judá, era mau aos olhos do Senhor, pelo que o Senhor o matou" (Gn 38:7;). "E o que ele fazia era mau aos olhos do Senhor, pelo que o matou também a ele" (Gn 38; 10;). “[...] Uzzah colocou sua mão na arca e a pegou; pois o boi havia tropeçado. E a ira do Senhor se voltou contra Uzzah; e Deus o matou pelo seu erro e lá ele morreu próximo a arca do Senhor” (I Sm 6:6, 7;). Jeová, além de matar também castigava. Queremos afirmar que os fatos narrados aqui nessa matéria que terá continuidade não foi copiada de ninguém, e sim retiradas do próprio Antigo Testamento.

Enquanto Jeová na sua vontade intrínseca de castigar, o Mestre Jesus pregou um Deus diferente, cujas características principais era o amor ao próximo e o perdão pelas ofensas. Será que a ira de Jeová ainda predomina em Israel, visto que a violência está entranhada naquela região. A Palestina onde Cristo nasceu vem sofrendo ataques e atentados por parte dos israelitas. Será que o amor ainda não chegou por lá? Ou os ensinamentos de Jeová continuam em evidência nos dias atuais. Deus teria duas personalidades? Uma má e outra boa? Não. Achamos sim que Jeová nunca foi Deus, e o Antigo Testamento não deveria ser parte integrante da Bíblia dos cristãos. Já seria de bom alvitre se o Novo Testamento fosse a nossa Bíblia oficial, pois Cristo nos ensina a pregar o amor, a fraternidade, a caridade e nos tratarmos como irmãos. Jesus pela sua superioridade espiritual transformou os Dez Mandamentos em dois. Pois os dois encerravam os dez. “Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo”. Pense Nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE







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Domingo, 01.04.12

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Domingo, 01.04.12

TRÊS PALAVRAS QUE REPERCUTIRAM NA SEXUALIDADE HUMANA

TRÊS PALAVRAS QUE REPERCUTIRAM NA SEXUALIDADE HUMANA

“Você tem muito a dar. Pelo pensamento, você maneja as suas forças para mais ou para menos. Você ajuda ou é ajudado, sobe aos céus ou se atira aos abismos. Se imagina ter pouco a dar, por si mesmo reduz a sua competência e o seu contentamento. Se pensa ter muito, desamarra-se de negatividades, satisfaz o coração e aprende a viver bem.”

Ganha mais quem corrige suas deficiências do que quem se sobressai sem merecer. Se você carrega dores e mágoas ou não consegue o progresso, a paz, e a felicidade, promova um encontro com o Mestre. Sempre fazemos essas inserções, visto que não se consegue a felicidade sem a presença de uma força divinal. A paz, a saúde e prazer são nuanças importantes para o ser hominal. O povo judeu tinha na esterilidade algo de vergonhoso.

mulher estéril era de pronto abandonada pelo marido, mesmo sem se saber se a esterilidade estava no sexo masculino. Naquele tempo parece que a esterilidade masculina era totalmente desconhecida pelos povos judeus. A mulher abandonada portadora de esterilidade recebia uma espécie de “certidão de divórcio” que era conhecida por Libellum repudii. (grifo nosso). No caso inverso, se o marido fosse impotente, podia confiar sua esposa a um parente próximo, a fim de ter, pelo menos, uma paternidade nominal. No caso epigrafado, o amante devia penetrar na casa da mulher durante o período noturno e permanecer com ela o menor tempo possível. (grifo nosso).

Justiniano, no século VI, decidiu que a impotência e a esterilidade eram as causas principais para anular um casamento.  Passa em branco como citamos antes, a esterilidade masculina que era desconhecida na época. Outra figura da antiguidade de nome Gregório, o Grande, foi mais inteligente e preciso, pois declarou que a impotência deveria ter precedido a união e o religioso, o Papa Inocêncio III era exigente para com o divórcio, onde a impotência e a esterilidade fossem irremediáveis. Um detalhe muito importante para tal decisão, o marido teria que conviver com a esposa por três anos. Na esterilidade feminina, sete parentes e um amigo do marido deveriam jurar a potência genital dele.

Em se tratando do sexo feminino, a impotência do marido exigia que uma matrona devia examinar a mulher e comprovar a sua virgindade. Muitas pessoas conhecidas através da história estiveram envolvidas nessas nuanças de impotência e esterilidade. O primeiro marido de Maria de Magdala a abandonou por afirmar ser ela estéril, ma na realidade quem era estéril era ele. “Um fato inusitado que se insere em nossa matéria, senão vejamos: em 1945, em Nag Hamadi, no alto Egito, foram encontrados, em língua copta, os Evangelhos de Tomé e de Maria Madalena”.

De Maria Madalena, infelizmente, o texto está fragmentado. A presença de tantos textos fragmentados pode ser atribuída, além de outros fatores, aos decretos e recomendações papais solicitando o não uso desses textos pelos cristãos.  Teria alguma coisa de imoral, ilegal nesses evangelhos? É conhecido o decreto Gelasiano (referente ao Papa Gelásio – falecido em 496), contendo uma lista de 60 livros apócrifos do Segundo Testamento, os quais foram para a fogueira. Daí a importância de se encontrar um livro como o de Maria de Madalena, guardado e conservado por tantos anos. Asmulheres são importantíssimas no início do cristianismo.

Entre elas se destacam: Maria Madalena, Maria, mãe de Jesus, Tecla, Verônica. Nos evangelhos apócrifos sobre Maria, mãe de Jesus, encontramos uma mulher diferente da que aparece nos evangelhos canônicos. Se em Atos dos Apóstolos ela é aquela mulher subserviente, que está junto aos apóstolos, mas que não tem liderança, nos apócrifos ela é uma mulher que discute de igual para igual com os apóstolos e que tem liderança entre eles. Tecla, da mesma forma, era a companheira de Paulo na evangelização. Ela batizava, mas logo no início do Cristianismo a voz de Tecla foi silenciada.

“Tertuliano, que lutou contra o movimento das mulheres cristãs, no ano 200 E.C, escreveu o seguinte: ...Que elas se calem e que questionem, em casa, os seus maridos.” Quem é essa mulher? A interpretação “errônea” de outros textos dos evangelhos chegou a identificá-la com Maria irmã de Marta, com a mulher que ungiu Jesus e, o que é pior, com a prostituta, interpretação que ficou mais no inconsciente coletivo.

Quem não “aprendeu” que Maria de Magdala era prostituta? E como seria bom “desaprender” isso. Tente! E você verá como é bonito descobrir o novo. É isso que vem acontecendo com as comunidades e pessoas que já estudaram o Evangelho de Maria Madalena. Elas estão descobrindo a Maria Madalena mulher, discípula de Jesus, líder entre os primeiros cristãos. E por que não “apóstola” e mulher que Jesus tanto amou?

É verdade que muitos também se escandalizaram com testemunho dado pelo Evangelho de Felipe e sobre o relacionamento entre Jesus e Maria Madalena: “A companheira de Cristo é Maria Madalena”. O Senhor amava Maria mais que todos os discípulos e a beijava na boca. Os discípulos viram-na amando Maria e lhe disseram: Por que a amas mais que a todos nós?

O Salvador respondeu dizendo: Como é possível que eu vos ame tanto quanto a ela?(Felipe 63,34-64,5). E em outra parte diz: “Eram três que acompanhavam o Senhor: sua mãe Maria, a irmã dela, e Madalena, que é chamada de sua companheira”. Com efeito, era “Maria”, sua mãe e sua esposa (Filipe 32). Creio que podemos compreender isso olhando a cultura e a vida de tantos outros místicos. Francisco e Clara de Assis viveram essa mesma experiência sublime do amor. Seria proibido o Mestre Jesus amar. Amando não lhe seria tirado nenhum pedaço e nem a importância da missão sublime que pregou na Terra. Se quiserem tirar mais dúvidas procurem a entrevista feita com frei Jacir de Freitas Faria sobre os evangelhos apócrifos.

Voltando ao nosso trabalho, Carlos, o Cavo, mandou afixar um édito que se referia ao matrimônio, onde a potência sexual era primordial e o noivo tinha por obrigação apresentar um documento denotando a sua virilidade. Várias nuanças na antiguidade sobre o casamento mostrava a seriedade com o ato. No século XII existiam tribunais especiais, que recebiam o nome de officialites, que recebiam os pedidos de nulidades dos casamentos.

Composta por um - Cura, uma Matrona, um Médico, um Cirurgião e um Escrivão. Os órgãos genitais eram examinados do esposo imputado de impotente. Na França, pelos idos do século XIV instituiu-se um Congresso com prova dupla, uma privada, uma matrona, juramentada, que assistia por várias noites as relações de alcova dos casados, para comprovar se existia ou não perfeito contato sexual. Depois haveria um exame das partes genitais dos casais envolvidos com a participação de três médicos, três cirurgiões, e três matronas (Mulher respeitável. Mulher idosa e corpulenta. Dama, na antiga Roma) que assistiam ao ato sexual ou conjugal para determinar em quais condições o mesmo era efetuado.

Duas horas eram concedidas aos esposos. É uma prova muito constrangedora em nossa opinião. Encerrando queremos dizer que o divórcio na França seria instituído em plena revolução, através de um decreto datado de 20 de setembro de 1792. No Brasil a anulação do casamento pode ser feita se comprovada a impotência, ou mesma a esterilidade de ambas as partes. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE

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