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PAIVAJORNALISTA

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Terça-feira, 12.04.11

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 15:17

Terça-feira, 12.04.11

O QUE A FALTA DE EDUCAÇÃO PODE CAUSAR:

O QUE A FALTA DE EDUCAÇÃO PODE CAUSAR:
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES


O QUE A FALTA DE EDUCAÇÃO PODE CAUSAR:

Pense no seu íntimo sendo uma casa que pede arrumação para ser agradável. Vivemos num mundo de ilusões e inoperâncias, onde a inversão de valores se destaca. A situação negra por qual passa o país necessita urgentemente encontrar fortaleza onde existe fraqueza, esperança onde houver desalento, força de ação onde estiver presente o ócio e a preguiça, paz onde reina a violência e a intranquilidade, alegria onde predominam a tristeza e a ilusão. O Brasil está precisando de uma vassoura de boa qualidade para varrer a sujeira que colocaram debaixo de inúmeros tapetes. A voz do povo ecoa no ar num som estridente pedindo arrego pelos sofrimentos dos últimos anos governamentais.

O mundo evolui, a cultura se sobressaiu, mas o pensamento das autoridades estagnou impedindo que a cultura popular se tornasse o ponto alto na nova geração brasileira. Você tem poder de manobra. Então retruque, grite, esbraveja, procure seus direitos, mas evite grosserias, visto que o poder de interpretar positivamente ou negativamente ao ser ofendido ou não, possamos ter o ínclito da honestidade e da ética como destinação mental e chances de progredir na vida. É verdade de que nada se pode esperar de uma sociedade carente de educação. Cenas horripilantes fazem parte da psicosfera das capitais e dos municípios brasileiros.
A criança tem se tornado um viés da violência, do tráfico e do consumo de drogas, da prostituição infantil, do trabalho escravo, dos pedintes e das crianças que perambulam nos semáforos da cidade. Tome a direção positiva e não a deixa fugir do seu controle. Casos de violência, de estupro, sequestro, assaltos, furtos, lavagem de direito, saidinhas bancárias, corruptos e abusos de autoridade. A violência sempre esteve presente no âmbito escolar, com alunos descontrolados, mal educados, e por qualquer motivo ameaçam colegas e até aos professores.

O bullying foi uma das estratégias do mal usados por alunos desprovidos do bem e da educação familiar. É veros que a miséria, a pobreza, a falta de uma moradia condigna, a fome, a desnutrição e a ausência às salas de aula são azimutes que têm direcionamento certo, a violência. Vários cânceres se espalham pelo Brasil e nenhuma medicação benfeitora foi investida no combate a esses malefícios. Depressão, esquizofrenia, ansiedade, síndrome do pânico, fobias, transtornos mentais afligem a população. Uma sinonímia que estava quase inerte hoje está em evidência, à psicopatia. Será que você conhece um psicopata? Não ou sim!

Associamos de imediato a figura do psicopata aos criminosos violentos, tipo serial killers. A Televisão e o cinema tem mostrado com constância a ação daninha desses seres do mal. O psicopata pode ter as características de um serial Killer, mas nem todo psicopata tem esses predicados. A sociopatia é um termo popular da psicopatia. Ficando espantados com a estatística e do estudo realizado por Newsweck, que afirma: “Uma em cada 25 pessoas é um psicopata, sem consciência, sem culpa”. “Pode ser um chefe cruel ou ex-marido louco”.

Você poderá encontrar mais detalhes no livro “Meu Vizinho é um psicopata, da escritora Marta Stout, Ph. D”. Wellington Menezes de Oliveira seria um psicopata, um terrorista ou um desequilibrado mental? Um estudo pormenorizado da várias psiquiatras e psicólogo pode chegar a essa conclusão, através de investigações da vida pregressa desse infeliz ser humano. O terror Chega à escola é a manchete de capa da Revista “Isto É”, da Editora 3. O massacre que resultou na morte de 12 alunos na morte de 12 alunos e feriu outros 12 em um colégio do Rio de Janeiro, afeta toda a sociedade e pode deixar a marca do medo em uma geração.

Aliás, a sociedade já foi tomada pelo medo há muito tempo. É só ir a fundo às estatísticas da Polícia em termos de assaltos, furtos, sequestros, acertos de contas, queimas de arquivos e outras mazelas que graça no orbe brasileiro. A reconstrução dos momentos dramáticos da tragédia será realiada. A história e a mente do assassino de Realengo. O impacto psicológico nas crianças e como pais e escolas devem tratar o tema com os jovens. Como tudo no Brasil vira pizza se a sociedade não cobrar medidas urgentes o acontecimento cruel e horripilante cairá no esquecimento. Meditem nessa sentença: “Você precisa saber que a cruz não é só o ponto de partida”. Ela é o centro da nossa história com Deus.

É o lugar onde o sofrimento do - “vocês terão aflições” - encontra o triunfo do “eu venci o mundo”. Menino solitário, adulto perturbado. Isolado de todos desde a infância, o assassino era considerado antissocial, quadro que piorou com a morte da mãe adotiva. O pior de tudo é que ninguém tomou conta da periculosidade do assassino monstruoso. As casa onde o assassino morou recentemente, em realengo, e, Sepetiba, sua última morada. Ele destruiu tudo antes do massacre e nada aconteceu a esse desajustado social. Seu irmão diz que “Ele teve acompanhamento psicológico”. “Diagnosticaram-no como antissocial”.

E um fato mais agravante: “no passado Wellington morava com a mãe adotiva, Dicéia: sua mãe biológica tinha problemas mentais e ele recebeu acompanhamento psicológico na infância”. Em certa ocasião, foi humilhado ao ser chamado de “o estranho da turma” diante de todos os colegas. “Houve uma vez em que um cara virou-se para ele e disse: ‘Wellington, a gente tem medo de você”. Lembra o irmão que Wellington não tinha amigos e era rejeitado pelas garotas, o isolamento se agravou. Ninguém se lembra de tê-lo visto com uma namorada. Existem muitos jovens no Brasil com as mesmas características que Wellington tinha e todo cuidado é pouco. Devemos levar o caso a sério para que não se repitam outros acontecimentos que poderão o País inteiro.

As vítimas: “Ana Carolina Pacheco da silva, 13 anos, Bianca Rocha Tavares, 13, Géssica Guedes Pereira, 15, Igor Moraes da Silva, 3, Karine Lorraine Chagas de Oliveira, 14, Larissa dos Santos Atanásio, 13, Laryssa Silva Martins, 13, Luiza Paula da Silveira, 14, Mariana Rocha de Souza, 12, Milena dos Santos Nascimento, 14, Rafael Pereira da Silva, 14, e Samira Pires Ribeiro, 13. Suas vidas e seus sonhos foram encerradas prematuramente em um massacre que o Brasil jamais esquecerá. Como denotamos a vítima de mais idade tinha 15 anos, o Brasil perdeu um geração de jovens que poderia prestar grande serviços à sociedade brasileira.

O medo cada vez mais cedo. Temos que mudar a cara emburrada do nosso querido Brasil. O que a exposição à violência provoca nas crianças e nos adolescentes, ainda mais quando até o ambiente escolar é atingido. Casos como o de João Hélio que foi arrastado até a morte, Em 1973, o sequestro do garoto Carlinhos chocou o Rio de Janeiro. O despreparo da polícia e a participação lamentável da imprensa no caso o deixaram sem solução. Até hoje ninguém tem notícias do menino. Foi uma história policial atípica e de muita repercussão. Para início de conversa, a maior suspeita é a mãe do garoto. Segundo uma das versões, ela teria forjado o sequestro da criança juntamente com um pai de santo, seu amante, pois pretendia fugir e queria a companhia do filho.
Dizem que ela tinha verdadeira adoração por Carlinhos. Entre os fatos pitorescos, reza a lenda que era extremamente exibicionista e quando o circo de jornalistas e curiosos se formava em frente a sua casa, gostava de se exibir na janela com roupas sensuais. Julgaram-na como louca. Durante mais de três anos, na década de 70, pouca gente ousou abrir a gaveta do Instituto Médico-Legal de Vitória, no Espírito Santo, onde se encontrava o corpo de uma menina de nove anos incompletos.

E havia motivos para isso. Além de o corpo estar barbaramente seviciado e desfigurado com ácido, se interessar pelo caso significava comprar briga com as mais poderosas famílias do estado, cujos filhos estavam sendo acusados do hediondo crime. Pelo menos duas pessoas já tinham morrido em circunstâncias misteriosas por se envolverem com o assunto. Conseguimos pinçar do site: www.sidneyrezende.com/ os seguintes casos de violência contra crianças que abalaram o País: “Os casos de homicídio contra criança sempre causam comoção e choque em qualquer parte do mundo, haja vista a impossibilidade das pequenas vítimas se defenderem. O Brasil tem um histórico de crimes contra crianças que abalaram a sociedade. Foram crimes de sequestro, assalto, abuso sexual e até mesmo por ciúme passional, suspeita maior para a ré do Caso Isabella, Anna Carolina Jatobá. Confira os casos de morte violenta de crianças que chocaram o Brasil: Fera da Penha (1960): o corpo da menina Tânia Maria Coelho Araújo, a "Taninha", de 4 anos, foi encontrado em um descampado no bairro da Penha, Zona Norte do Rio. As investigações indicaram que a criança foi sequestrada, assassinada com um tiro e incendiada por Neide Maia Lopes, amante do pai da vítima.

Ela confessou o crime em um programa de rádio, afirmando ter cometido o crime por vingança. Neide foi condenada a 33 anos de prisão em regime fechado, mas ganhou liberdade após cumprir 15. A última informação sobre a "Fera da Penha", como ficou mais conhecida, dá conta de que ela ainda está viva e morando no Rio de Janeiro. Aracelli (1973): no dia 18 de maio, a estudante Aracelli Crespo (foto), de 8 anos, desapareceu após sair mais cedo da escola onde estudava em Vitória, no Espírito Santo. Dias depois, seu corpo, com marcas de tortura e violência sexual, foi encontrado em um matagal na capital capixaba. A menina teria sido usada pela mãe, uma traficante boliviana, para levar cocaína aos seus algozes. Os principais suspeitos foram os playboys Paulo Constanteen Helal e Dante de Brito Michelini.

O livro escrito pelo jornalista José Louzeiro, "Aracelli, meu amor", que conta detalhes sobre as investigações mal conduzidas sobre o caso foi censurado na época. Ninguém foi punido. Em homenagem à Aracelli, o dia 18 de maio passou a ser o Dia Nacional de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e de Adolescentes. Ana Lídia (1973): a estudante de seis anos desapareceu após ser deixada pela mãe no colégio onde estudava, em Brasília. No dia seguinte, seu corpo foi localizado com sinais de abuso sexual em um terreno. Os principais suspeitos, o estudante Álvaro Henrique (irmão de Ana Lídia) e o funcionário público Raimundo Duque foram absolvidos por falta de provas. Outros citados nem chegaram a ser investigados: Alfredo Buzaid Júnior (filho do ex-ministro da Justiça, Alfredo Buzaid) e Eduardo Rezende (filho do então senador Eurico Rezende).

Ana Lídia é nome de parque na capital federal e seu túmulo é alvo de peregrinação popular. Carlinhos (1973): no dia 2 de agosto, Carlos Ramires da Costa, o "Carlinhos", de 10 anos, foi sequestrado quando assistia televisão com a família na residência onde morava, em Laranjeiras (Zona Sul do Rio). O menino nunca mais foi localizado. Acusado pelo sequestro, Silvio Azevedo Pereira foi absolvido por falta de provas. As suspeitas chegaram a recair até sobre o pai da criança, o industrial João Melo, mas nada ficou provado. Até hoje, Maria da Conceição, mãe de
Carlinhos, é vítima de farsantes: pessoas querendo se passar pelo desaparecido.

João Hélio (2007): em 7 de fevereiro, o carro onde o menino de 6 anos estava foi abordado por assaltantes em Oswaldo Cruz (Zona Norte do Rio), que não permitiram que a mãe o retirasse do veículo. João Hélio ficou preso no cinto de segurança pelo lado de fora e morreu após ser arrastado por sete quilômetros. Todos os acusados foram presos e condenados. Recentemente, um dos envolvidos, Ezequiel Toledo Lima, foi libertado após cumprir medida socioeducativa, pois ele era menor de idade na época do crime. Após mobilização da opinião pública, a Justiça determinou o recolhimento de Ezequiel para mais dois anos de medida socioeducativa. Existem muitos outros. Já é hora do governo voltar seus olhos para casos escabrosos de violência contra crianças, mulheres e idosos. Se nenhuma medida for tomada a situação ficará fora de controle. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DA UBT- DA AOUVIRCE- DA AVSPE E DA ACE


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