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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Sábado, 22.01.11

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Sábado, 22.01.11

NOVOS TEMPOS. DOC. 3. -2010

NOVOS TEMPOS. DOC. 3. -2010
                 Sai o Presidente e entra uma senhora para dirigir o Brasil. Nas Forças Armadas, a mudança de comando tem um ponto altamente positivo: o comandante que sai, no mesmo dia vai embora para não pensar que ainda é o comandante.
                Aqui começa o primeiro problema para a presidente Dilma.  O presidente que deixa a Presidência pensa que é Deus e ela é o que é devido, exclusivamente, a ele. Já se fala – pois ele insinua - que voltará em 2014 e alguns auxiliares, principalmente aqueles que ficaram ricos durante os oitos anos de desmandos, tudo farão para que o papai volte. Perigo à vista de um choque próximo.
                A Presidente DILMA vai ter que se afirmar de logo, ou todo mundo pensará que ela é apenas uma boneca do outro. O primeiro grande problema vai ser o controle do campo econômico. O Financial Times já alerta que a inflação é um problema que precisa ser atacado com energia. Já caminha para 6%. Todo mundo quer ganhar nas tetas do Estado. O Brasil já é um país de funcionário público e o cofre foi aberto pelos três poderes. O aumento dado ao Congresso vai ter consequência no mais longínquo município. Boa Hora no Piauí ou Nova Iorque no Maranhão; com seus secretários, não vão ter dinheiro para pagar seus funcionários e os intelectuais vereadores.  Com o aperto que deve vir vamos saber como a coisa irá repercutir na camada de baixo. O salário mínimo de R$540,00 a partir de janeiro e os do andar de cima ganhando mais de 40 vezes mostra a falta de justiça social.
                A senhora DILMA já começa pressionada para colocar todos no mesmo balaio. 37 ministérios para acomodar a pressão política. Todos com fome. O Ministro não é escolhido pela capacidade e sim pela quantidade de dinheiro que vai manipular. A briga será pelo o que pode oferecer mais “o por fora”?   Há dúvidas. Seria um bom trabalho para a RF ou a PF. Parece que a Presidente acertou no turismo. A Imprensa revela que o novo Ministro, conquanto a idade proveta, é conhecedor de motel e só viajou no interior do Maranhão, o que o recomendaria para o cargo.  
                A guerra só começou.  A nossa Presidente vai sofrer e muito. As ambições são desmedidas. Ou o SNI dela funciona,  ajuda e ela acredita no órgão, o novo chefe é muito bom, ou vai mergulhar no caos.  Não é a oposição que vai querer e, sim, aqueles que mamaram no governo passado e que querem a volta do novo DEUS brasileiro.  Acomodar mais de 40.000 DAS não será fácil. A eleição para prefeito, já em 2012,  começou e o PT vai comer o PMDB pelas beiradas.
                O GRUPO GUARARAPES DESEJA QUE A Presidente DILMA SEJA MESMO A PRESIDENTE DO BRASIL. AÌ SE ENCONTRA O NÓ DA QUESTÃO. VIVEMOS DOIS PERIGOS:
A INVEJA É A RELIGIÃO DOS MEDÍOCRES” E ONDE HÁ “FALTA DE IDÉIAS É COMPENSADA PELO EXCESSO DE IDEOLOGIAS”.  (CARLOS RUIZ ZAFÓN). Os medíocres querem mamar e como não são possuidores de IDÉIAS vão querer continuar a apoiar o atraso (CUBA E IRÃ). VAMOS AGUARDAR.
SENHORA PRESIDENTE. QUEREM DEIXAR DE TOMAR A 51 PARA BEBER WHISKY de 15 anos.
VAMOS REPASSAR! A INTERNET É A NOSSA ARMA!
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58  93. Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza . Somos 1.762 civis – 49 da Marinha -  474 do Exército – 50 da Aeronáutica; 2.335. In Memoriam 30 militares e dois civis.  Batistapinheiro30@yahoo.com.br. WWW,fortalweb.com.br/grupoguararapes.  12 de jan 2010     
INDIQUE AMIGOS QUE QUEIRAM RECEBER NOSSOS E-MAILS. OBRIGADO.



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Sábado, 22.01.11

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Sábado, 22.01.11

Desafiando o Rio-mar - Partida para Juriti

Desafiando o Rio-mar - Partida para Juriti

Hiram Reis e Silva, Oriximiná, PA, 13 de janeiro de 2011.

“Juruti: missão, que extrai este nome de Lago, em que foi estabelecida no ano de 1818: cujo Lago jaz na margem austral do Amazonas pouco arredado dela para dentro, e da montanha dos Parintins, que lhe demora à esquerda. Ali habitam 385 indianos, Mundurucus e Maués de ambos os sexos debaixo da direção de um missionário congruado como o de Curi. A Igreja é consagrada a Nossa Senhora da Saúde, e filial de Matriz da Vila de Faro. Na circunvizinhança deste Lago são as florestas abundosas de salsa e cravo. No mesmo Lago também residem alguns brancos, que fabricam guaraná, farinhas de mandioca, agricultam algodão, e sacam da espessura salsa e cravo”. (Antônio Ladislau Monteiro Baena - 1839)

- Partida para o Rio do Balaio (11 de janeiro de 2011)

Por estes amazônicos acasos encontrei Ângelo Corso em Parintins. O Ângelo está subindo o Amazonas a partir de Santarém, pretende subir o Rio Negro, alcançar o Orenoco, pelo canal Cassiquiare, e chegar ao Caribe venezuelano, eu havia tomado conhecimento de sua proposta por e-mail onde ele comentara que talvez pudéssemos nos encontrar pelo caminho. Depois de passar pouco mais de um mês em Santarém, iniciou sua lenta jornada até Parintins onde permaneceu igual período e onde nos encontramos. O Ângelo deixou seu caiaque, na véspera da partida, no Piquiatuba e partimos por volta das 5h30, ele subindo e eu descendo o Rio Amazonas. Os banzeiros me acompanharam todo o trajeto dificultando e atrasando bastante a progressão, mesmo assim, consegui imprimir um ritmo forte por volta de 3 horas, fazendo minha primeira parada num pequeno braço do lago interno da Ilha de Parintins, depois de remar mais de 30 quilômetros. Descansei um pouco e continuei minhas remadas até encontrar a equipe de apoio, logo abaixo, na foz do Paraná de Parintins tirando fotos de uma pequena preguiça capturada por um ribeirinho. Troquei meu cantil vazio por outro cheio e parti imediatamente, enfrentando os fortes banzeiros que assolavam as costas da Serra de Parintins.

Serra de Parintins: elevação de altitude máxima de 152m na divisa do Estado do Amazonas com o Estado do Pará. Conhecida também de Serra Valeria em homenagem à moradora mais antiga do local.

O local de parada programado não possuía um bom abrigo para o Piquiatuba e tive de estender minha jornada por mais de 13 quilômetros até a foz do Rio do Balaio. O Rio permite que se acesse a sede da Vila de Juriti Velho, situada no aprazível Lago Grande do Juruti Velho.

- Partida para o Lago Grande de Juruti Velho (12 de janeiro de 2011)

O Sargento Aroldo Sérgio Barroso, prático do Piquiatuba, chegou de madrugada e, finalmente, passou a integrar a tripulação. Depois de confirmar com o Barroso se ele conhecia suficientemente a região do Lago, decidi alterar a programação já que estávamos há apenas 24 quilômetros de Juruti, nosso próximo objetivo. Partimos, no Piquiatuba, às cinco horas admirando as belas paisagens do Lago e da serra do Xituba, do Rio Balaio até chegarmos à Vila de Muirapinima (Juruti Velho) no Lago Grande. No trajeto observamos bandos de belas garças, patos selvagens, biguás e marrecas de várias espécies. Dois animais, em especial, chamaram minha atenção uma pequena garça negra voando com suas irmãs imaculadamente brancas e um pequeno baiacu de rio.

Garça negra (Egretta gularis): semelhante à garça-branca-pequena. Distingue-se pela plumagem escura, quase negra, queixo branco, pelo bico ligeiramente mais longo e pelas tonalidades amareladas no bico e nos tarsos.

Baiacu-amazônico (Colomesus asellus): normalmente encontrado em águas doces embora tolere águas levemente salobras. Relativamente pequeno, atinge no máximo 15 cm. As faixas negras no dorso são grossas e possui também uma faixa negra ao redor da nadadeira caudal. Esta espécie não possui os característicos espinhos grandes, grossos e triangulares dos baiacus de espinho. Os baiacus tem o fígado impregnado por um poderoso veneno (tetrodoxina) apenas porque consomem alimentos tóxicos como estrelas do mar e moluscos. Criados em cativeiro e com nutrientes adequados os animais não apresentam nenhum nível de toxidez.

- Partida para Juruti

Retornamos à foz do Rio do Balaio, e parti, de caiaque, por volta das dez horas com destino a Juruti enfrentando fortes banzeiros. O Piquiatuba ancorou junto ao porto, colocamos o Cabo Horn no convés inferior e de repente o barco foi invadido por populares que procuravam entrar no barco de passageiros que estacionara ao lado do nosso. Passado o “paraense tumulto” o Sargento Barroso foi manobrar para colocar a embarcação em um lugar mais calmo quando a corrente do leme arrebentou e enroscou na hélice quebrando-a. A tripulação levou quase 24 horas para fazer a devida substituição.

- Lago Jará

Fiz contato com a Polícia Militar do Estado do Pará, pela primeira vez, através do “190 e o Tenente Helder imediata e gentilmente nos atendeu assumindo o compromisso de contatar elementos da prefeitura e da Omnia - Grupo Alcoa. Graças ao irmão (maçon) Edilson Pereira, amigo do Teixeira, conhecemos as belas instalações da Loja Maçônica General Adalberto Coelho da Silva acompanhados pelo Venerável Albany e do 2º Vigilante Charles. A cerimônia de Sagração da Loja, realizada em agosto de 2010, contou com a presença do Grão Mestre do Grande Oriente do Estado do Pará, Waldemar Chaves Coelho, do Grão Mestre Adjunto Raimundo Farias além de vários Maçons de Belém, Santarém e Oriximiná. Conhecemos, também, na mesma oportunidade, o lago Jará. O Lago é Área de Proteção Permanente (APP), está localizado na sede do município de Juruti e é utilizado para a pesca, lazer e navegação. Infelizmente, a retirada sistemática da mata ciliar a ocupação desordenada, colocação de lixo no Lago ou nas suas proximidades e outros usos inadequados vêm causando uma progressiva e alarmante degradação do manancial.

- Prefeito Municipal

No dia seguinte o Tenente Elder da Polícia Militar tinha agendado uma entrevista nossa com o prefeito e seus secretários. O Prefeito de Juruti, Henrique Costa, costuma reunir semanalmente seus assessores em um balneário às margens do Lago Jará. Degustamos um café regional enquanto aguardávamos a presença do prefeito aproveitando para conhecer os membros de sua equipe. Logo que o Prefeito chegou fiz uma abordagem geral sobre o projeto para todos os presentes ao mesmo tempo em que solicitava um contato pessoal com seu Secretário de Cultura e algum pesquisador ou pesquisadora ali presente. O Prefeito ouviu atentamente a explanação e colocou à minha disposição dois membros de seu staff. Irei tratar, em outra oportunidade, dos assuntos tratados já que ambos ficaram de remeter para o meu e-mail o material solicitado.

- Alcoa

O Tenente Elder providenciou para que no dia 13 de janeiro, à tarde, fizéssemos contato com a Superintendente Juana Galvão. Expliquei à Juana os objetivos do Projeto e ela ficou de remeter o material solicitado via e-mail. Tenho curiosidade em conhecer as ações comunitárias e de meio-ambiente levadas a efeito na empresa.

- Festival das Tribos

O evento mais importante da cidade é o Festival das Tribos que acontece no final do mês de julho com a participação das tribos Mundurukus e Muirapinima. As tribos recebem total apoio da Prefeitura para o evento. A paixão da população pelas duas tribos é similar às torcidas do Caprichoso e Garantido de Parintins. No ano passado foi realizado, no Tribódromo, o XV Festival das Tribos Indígenas de Juruti sagrando-se vitoriosa a tribo Azul e Vermelha, Muirapinima.

- Terras Caídas

“Denominação dada na Região Amazônica ao escavamento produzido pelas águas dos rios, fazendo com que os barrancos sejam solapados intensamente, assumindo por vezes aspecto assustador. Em alguns casos, podem-se ver pedaços grandes de terra sofrerem deslocamentos como se fossem ilhas flutuantes”. (A. T. Guerra)

Nenhum fenômeno das “terras caídas” foi tão desastroso como o que ocorreu em Juruti na década de 1980. A cidade, na sua origem, construída em terra firme teve, ao longo dos tempos, sua frente aumentada por sedimentos carreados pelo rio Amazonas. Com o passar dos anos o nível do depósito foi se elevando e os moradores passaram a construir edificações e ruas. A associação do aumento significativo do peso sobre o instável depósito e as frequentes mudanças na dinâmica do Rio, finalmente, romperam o equilíbrio e tudo desceu levado pelas águas. O Rio, no dia dos pais, em 1984, retomou praticamente 200 metros da cidade em um intervalo de tempo que durou das 20h30 até a meia noite.


Solicito Publicação

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional
E–mail: hiramrs@terra.com.br

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Sábado, 22.01.11

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Sábado, 22.01.11

Desafiando o Rio-mar - Parintins

Desafiando o Rio-mar - Parintins
Vila Nova da Rainha - Vila Bela da Imperatriz

Hiram Reis e Silva, Parintins, AM, 10 de janeiro de 2011.

“Era tarde da noite de 24 de outubro quando chegamos a Vila Nova. Deparamos com uma povoação miserável, cujas casas estavam à beira da ruína. Não havia no Porto senão uma pequena embarcação ali ancorada. A Cidade foi construída no fundo de uma pequena baía, protegida por um rochedo baixo, sob o qual estão empilhados blocos de “diorito” como os de Santarém”. (Richard Spruce)

Histórico
O município de Parintins como quase todos os demais municípios brasileiros, foi primitivamente habitado por indígenas. Sua descoberta ocorreu em 1749, quando, descendo o Rio Amazonas, o explorador José Gonçalves da Fonseca notou uma ilha que, por sua extensão, se sobressaía das outras localizadas à direita do grande Rio.
Cronologia Histórica
1796  -  Fundação da localidade por José Pedro Cordovil, que veio com seus escravos e agregados para se dedicar à pesca do pirarucu e à agricultura, chamando-a Tupinambarana. A rainha D. Maria I deu-lhe a ilha de presente. Ali instalado, fundou uma fazenda de cacau, dedicando-se à cultura desse produto em grande escala.
1803  -  José Pedro Cordovil ofertou a ilha à rainha. Tupinambarana foi elevada à Missão Religiosa pelo Capitão - Mor do Pará, Conde dos Arcos, que incumbiu sua direção ao Frei José das Chagas, recebendo a denominação de Vila Nova da Rainha. A eficiente atuação de Frei José provocou um surto de progresso e desenvolvimento na Vila, mediante a organização da Comarca do Alto Amazonas.
1833  -  Em 25 de julho passa a Freguesia, com o nome de Freguesia de Nossa Senhora do Carmo de Tupinambarana. Era ainda Tupinambarana simples freguesia quando iniciou a revolução dos Cabanos no Pará e se alastrou por toda a província. O seu vigário - Padre Torquato Antônio de Souza teve atuação destacada durante a sedição servindo de delegado dos legalistas no Baixo Amazonas. Como Tupinambarana estivesse bem defendida foi poupada aos ataques dos “Cabanos”.
1848  -  Em 24 de outubro, pela Lei Provincial do Pará n° 146, elevou a freguesia à categoria de Vila, com a denominação de Vila Bela da Imperatriz, e constituiu o município até então ligado a Maués.
1852  -  Em 15 de outubro, pela Lei n° 02, é confirmada a criação do município.
1853  -  Em 14 de março dá-se a instalação do município de Parintins.
1858  -  Em 24 de setembro é criada pela Lei Provincial a Comarca, compreendendo os Termos judiciários de Vila Bela da Imperatriz e Vila Nova da Conceição.
1880  -  Em 30 de outubro, pela Lei Provincial n° 499, a sede do município recebe foros de Cidade e passou a denominar-se Parintins.
1881  -  Foi desmembrado do município de Parintins o território que constituiu o município de Vila Nova de Barreirinha.
1911  -  Na divisão administrativa o município é constituído por quatro distritos: Parintins, Paraná de Ramos, Jamundá e Xibuí.
1933  -  Nova divisão administrativa com um distrito Parintins.
1938  -  Em 1° de dezembro, pelo Decreto-Lei Estadual n° 176 é criado o distrito da Ilha das Cotias, passando o município a constituir-se de dois distritos: Parintins e Ilha das Cotias.
1952  -  Em 24 de setembro pela Lei Estadual n° 226, a Comarca de Parintins perde os Termos judiciários de Barreirinha e Urucará, que são transformados em Comarcas.
1956  -  Em 19 de dezembro pela Lei Estadual n° 96, é desmembrado do município de Parintins o Distrito da Ilha das Cotias, que passa a integrar o município de Nhamundá.
1981  -  Em 10 de dezembro pela Emenda Constitucional n° 12, o território de Parintins é acrescido do distrito de Mocambo.
Aspectos Físicos e Geográficos
Limites: Estado do Pará, Barreirinha, Urucurituba, Nhamundá, Distrito de Mocambo e Parintins.
Localização: 9° Sub-Região - Região do Baixo Amazonas Altitude: 50 m acima do nível do mar. Área Territorial: 7.069 Km² Temperatura Média: 26,3° C.
Distância: em linha reta entre Parintins e a Capital do Estado, 369 km. Por via fluvial entre Parintins e a Capital do Estado, 420 km.
Relatos Pretéritos - Parintins
Manuel Aires de Casal (1817)
Vila Nova da Rainha é mediana e abastada de peixes, junto à embocadura do Maués, paragem vantajosa para crescer. Quase todos os seus habitadores são índios Maués, os melhores mestres na composição do guaraná, cujo vegetal é comum no seu território, igualmente apropriado para a cultura dos cacaueiros, já assaz numerosos os plantados. As árvores do cravo não são assaz raras em alguns sítios do seu extenso distrito. (CASAL)
Spix e Martius (1819)
Alcançamos, portanto, a 1° de outubro, o registro de Parintins, algumas palhoças ao sopé de uma colina de uns 200 pés de altura, coberta de mata virgem densa, que, de certo modo, pode ser considerado como ponto limítrofe entre as províncias do Pará e do Rio Negro. (...) O ar é puro; o horizonte, relativamente vasto para estas regiões, é claro e sereno; o calor é quase diariamente atenuado por fresca viração que sopra do Rio acima, e a praga dos mosquitos não flagela demais. Os arredores mais próximos são cobertos de matas aqui e acolá arejados por derribadas e roças, que passam para arbustos cerrados ou capinzais, onde pasta algum gado. Mais para dentro, dizem que se estendem vastas campinas sobretudo em torno de lagoas piscosas, muito procuradas pela gente do lugar nos meses secos. Perto das goiabeiras, avistamos um grande assacu, a difamada árvore de veneno, com cujo leite os índios tinguijam (entorpecem) os peixes.
Antônio Ladislau Monteiro Baena (1839)
Vila Nova da Rainha: missão situada sobre a terra mediocremente alta de uma Ilha pertencente ao sistema de ilhotas jacentes ao longo da ribeira austral do Amazonas, entre o Rio Madeira e o Rio Tupinambaranas: cuja Ilha do lado, em que se acha engastada a missão é lambida pelas correntes do Amazonas, que lhe dão um excelente Porto, e pelos outros lados é lavada por uma porção de águas derivada do furo ou canal Urariá e chamada vulgarmente Rio Ramos, que dividindo-se em dois braços entra no Amazonas por cima e por baixo da mesma Ilha, a qual demora 12 léguas acima do Rio Nhamundá, confim oriental da Comarca no Amazonas. (...) Ela deve sua indicativa ou primordial assento a José Pedro Clodovil, que em 1803 congregou um certo número de silvícolas Maués e Mundurucus atraídos com dispêndio seu e trabalho, e lhe deu o nome de Tupinambaranas que quer dizer Tupinambá não verdadeiro: cujo nome foi pelo Governador do Pará o Conde dos Arcos para a denominação atual quando a estabelece ampliando os descimentos, e encarregando de agregar ao redil muitos Gentios e Carmelitas Frei José das Chagas, que então missionava a Povoação de Canumá. Em 3 de setembro de 1818 vinte e nove moradores subscreveram o seu nome em uma petição, que endereçaram a El-Rei para que sublimasse esta missão à graduação de Vila, obrigando-se eles a edificar à sua custa casa de Câmara e cadeia. Também na mesma petição trataram de acompanhar a Câmara da Vila de Silves e dezenove vizinhos da mesma Vila no seu perdimento ao trono de ser constituído o Governo subalterno da Capitania do Rio Negro em Governo Geral, e de lhe criar uma Junta de Fazenda, e de promover para Este novo Governo o Major do Estado Maior do Exército Manoel Joaquim do Paço, que então era o Governador daquela Capitania. A Ilha em que está erguida a missão, não difere das outras do sistema em ser por maravilha fértil: todas são uns torrões, em que a riqueza natural provoca a atividade do homem. Se ele por meio de uma doutrina rural bem entendida fizer uso industrioso de tantas produções da terra e das águas poderá não só tirar muita abundância, mais ainda enfastiar o apetite humano com a superfluidade. (BAENA, 2004)
Henry Walter Bates (1849; 1854/55)
Continuamos nossa viagem e chegamos a Vila Nova, um lugarejo muito espalhado, com cerca de setenta casas, muitas das quais dificilmente mereciam esse nome, já que não passavam de meras choupanas de barro cobertas com folhas de palmeira. Ficamos ali quatro dias. A Vila era construída num trecho rochoso do barranco à beira do Rio, composto do mesmo conglomerado que já mencionei algumas vezes. Em alguns pontos, uma camada de tabatinga cobre o conglomerado. O solo das redondezas é arenoso, e a mata, que em sua maior parte não parece composta da floresta primitiva, é cortada por vários e largos caminhos que vão terminar, tanto na direção ao Sul quanto do Leste, à beira de Lagoas e Charcos que se estendem em série pelo interior a dentro. (BATES)
Luiz Agassiz e Elizabeth Cary Agassiz (1865-1866)
Vila Bela. 27 de agosto (1866) - Parada de algumas horas, ontem à tarde, em Óbidos para receber lenha. Ninguém desce em terra. Embarcada a lenha, dirigimo-nos diretamente a Vila Bela, situada na outra margem do Rio, na foz do Tupinambaranas. Somos aí cordialmente recebidos pelo Dr. Marcos, um dos antigos correspondentes de Agassiz, que enviou várias vezes exemplares da fauna amazônica para o Museu de Cambridge. Hoje, à tarde, iremos fazer uma excursão de canoa por alguns dos Lagos próximos. (AGASSIZ)


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Sábado, 22.01.11

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Sábado, 22.01.11

JOÃOZINHO E A ANISTIA

JOÃOZINHO E A ANISTIA

Percival Puggina
O Joãozinho é aquele menino das anedotas. Quando quer algo, azucrina tanto, tanto, tanto, atormenta de tal modo quem se antepõe a seus anseios que acaba conseguindo o que deseja. Pois tenho me lembrado do Joãozinho quando vejo a insistência de setores da esquerda em pautas como aborto, supressão de símbolos religiosos, limitação da propriedade da terra e revisão da lei da anistia. Não têm suporte legal, a opinião pública rejeita-lhes as teses, o STF as declara inconstitucionais, mas pouco se lhes dá. Encanzinados, criam ONGs, comissões, conselhos e até ministérios inteiros. Mobilizam as "bases", extraem aqui e ali decisões judiciais que não resistem à primeira contestação, mas vão angariando apoios, sempre pressionando, até a exaustão. Dos outros.

A luta contra a Lei de Anistia é típica. Os joõezinhos já começaram. Primeiro trataram do assunto no âmbito da Comissão de Anistia. Aliás, temos uma Comissão de Anistia que se voltou contra a anistia. No final de 2009 embutiram sua revisão no megadecreto do PNDH-3. Depois tentaram convencer o STF de que a interpretação dada à lei, desde que promulgada em 1979, descumpre preceito constitucional fundamental. Perderam por sete a dois, em decisão do dia 29 de abril do ano passado. Inútil. Poucos mais tarde, Lula mandou ao Congresso projeto criando a "Comissão Nacional da Verdade no âmbito da Casa Civil da Presidência da República ...a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional"). Enquanto o projeto tramita, conseguiram na Corte Interamericana de Direitos Humanos, agora em dezembro, uma condenação ao Brasil por manter a vigência da lei.

Temos aí um suposto interesse pela verdade casado com memória curta. A anistia foi objeto de persistente campanha da oposição ao regime militar, sendo aprovada pelas duas bancadas (ARENA e MDB), em 1979, por votação simbólica. Mas ainda não era ampla, nem geral, nem irrestrita. A emenda nesse sentido foi derrotada. Ela só alcançou essa extensão seis anos depois, após intensa mobilização oposicionista, com a emenda constitucional que convocou a Constituinte, visando à volta dos exilados remanescentes e à total reconciliação.

Passados vinte e cinco anos parece que se arrependeram. O artigo primeiro do projeto presidencial em tramitação no Congresso começa com uma mentira, ao alegar a necessidade de uma reconciliação nacional. Mas isso é o que a anistia já fez! E fez tão bem que os anistiados da esquerda estão no poder pelo voto popular. O que de fato os interessa, ao contrário do que alegam (grande novidade!), são os dividendos políticos dos processos que teriam início. Jamais haverá entendimento ou verdade singular sobre a história de um período tão deplorável. Em torno dele já há historiografia para todos os gostos. E o atual interesse pela verdade, que beatifica os crimes cometidos pelos que pegaram em armas pelo comunismo não produz meia verdade nem gera meia anistia. É uma inteira farsa.

Se não conseguimos solucionar crimes do mês passado, como esclareceremos os de quase meio século atrás? É impossível nos entendermos sobre o passado. Mas com a Lei de Anistia já o fizemos sobre o futuro, obtendo uma pacificação nacional que os joõezinhos, irresponsavelmente, desejam romper. Aliás, a maior prova de que já nos entendemos está em que essa esquerda, hoje como ontem, quer arrumar confusão. Sabem por quê? Porque para ela não há realidade fora do conflito. Mas isso daria um outro artigo.

Especial para ZERO HORA
16/01/2010
REPASSANDO E PEDE QUE REPASSE.

O GRUPO GUARARAPES REPASSAR O ARTIGO DE NOSSO PREZADO SENHOR PERCIVAL PUGGINA. PERFEITO. CLARO. OBJETIVO.

A revista VEJa, nº2.200, ao entrevistar o Comandante do Exército fez a seguinte pergunta: “ O fato de a presidente ter pertencido a organizações terroristas na juventude torna penoso à tropa prestar continência a ela”. Resposta cristalina: Isso não muda nada. A presidente Dilma foi eleita pelo povo de maneira legítima. COMO PREVISTO NO ORDENAMENTO JURÍDICO DO PAÍS”.

Isto quer dizer o seguinte: com a anistia ela não é mais criminosa. Acabou. Começou vida nova. Ela é a comandante das Forças Armadas, PRONTO.

O mesmo se aplica ao senhor Genuino, que tanta celeuma causa por ser assessor do Ministro da Defesa. Ele foi anistiado. O problema dele é outro: “ele responde a um crime e é denunciado pelo Procurador Geral da República, que o colocou como pertencente a uma quadrilha que tentava destruir o ordenamento jurídico do País. Não é ético nem recomendável ter um cidadão que responde a um crime como assessor de qualquer coisa. É pode ser condenado e aí como fica?

 A ANISTIA, como foi feita e não aceita por alguns políticos da oposição que queria proibir os brasileiros que se encontrasse no exterior de se candidatar, já foi resolvida pelo STF. Acabou. Apenas uma esquerda que sonha com STALIN e outros bichos sonham com uma ditadura tipo CUBA.

É por isso que Zé Dirceu chora quando abraça FIDEL, mas vive fazendo lobby pra ganhar dinheiro. Aliás eles gostam e muito. Os escândalos estão aí. Roubam e muito. Vibram quando deixam de beber 51 para tomarem WHISKY de 15 anos. Adoram inverter as coisas, até na bebida. Vejam: 51 passou a ser 15.

REPASSEM O BOM ARTIGO. AJUDE à  DEMOCRACIA BRASILEIRA.

GRUPO GUARARAPES

9doc. nº30-2011


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Segunda-feira, 17.01.11

O MUNDO VAMPIRIZADO


O MUNDO VAMPIRIZADO           

A ação humana tem tornado o orbe em que nascemos e vivemos em verdadeiro mundo vampirizado. Vampirismo na concepção escorreita da palavra corresponde à ação pelas quais Espíritos involuídos, arraigados às paixões inferiores, se imantam a organização psicofísica dos encarnados (e desencarnados), sugando-lhes a substância vital. Constitui inquietante fenômeno de parasitose mental. No Vampirismo, devemos considerar igualmente os fatores externos e internos, compreendendo, porém, que, na esfera da alma, os primeiros dependem dos segundos, porquanto não há influenciação exterior deprimente para a criatura, quando a própria criatura não se deprime. Toda forma de vampirismo está vinculada à mente deficitária, ociosa ou inerte, que se rende, desajustada, às sugestões inferiores que a exploram sem defensiva. O vampiro é toda entidade ociosa que se vale, indebitamente, das possibilidades alheias e em se tratando de vampiros que visitam os encarnados, é necessário reconhecer que eles atendem aos sinistros propósitos a qualquer hora, desde que encontrem guarida no estojo de carne dos homens.

O vampirismo a qual nos referimos está ligado também ao parasitismo espiritual, a parasitose espiritual e a parasitose obsessiva. Ao estudarmos a ação do vampirismo sobre o ser humano devemos nos ater também a ectoparasita Realmente encontramos muitos desencarnados que agem como ectoparasitas, ou seja, “absorvendo as emanações vitais dos encarnados que com eles se harmonizam, aqui e ali”, como são os que se aproximam eventualmente dos fumantes, dos alcoólatras e de todos aqueles que se entregam aos vícios e desregramentos de qualquer espécie. Aqui não existe nenhum fato ilusório ou apelativo, pois citados fenômenos foram estudados e comprovados por grandes cientistas de todas as partes do globo terrestre. É o fato de afirmamos: se existe ser humano voltado para o mal, existirá também Espírito mal e vive-versa, quando nos referimos aos homens de bem. O grande Herculano Pires afirma que: ”Não fazemos uma acusação, registramos um fato”. A prova cientifica da existência da telepatia, da clarividência, da precognição, da sobrevivência da mente após a morte corporal (Rhine, Carington, Soal, Price, nas Universidades de Duke, Cambridge, Oxford, Londres, Berlin, Kirov e outras) não deixam dúvidas quanto à realidade da ação de entidades psicofísicas sobre as criaturas humanas. Rhine provou que a mente não é física, mas de constituição extrafísica. Carington reforçou essa prova e formulou a teoria de entidades psicônicas, formadas de psicons (átomos mentais). Soal designou com a sigla SHI a personalidade humana sobrevivente.

Vasilev, na Rússia entregou-se a experiências para demonstrar que o pensamento e a mente são materiais, mas acabou confessando a sua derrota. Louise Rhine aplicou-se a pesquisas de campo (fora dos métodos de laboratório) e comprovou o que o marido provara em laboratório. Muitos e muitos cientistas no mundo estudam com responsabilidade os fenômenos da espiritualidade e podemos acrescentar a esses nomes os dos cientistas: William Crookes, Yan Stevenson, Alexander Asakof, entre muitos outros. O cientista inglês William Crookes, consegui medir o pulso de um Espírito materializado de nome Kate King, Yan Stevenson dedicou mais de trinta anos de sua vida ao estudo da reencarnação, tendo comprovado cientificamente aproximadamente 3.000 casos de reencarnação. Já o cientista russo Alexandre Asakof comprou a existência de um corpo atrelado ao nosso corpo material e nominou de corpo bioplasmático, que Allan Kardec chamaria de Perispirito.

A explosão psíquica no mundo prosseguiu no seu desenvolvimento, e graças ao alheiamento ou desconhecimento dos psicoterapeutas de formação universitária, que se alimentaram em seus cursos com o leite das Ciências, surgiram por toda parte os charlatões exploradores da credulidade pública e do desespero do século, com suas clinicas pseudoparapsicológicas, devastando a economia dos ingênuos. Os fenômenos paranormais revelam a natureza extrafisica do homem, o que vale dizer a sua essência espiritual.  O que seria do hominal se não existisse em sua composição a essência espiritual? Com certeza nada. O conhecimento é inerente ao homem, pois uma criação divina não poderia ter suas nuanças espirituais desconhecidas e passadas despercebidas. A inteligência um dos dons divinos dados por Deus ao homem levou-o ao estudo personalizado de como foi gerado e por que teria que passar por uma transição que muitos nomeiam de morte. Como se processou sua evolução através dos tempos e a preocupação com um ser superior que comanda toda a vida no orbe terrestre, o nascer, o viver e o morrer já não são mais tabus para a maioria dos cientistas, apenas os materialistas e ateus teimam em rejeitar a existência divina, mesmo tendo o Pai Maior enviado seu próprio filho ao nosso mundo.

O corpo bio-plasmático ou Perispirito do homem ou de qualquer ser vivo não é mais do que o corpo espiritual da tradição cristã, que o grande Apóstolo Paulo chamou na I Epístola aos Coríntios, de corpo da ressurreição. Outro fato marcante e que não pode passar despercebido está na Bíblia quando Jesus na companhia de Pedro, João e Thiago no Monte Tabor assistem a transfiguração de Jesus e quando o Mestre conversa com os espíritos materializados de Moisés e Elias. Quando Deus veio a terra, na pessoa de Jesus, adotou uma forma humana. Fisicamente, Jesus se parecia como qualquer outro homem. Ele teve fome, sede, cansaço, etc. Sua divindade foi vista apenas indiretamente, em suas ações e suas palavras. Mas, numa ocasião, a glória divina interior de Jesus resplandeceu e se tornou visível. A história é contada em Mateus 17:1-8: Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte.

E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. Então disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias. Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi. Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo. Aproximando-se deles, tocou- lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais! Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus. Contra fatos não há argumentos. A vida espiritual é uma realidade e a tão temida morte não existe, ela é apenas a passagem da vida material para a espiritual. Quando a matéria está velha, cansada, maltratada e que não serve mais para o Espírito ele abandonará com certeza.

A matéria é perecível, mas o Espírito não. As intempéries que sofre a humanidade nos dias atuais tem a influência dos Espíritos, por serem eles seres inteligentes que habitam o Universo. Como a materialidade está dominando o mundo em detrimento da espiritualidade nosso querido Deus deixou leis infalíveis e aplicáveis aos que desnorteiam suas emanações, a de Causa e Efeito e a de Ação e Reação. Jesus veio pregar o amor, a fraternidade, a caridade e o perdão, bem como o amor ao próximo, mas o homem pela sua ignorância espiritual só pende para o mal. Mata por prazer diferente dos animais que matam para sobreviver. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA CI- DA ALOMERCE- DA AOUVIRCE- DA UBT- DA AVSPE


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