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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Segunda-feira, 29.11.10

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Segunda-feira, 29.11.10

CMPA, Destaque Nacional na OBMEP

CMPA, Destaque Nacional na OBMEP


Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 26 de novembro de 2010.

Canção do CMPA

Somos espadas de um povo altaneiro,

Somos escudos de grande nação,

Em nossos passos marcham guerreiros

Avança a glória num pendão.

Na nossa escola forja-se a grandeza,

Temos no peito amor juvenil,

Em nossas cores toda a natureza,

Nós somos filhos do Brasil.

Salve o Brasil, CMPA!

Salve o Brasil, CMPA!

No valor de nossos avós,

Salve o Brasil.

CMPA! Salve o Brasil,

CMPA! Na bravura dos seus heróis.

(Letra: Barbosa e Souza)

Mais uma vez o Colégio Militar de Porto Alegre, como de praxe, se destaca dentre as demais instituições de ensino do país, desta vez na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. O CMPA vem se destacando nas provas do ENEM, desde a sua criação, e é o estabelecimento de ensino que apresenta os melhores índices de aprovação, sistematicamente, nos vestibulares da UFRGS. Inconformado com os fantásticos resultados obtidos pelos Colégios Militares em um país cuja educação é caótica o Procurador Regional da República, Domingos Sávio da Silveira questiona a sistemática que define as vagas nas instituições e dão preferência aos filhos de militares. O ataque ao CMPA lembra a atitude do governo Olívio Dutra, então governador do Estado do Rio Grande do Sul, quando tentou desvincular o excelente Colégio Tiradentes da nossa valorosa Brigada Militar. Parece que os “companheiros” não se conformam com as instituições que obtém sucesso no ensino ao contrário de seus modelos ultrapassados e falidos.
- A Razão da Reserva de Vagas
A garantia de matrícula ampara os filhos de militares, que precisam ser transferidos constantemente;
Como não há definição de uma época do ano em que o militar pode ser transferido para qualquer lugar do Brasil, a transferência pode ocorrer fora da época de matrícula das escolas;
A carreira exige muito sacrifício, e a garantia de acesso aos Colégios Militares serve para proteger os dependentes dos militares.

- Com 15 ouros, campeão e vice, CMPA é destaque nacional na OBMEP

Por Cel Leonardo Araújo de Comunicação Social do CMPA
A 6ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (6ª OBMEP) trouxe um recorde qualitativo para os alunos do CMPA. Afinal, foram 15 medalhas de ouro, sete de prata, quatro de bronze, 10 menções honrosas e um professor premiado. Quando computadas apenas as medalhas de ouro, o CMPA obteve 53,57% das medalhas gaúchas e 3% do total nacional. Além disso, o campeão e a vice-campeã nacional do Nível 1 (6º e 7º Ano do EF) são do Velho Casarão da Várzea:

* PEDRO HENRIQUE DA SILVA DIAS
* ADRIANA DE SOUSA FIGUEIREDO
No âmbito estadual, o aluno Lucas Hagemaister obteve o primeiro lugar no Nível 2 (8º e 9º Ano do EF). Considerando-se que 19,6 milhões de estudantes participaram da Olimpíada, o expressivo resultado orgulha a família garança do CMPA e do Sistema Colégio Militar do Brasil, sendo prova inconteste da qualidade do ensino e da dedicação dos alunos e professores. A equipe olímpica do CMPA é orientada pelo Prof. Ms. Gustavo Quevedo Carvalho e pelo Prof. Laudeli Martinho Furlan (que hoje faz aniversário).

Medalhas e Menções Honrosas

Ouro

* PEDRO HENRIQUE DA SILVA DIAS - 1º lugar nacional - Nível 1

* ADRIANA DE SOUSA FIGUEIREDO - 2º lugar nacional - Nível 1

* THALES JEFERSON RODRIGUES SCHIMITT - 3º lugar estadual - Nível 1

* ADRISSON ROGERIO SAMERSLA - 4º lugar estadual - Nível 1

* GIUSEPPE DICK BONATO - 7º lugar estadual - Nível 1

* ARIÁDNE GARCIA LEITE - 8º lugar estadual - Nível 1

* MARIA EDUARDA MULLER EYNG - 9º lugar estadual - Nível 1

* LUISA WLADIMIRSKI CIRIACO - 10º lugar estadual - Nível 1

* GUILHERME GOULART KOWALCZUK - 15º lugar estadual - Nível 1

* LUCAS HAGEMAISTER - 1º lugar estadual - Nível 2

* WILLIAM CECHIN GUARIENTI - 4º lugar estadual - Nível 2

* RAFAEL PALMINI VALTER - 5º lugar estadual - Nível 2

* ANDRESSA BISOTTO PERETTI - 4º lugar estadual - Nível 3

* PEDRO WLADIMIRSKI CIRIACO - 5º lugar estadual - Nível 3

* PEDRO ERNESTO AMARAL DOS SANTOS - 7º lugar estadual - Nível 3

Prata
* FREDERICO SILVA DOS ANGELOS

* THOMAS ULRICH SCHAAN

* NICOLAU PEREIRA ALFF

* DANIEL DOS SANTOS BOSSLE

* MARCELO VICENTE DEWES MOURA

* MATHEUS MARRONE CASTANHO

* DAVI NACHTIGALL LAZZAROTTO

Bronze
* LAURA PERONI BALDINO

* LEONARDO DE ANDRADE MESQUITA

* IGOR GUAZZELLI COSTA DA COSTA

* LAIS VELHO DE MESQUITA

Menção Honrosa

* IGOR POPIE PUSSIELDI
* SILVIA GUARESI
* ANAI CORREA DE SOUZA
* PEDRO MARTINS RECUERO
* EWERTON FALSARELLA MALVEZZI
* THIAGO SANHUDO ROCHA
* CASIO PACHECO KREBS
* FELIPE BERTE SCHMIDT
* ADAM FIJTMAN
* ROBINSON MATTOS NETO
Professor premiado
* GUSTAVO QUEVEDO CARVALHO

Solicito Publicação
Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)

Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)

Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E–mail: hiramrs@terra.com.br

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Segunda-feira, 29.11.10

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Segunda-feira, 29.11.10

JÁ NÃO PODEMOS DIZER NADA!

JÁ NÃO PODEMOS DIZER NADA!


ESTAMOS REPASSANDO O ARTIGO DE SANDRA CAVALCANTE. É UM POEMA DE DOR. ELA NOS FAZ CHORAR POR DOIS MOTIVOS: 1º PELA GRANDEZA DO POEMA QUE VEM DO FUNDO DA ALMA E 2º PELA COVARDIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA.
VAMOS ACORDAR E REAGIR. SALVEMOS O BRASIL PARA NOSSOS FILHOS E NETOS.

REPASSEM POR AMOR DE DEUS.

GRUPO GUARARAPES

JÁ NÃO PODEMOS DIZER NADA!

Sandra Cavalcanti

Em 14 de abril de 1930, aos 36 anos, Vladimir Maiakóvski, o maior poeta russo da era contemporânea, deu um fim trágico à sua atormentada vida. Matou-se porque perdeu toda a esperança e se viu diante de uma estrada sem saída.Sua obra é absolutamente revolucionária, como revolucionárias eram as suas idéias. Mas o poeta, dizia ele, por mais revolucionário que seja não pode perder a alma! Ele acreditou piamente na Revolução Russa e pensou que um mundo melhor surgiria de toda aquela brusca e violenta transformação. Aos poucos, porém, foi percebendo que seus líderes haviam perdido a alma.

A brutalidade crescia. A impunidade era a regra. O desrespeito às criaturas era a norma geral. Toda e qualquer reação resultava em mais iniquidades, em mais violência. Um stalinismo brutal assolou a pátria russa. Uma onda avassaladora de horror e impotência tomou conta de seu espírito, embora ainda tentasse protestar. Mas foi em vão. Rendeu-se e saiu de cena.

Em 1936, escreveu Eduardo Alves da Costa o poema No caminho com Maiakóvski, que resume sua desoladora tragédia."... Na primeira noite eles se aproximam/ e roubam uma flor/ de nosso jardim./ E não dizemos nada./ Na segunda noite, já não se escondem:/ pisam as flores,/ matam nosso cão,/ e não dizemos nada./ Até que um dia,/ o mais frágil deles/ entra sozinho em nossa casa,/ rouba-nos a luz e,/ conhecendo nosso medo,/ arranca-nos a voz da garganta./ E já não podemos dizer nada.”

Nestes tristes tempos, muitos estão vivendo as angústias desabafadas neste poema. Também acreditaram em líderes milagrosos, tiveram esperanças em dias mais serenos, esperaram por oportunidades melhores e sonharam com paz e alegria. Nunca imaginaram que, em seu lugar, viriam a impunidade, a violência, o rancor e a cobiça. Os que chegaram ao poder, sem nenhuma noção de servir ao povo, logo revelaram a sua verdadeira face.

O País está vivendo uma fase de completo e total desrespeito às leis. A Lei Maior, aquela que o País aprovou por meio de seus representantes, não existe. Para uns, todas as leniências. Para outros, todas as violências. Nas grandes cidades, dois governos, duas autoridades: a tradicional e a dos marginais. No campo, ausência de direitos e deveres. Uma malta de desocupados, chefiados por líderes atrevidos e até debochados, está conseguindo levar o desassossego e a insegurança aos milhões de trabalhadores rurais que ali se esforçam para sobreviver.

Isso já vem acontecendo há muito tempo e não há sinal de que alguma autoridade pretenda submetê-los às penas da lei. Ao contrário. Eles gozam de imenso prestígio junto ao presidente, que não se acanha em lhes dar cobertura e agir com a maior cumplicidade. A ausência das autoridades tem sido o grande estímulo para que esses grupos, e outros que vão surgindo, venham conseguindo, num crescendo de audácia e desrespeito, levar o pânico aos que vivem do trabalho no campo.

A mesma audácia impune garante também a expansão das quadrilhas de narcotraficantes em todo o País. A cada dia que passam eles chegam mais perto de nós. Se examinarmos com atenção os acontecimentos destes últimos dois anos, dá para entender o nosso medo. Quando explodiu o caso do Waldomiro Diniz, as autoridades estavam na obrigação de investigar tudo e dar uma punição exemplar. O que se viu? Uma porção de manobras para encobrir os fatos e manter os esquemas intocáveis. E qual foi a reação do povo? Nenhuma.

Roubaram uma flor de nosso jardim, a flor da decência, da dignidade, da ética, e nós não dissemos nada!Quando, da noite para o dia, dezenas de deputados largaram suas legendas e se bandearam para as hostes do governo, era preciso explicar tão misteriosa adesão. O que se viu? Uma descarada e desafiadora alegria no alto comando do País! E qual foi a reação do povo? Nenhuma. Eles nem se esconderam. Pisaram em nossas flores, mataram o cão que nos podia defender. E nós não dissemos nada!

Quando um parlamentar, que integrava a tal maioria, veio denunciar o uso de recursos públicos, desviados de forma indecente, com a conivência dos altos ocupantes do governo, provando que a direção do PT e do governo sabia de tudo e de tudo se haviam aproveitado, qual foi à reação do povo? Nenhuma.

Eles nem se importaram com o fato de terem sido descobertos. O mais frágil deles entrou em nossa vida, roubou a luz de nossas esperanças e, conhecendo o nosso medo, ainda se deu ao luxo de arrancar a nossa voz da garganta. Será que vamos aceitar? Não vamos dizer nada? Será que o povo brasileiro perdeu de vez a sua capacidade de se indignar? A sua capacidade de discernir? A sua capacidade de punir?

Acho que não. Torço para que isso não esteja acontecendo. Sinto, por onde ando e por onde vou, que lá no mar alto uma onda de nojo está crescendo, avolumando-se, preparando-se para chegar e afogar esses aventureiros. Não se trata, simplesmente, de uma questão eleitoral. Não se cuida apenas de ganhar uma eleição. O importante é não perder a alma. O direito de sonhar. A vontade de viver melhor.

Colocar este momento como uma simples luta entre governo e oposição é muito pouco. E derrotá-los, simplesmente, também é muito pouco, diante do crime que eles praticaram contra as esperanças de um povo de boa-fé. O que vai hoje à alma das pessoas é o corajoso sentimento de que é preciso vencer o pavor e o pânico diante da audácia dessa gente, não permitindo que eles nos calem para sempre. Se não forem enfrentados, se não forem punidos, se seus métodos e processos não forem repudiados, nosso futuro terá sido roubado. Nossa voz terá sido arrancada de nossa garganta. E já não poderemos dizer nada.

Sandra Cavalcanti, professora, foi deputada federal constituinte, secretária de Serviços Sociais no governo Lacerda, fundadora e presidente do BNH

E-mail: sandra_c@ig.com.br

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Sexta-feira, 26.11.10

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Sexta-feira, 26.11.10

MISÉRIA ABSOLUTA

MISÉRIA ABSOLUTA


Uma das promessas de campanha da futura presidente foi dizimar a pobreza em solo brasiliano. Seu guarda-costas o presidente Luis Inácio Lula da Silva também prometeu, mas não conseguiu o seu intento. A violência reinante em todo o País e especialmente no estado do Rio de Janeiro é fruto da miséria incontrolável que assola o Brasil. Não seriam necessário estudos de especialistas para chegarmos a essa dolorosa conclusão. Sabemos que 70% da população brasileira ganha até três salários mínimos, 20% em estado de pobreza total, 5% se inserem na classe média e o restante são os abonados pela sorte ou por fatos que não nos interessa colocar em discussão. Infelizmente para os incautos o Brasil é um grande País, aliás, é em extensão territorial e imenso em problemas insolucionáveis.



Rio de Janeiro compartilha uma guerra civil sem precedentes e o governo se vê aflito e impotente para resolver os problemas. Força de Segurança, Forças Armadas, Polícia Civil, Polícia Militar estão convocadas para amenizar a situação. O câncer instalado no Brasil só afasta os traficantes, eles ficam perambulando de um local para outro. Medidas mais severas precisam ser tomadas. Os nossos direitos são desumanos, a nossa política cruel, a nossa soberania está ameaçada, a Pátria amada passa por dificuldades pela falta de incentivos na área social, pois o que se forneceu até agora foram esmolas em forma de bolsas. Os que fazem a educação chiaram por melhores condições de trabalhos e salários, mas só promessa. Na área da segurança e da saúde a mesma coisa. Só quem ganha bem nesse país é a classe política, e além do mais tem as benesses dos mensalões, das formações de quadrilhas, da lavagem de dinheiro, da cobrança exorbitante de impostos, dinheiros em locais não condizentes para um “representante do povo”.



Corrida por R$ três bilhões – o PT (Partido dos Trabalhadores) começa a guerra pelo cargo que controla o Orçamento bilionário do Senado e tem sido centro de escândalos, conforme explicita a revista “Isto É” nº 2141, de 24/11/2010. O poder da primeira-secretaria: “Orçamento do Senado Federal R$ 3 bilhões por ano, pagamentos de convênios 580 contratos com empresas, funcionários da casa com pagamentos de salários 6.372 servidores”. Partidos com mais senadores em 2011: PMDB (20); PT (14); PSDB (11); DEM (06); PTB (06); PP (05); PDT (04); PR (04); PSB (03); PRB, PSC, PMN e PPS (01) cada. Pressões: Heráclito Fortes diz que a turma dos escândalos quer voltar. Que farra pessoal! Enquanto brigam por bilhões crianças morrem de fome do Oiapoque ao Chuí. É uma vergonha nacional. Centro de Criança e Adolescente em Fortaleza, estado do Ceará já recebeu nome de terrorista, homenagem da prefeita Luizianne Lins a Che Guevara. Pode Freud?



Com um orçamento anual de R$ 3 bilhões a Primeira Secretaria do Senado é uma espécie de prefeitura daquela Casa. Por lá, passam todos os contratos de obras e empresas de prestação de serviços terceirizados e um bom naco (grande fatia, pedaço) do poder. E a PEC 300 por onde anda? Dizem que o futuro vice-presidente colocou-a em sua gaveta para não beneficiar as Polícias Militares e agora o governo está se socorrendo delas. “Venha a nós e ao Vosso Reino nada”. É o lema do governo para com os funcionários públicos estaduais e federais. Encontraram um senhor apelidado de credibilidade. Antônio Palocci é o homem forte da transição.



Ele articula diferentes setores da sociedade e prepara os primeiros passos do futuro governo Dilma. “Ele é um dos melhores quadros da República, disse dias atrás o presidente Lula”. Suas missões: Coordenar a comissão técnica que cuidará da transição da máquina do governo; avaliar as ações dos principais ministérios para dar continuidade ou corrigir o que for necessário; traçar as prioridades dos primeiros 120 dias do governo Dilma; barrar o loteamento de cargos nos ministérios e nas empresas estatais e fazer a interlocução com os vários setores da sociedade, principalmente o empresariado. E o povo continua levando chibata. Ele faz levantamento dos principais projetos em andamento no governo. Nós achamos que a maioria desses projetos do governo está paralisada. Venham ver as obras prioritárias do governo do estado do Ceará e tire as conclusões.



No meio empresarial, não é exagero afirmar que seu nome é quase uma unanimidade. Claro. Façam um levantamento minucioso dos empresários que ajudaram eleger a presidente Dilma. As águas só correm para o mar senhores. A presidente eleita Dilma não deseja que le seja visto como uma espécie de primeiro-ministro do seu governo. Todas as opções de Palocci: “Casa Civil: Hábil articulador político, Palocci está cotado para ocupar um cargo que já foi da presidente eleita e passar a responder pela coordenação dos principais programas do governo”. Petrobras: caso a presidente eleita resolva reestruturar a Casa Civil e diminuir o poder de seu titular, há quem diga que Palocci pode ir para a Petrobras, que tem importância de ministério. Ministério da Fazenda – Economista autodidata, Palocci tem a possibilidade de voltar a comandar a economia, no posto que ocupou com sucesso no primeiro governo Lula.



Ministério da Saúde: Médico sanitarista, Palocci cuidaria de uma área que deve ser beneficiada pelo fundo social do pré-sal e é prioritária para o governo Dilma. Ministério das Relações Institucionais – Palocci usaria suas habilidades de negociador para viabilizar a reforma política à qual Lula, fora do governo, se decidirá. “Ele é um animal político que certamente dará contribuições enormes a este país. Ele é muito jovem e acho que ainda tem muita contribuição para dar”, disse Lula. Para ele testar sua competência vamos pedir que faça estágio na Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro para comprovarmos sua eficiência. “Se alguém demonstra experiência é porque se dedicou a praticar alguma coisa. Ao tomarmos uma atitude prática, demonstramos a nossa disposição para nos aprofundar no conhecimento das coisas, para encontrar soluções que funcionem e que sejam simples de entender e aplicar. A atitude prática nos faz resolver o problema, caminhando lado a lado com ele, sem desprezar as teorias, mas evitando conceitos e explicações muito difíceis e que só compliquem na hora de agir. Na hora de tomar uma atitude prática somos meio artistas e meio cientistas, em busca da perfeição”.



Sônia café nos não queríamos a perfeição por sermos imperfeitos por natureza, queríamos que nossos representantes olhassem para a população com carinho e não com desprezo, aliás, essa violência desenfreada que toma conta do Brasil tende a piorar, pois nas aposições do senhor Palocci não denotamos nenhuma ação em termos de melhoria de vida para os esquecidos e menos aquinhoados. É triste, depois de mais de 500 anos ter que convivermos com a fome, com o desemprego, com descasos políticos, desvio de verbas, obras superfaturadas e políticos desonestos enchendo o bolso dele e a conta da família. A situação em todo sertão nordestino é de penúria, nem água a população tem para beber e ainda convivemos com os ultrapassados carros pipa. O que fazer para minorar a situação caótica que passa a nação. Somente vergonha na cara da maioria política e que invista na Trindade Social e deixem de explorar a população miserável que temos. Pensem nisso!



ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DA UBT- DA AVSPE E DA AOUVIRCE

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Quinta-feira, 25.11.10

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Quinta-feira, 25.11.10

VIOLÊNCIA SEM CONTROLE

VIOLÊNCIA SEM CONTROLE

Sabemos não ser tão fácil viver fora das correntes do mal num mundo como a terra; entretanto, a luta é forma de superação e progresso. Você deve lutar contra seus próprios impulsos negativos. A vingança ou revide que muitas vezes se disfarça na forma de “resposta” “esclarecimento” ou “satisfação” é atitude inferior. Como pode o homem sendo um ser imperfeito superar de forma condizente todas essas ações deletérias? Um viés para amainar esses problemas ainda é a educação, mas o governo infelizmente não investe maciçamente na educação da população.

Não resistir ao mal quer dizer também não dar ouvidos àquilo que procede das sombras, podendo envenenar a alma. A política nas suas nuanças deveria ser o ponto de apoio, o azimute magnético para solucionar todas essas mazelas, mas infelizmente uma grande parcela de políticos só pensa no proveito próprio e na locupletação. O mal não merece sua atenção.

Não desperdice tempo e energia. Valorize suas atitudes. Eleve-se a uma dimensão superior de entendimento e permaneça imperturbável. Os tristes acontecimentos ocorridos no Rio de Janeiro nos leva a uma meditação profunda. Nos oito anos de governo do presidente Lula quais as ações fortes e de impactos em prol da Segurança Pública e da população escaldada com a violência seu governo tomou? Na realidade o quadro da segurança no Brasil é caótico e precário demais.

Uma segurança insegura, sem meios, sem belicosidade, sem investimento no homem, sem serviço social, salários de miséria, escala desumana de serviço, bicos de policiais, incentivo zero, enfim nada absolutamente nada. A violência já domina as escolas sejam elas públicas e privadas, outro aspecto quem com certeza, contribui para o aumento da indisciplina e da violência nas escolas relaciona-se à situação política e econômica vivida no País nas últimas décadas.

Segundo afirmações de Nelson Pedro Silva, é do conhecimento, ao menos da população esclarecida, que recentemente voltamos a viver sob o manto do regime democrático. Antes dessa época vivíamos sob forte regime ditatorial. “Não concordamos com as afirmações do escritor em alusão, pois o brasileiro assumiu a personalidade de “parafuso”, e para esse tipo de personalidade só o arrocho resolve”. Veja o fracasso político de Sarney aos dias atuais, incrível a situação do Brasil com as corrupções, mensalões, dinheiro em meias e cuecas, Comissão Parlamentare de Inquérito (CPI) pro forme, tráfico de influência, humano, armas, drogas, prostituição de todos os matizes, remédios, contrabando das mais variadas formas.

Ninguém é punido e continua a onda maléfica se espalhando e contaminando toda a população brasileira. O PSDB, PMDB, PT e outros partidos de grande porte, o que tem feito para garantir o direito de ir e vir dos brasileiros. Assassinatos de políticos, de policiais, de pais de família, de cidadãos fazem a rotina das ruas das capitais brasileiras. Obras faraônicas paralisadas, ruas sem calçamento e sem saneamento básico, obras atrasadas fazem a psicosfera das capitais brasilianas. No interland nem é bom falar, pois as prefeituras só existem no papel. Falta tudo: colégios, hospitais, ambulâncias, infraestrutura e a miséria acima uma conotação destacável. Crianças morrem a míngua, nordestinos sofrem as agruras da seca, o pior é que tem muito açude em terrenos privados. A famosa irrigação como redenção do nordeste morreu no nascedouro.

Volta o escritor a afirmar que a redemocratização do País (pelo menos no plano formal) e a consequente reconquista dos direitos civis e políticos, as pessoas voltaram (ou pelo menos passaram a ter condições teóricas para isto) a comandar suas vidas, isto é, a serem senhoras de sua própria existência. Nós não somos senhores de nada. Vivemos enjaulados, sobressaltados, entregues a meliantes, marginais, assaltantes, descuidistas, e passamos de cidadãos a vagabundos, pois quando somos abordados por esses meliantes eles dizem: “passa o dinheiro vagabundo”. A anomia precisa ser execrada da vida dos brasileiros.

Cidadania, patriotismo não existem mais, as datas festivas nacionais não são mais lembradas e o hinos que simbolizam o amor à pátria sumiram do rol das festividades estudantis. O respeito com o hino não existe, pois apenas um pequeno trecho é tocado e quando existe a necessidade do canto, apenas um pequeno abrimento de boca serve de engano para aqueles que estão presentes as solenidades. A violência passa a ser vista como algo comum, até certo ponto como um fenômeno normal e quiçá natural. Jamais poderemos concordar como essa afirmação, nenhum cidadão se acostuma com violência exacerbada.

A confusão entre o mundo real e o virtual faz com que cada vez mais, a existência de sujeitos crentes de que podem atirar em alguém e depois de algum tempo esse alguém voltará a viver, como se tudo não passasse de um jogo de faz de conta. Esse faz de conta até existe em função da impunidade, protecionismos, dos apadrinhamentos políticos e da condição social do infrator. A produção de comportamento aparentemente corajoso, fazendo com que o sujeito, diante de situações reais de perigo, as subestime – como, por exemplo, num assalto (digo aparentemente corajoso em razão de que tais condutas não são decorrentes da virtude coragem, mas do vício da temeridade).

Nesse caso o homem pode agir instintivamente, pois o instinto é inerente a ele, mesmo sabendo que corre risco de morte, mas o instinto não o abandona. Instinto e coragem são duas sinonímias completamente diferentes. Continua Nelson Pedro Silva em sua narrativa: “Ao uso da violência como único meio – independentemente da situação para a resolução de conflitos interpessoais”. É como se o homem deixasse de utilizar (ou não utilizasse na quantidade necessária) exatamente o instrumento que o diferencia dos outros animais, a capacidade de dialogar e passasse a fazer uso unicamente da violência física.

O homem é possuidor de muitos atributos como o livre-arbítrio, a inteligência e o instinto, mas porque ele deixa de fazer o bem para se inserir no mal? Sendo um produto do meio ele é o fazedor do próprio meio. Um diálogo pacífico pode se transformar numa confusão homérica, visto que o homem perde o atributo da inteligência e vai agir pelo instinto. A violência só vai minorar com políticas sérias, coesas que surtam efeitos rápidos e desejados. Basta usar corretamente a lei, pois ela existe, mas seu emprego fica a desejar. Se todas as políticas usadas em defesa do cidadão não surtirem efeito a única solução é a “Tolerância Zero”.

A ociosidade no Brasil ultrapassa qualquer previsão, nos acontecimentos considerados drásticos acontecidos no “teatro de operações da rua” vocês tomarão ciência do número enorme de pessoas na ociosidade, sem nenhuma atividade para fazer.  Com a ajuda das famigeradas bolsas vem à preguiça mental e por consequência a preguiça corporal e o ser humano que deveria estar produzindo continua sem nada fazer.  A falta de respeito dos políticos para com os cidadãos é muito grande, os serviços sociais funcionam precariamente, principalmente no setor da saúde.

O comércio informal toma conta das praças, ruas e calçadas no Brasil inteiro é uma verdadeira feira persa. O produto padrão do comercio informal são os produtos de pirataria, os CDs e DVDs piratas e os produtos da China. O Brasil precisa ser redescoberto novamente, pois na situação que se encontra nem milagre irá reverter a situação de penúria que enfrentamos no dia a dia. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DA UBT DA AVSPE E DA AOUVIRCE

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 08:57

Quarta-feira, 24.11.10

ACUSIA

ACUSIA


Nome um pouco esquisito, mas pela sua formação denota uma interação com acústica, isto é, o som. A acústica deriva do francês acoustique, parte da física que estuda as oscilações e ondas ocorrentes em meios elásticos, e cujas frequências estão compreendidas entre 20 e 20.000 Hz. Estas oscilações e ondas são percebidas pelo ouvido como ondas sonoras. Qualidade de um espaço arquitetônico sob o aspecto das condições de propagação do som. A acusia se refere a uma deficiência na audição de algumas pessoas.

Classifica também como surdez total que é a incapacidade de receber os sons. Nominaremos essas pessoas de deficientes auditivos. As crianças em idade escolar com essa deficiência merecem uma atenção especialíssima, pois não está enquadrada nos parâmetros legais de outros estudantes sem deficiência de aprendizagem. Acusia nome feminino derivação grega ákousis, (“audição” + - ia) na medicina refere-se a abolição das sensações acústicas produzida por alterações do ouvido, do nervo acústico ou dos centros nervosos. A deficiência auditiva é o nome usado para indicar perda de audição ou diminuição na capacidade de escutar os sons.

Qualquer problema que ocorra em alguma das partes do ouvido pode levar a uma deficiência na audição. Entre as várias deficiências auditivas existentes, há as que podem ser classificadas como condutiva mista ou neurossensorial. A condutiva é causada por um problema localizado no ouvido externo e/ou médio, que tem por função "conduzir" o som até o ouvido interno. Esta deficiência, em muitos casos, é reversível e geralmente não precisa de tratamento com aparelho auditivo, apenas cuidados médicos.

Ocorre-se uma lesão no ouvido interno, há uma deficiência que recebe o nome de "neurossensorial". Nesse caso, não há problemas na "condução" do som, mas acontece uma diminuição na capacidade de receber os sons que passam pelo ouvido externo e ouvido médio. A deficiência neurossensorial faz com que as pessoas escutem menos e também tenham maior dificuldade de perceber as diferenças entre os sons. A deficiência auditiva mista ocorre quando há ambas as perdas auditivas: condutiva e neurossensorial numa mesma pessoa.

Segundo consta no site: crfaster.com/ São várias as causas que levam à deficiência auditiva. A deficiência auditiva condutiva, por exemplo, tem como um dos fatores o acúmulo de cera no canal auditivo externo, gerando perda na audição. Outra causa são as otites. Quando uma pessoa tem uma infecção no ouvido médio, essa parte do ouvido pode perder ou diminuir sua capacidade de "conduzir" o som até o ouvido interno. Manter o ouvido limpo é sinal de asseio, mas não podemos introduzir cotonetes para retirar até a última porção de cera. Retiramos apenas o excesso, pois a cera é uma defesa natural do ouvido.

O cuidado que devemos ter com as crianças é evitar deixar as mesmas brincaram com objetos pequenos ou mesmo alguns caroços, que por inocência ou curiosidade irão colocá-los no ouvido. Se esse ato errado não for notado logo alguns problemas sérios poderão surgir, como otites e outras infecções. Se notarmos a criança impaciente querendo colocar o dedo no ouvido é bom tomar ciência e providências urgentes, pois alguma coisa de errado a criança deve ter praticado.

No caso da deficiência neurossensorial, há vários fatores que a causam, sendo um deles o genético.
Algumas doenças, como rubéola, varíola ou toxoplasmose, e medicamentos tomados pela mãe durante a gravidez podem causar rebaixamento auditivo no bebê. Também a incompatibilidade de sangue entre mãe e bebê (fator RH) pode fazer com que a criança nasça com problemas auditivos. Uma criança ou adulto com meningite, sarampo ou caxumba também pode ter como sequela a deficiência auditiva.

Infecções nos ouvidos, especialmente as repetidas e prolongadas e a exposição frequente a barulho muito alto também podem causar deficiência auditiva. O ouvido é um órgão do corpo humano que requer muitos cuidados. Segundo o decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, a deficiência auditiva é uma "perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando em graus e níveis". Há diferentes tipos de perda auditiva. São chamados de surdos os indivíduos que têm perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da capacidade de compreender a fala através do ouvido.

Com base no trabalho de Roeser & Downs, Martinez (2000), é possível classificar a pessoa com deficiência de acordo com seu grau de perda auditiva, avaliada em decibéis. Evitar ouvir objetos sonoros em alto volume é muito saudável para a audição.

O que é decibel? Decibel é uma unidade de medida da intensidade do som. Essa grandeza poderá ser definida como uma relação logarítmica entre duas potências (elétricas ou sonoras). É válida a seguinte fórmula matemática: dB =10 log 10 (I 1 /I 2). No estado do Ceará, em Fortaleza existe a Lei Estadual Nº 13.100 de 12 de Janeiro de 2001, que reconhece oficialmente no Estado do Ceará como Meio de Comunicação objetiva e de uso corrente a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, e dispõe sobre a implantação da LIBRAS como Língua oficial na Rede Pública de Ensino para Surdos.

Com certeza já é um avanço na qualidade do ensino para crianças portadoras dessa deficiência. Para ornamentar mais a nossa matéria já que a sinonímia da palavra é muito diminuta inserimos alguns aspectos importantes retirados do site saci, que nos orienta no seguinte: “Que língua ensinar para a criança surda? Esta é uma pergunta difícil e polêmica”. As respostas são várias e dependem da postura assumida pelo profissional, das expectativas da família, da natureza da criança, do grau de deficiência auditiva e dos recursos existentes no lugar onde que ela mora. Se tomarmos uma atitude capacitadora é porque estamos dispostos a abarcar dentro de nós todas as possibilidades que temos de fazer alguma coisa benfeita.

Algumas crianças surdas têm possibilidade de adquirir e desenvolver a linguagem oral, utilizando a fala para se comunicar. Outras, por características pessoais e também em decorrência do ambiente familiar em que cresceram, apresentam linguagem oral mínima, que deve ser complementada com outras formas de comunicação (escrita e por sinais). A construção da linguagem oral no indivíduo com surdez profunda é uma tarefa longa e bastante complexa, envolvendo aquisições como: tomar conhecimento do mundo sonoro, aprender a utilizar todas as vias perceptivas que podem complementar a audição, perceber e conservar a necessidade de comunicação e de expressão, compreender a linguagem e aprender a expressar-se.

Na abordagem oralista, ainda hoje adotada por algumas instituições, a comunicação se baseia na fala; não se aceita a utilização dos gestos ou sinais para representar ou indicar coisas, objetos etc. No oralismo, os resíduos de audição servem como parâmetros para a aquisição da fala e da linguagem, sendo associados à leitura da expressão facial. O bilinguismo é a abordagem mais recente e defende a idéia de que ambas as línguas - de sinais (LIBRAS e a oral) (português) sejam ensinadas e usadas sem que uma interfira na outra, ou seja, em situações diferentes.

Entre os mais jovens, e particularmente, entre aqueles que apresentam perdas auditivas severas e profundas, existe um movimento para que assumam a própria surdez. Lutam por seus direitos e buscam divulgar a Língua Brasileira de Sinais, mostrando que se trata de uma língua com regras próprias como a língua portuguesa. Essas orientações são por demais importantes para nós alunos do curso de psicopedagogia da faculdade Vale do Jaguaribe (FVJ). Poderíamos nos estender mais, mas o conteúdo aqui implícito já nos dá uma noção muito boa de como lidar com crianças portadoras de deficiência auditiva.

No dia a dia, na prática, na convivência, nas experiências adquiridas as barreiras serão vencidas e com certeza obteremos nessa missão tão espinhosa que a de lidar e ensinar pessoas portadoras de deficiências de qualquer natureza. Alguns conselhos importantes no lidar com deficientes auditivos: “Como posso me comunicar melhor com o portador de deficiência auditiva”? Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Muitas fazem a leitura labial, outras não; Quando quiser falar com uma pessoa surda, se ela não estiver prestando atenção em você, acene para ela ou toque em seu braço levemente.

Quando estiver conversando com uma pessoa surda, fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas não exagere. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar; Fale diretamente com a pessoa, não de lado ou atrás dela. Faça com que a sua boca esteja bem visível. Gesticular ou segurar algo em frente à boca torna impossível a leitura labial. Usar bigode também atrapalha; Se você souber alguma linguagem de sinais, tente usá-la. Se a pessoa surda tiver dificuldade em entender, avisará. De modo geral, suas tentativas serão apreciadas e estimuladas;

Seja expressivo ao falar. Como as pessoas surdas não podem ouvir mudanças sutis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo serão excelentes indicações do que você quer dizer; Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contato visual, s você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou; Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, as pessoas surdas não se incomodam de repetir para que sejam entendidas; Se for necessário, comunique-se através de bilhetes.

O importante é se comunicar, seja qual for o método; Quando a pessoa surda estiver acompanhada de um intérprete, dirija-se à pessoa surda, não ao intérprete supondo que ela não possa entendê-lo. Um assunto de muita responsabilidade nos chamou a atenção no tocante as crianças hiperativas. A hiperatividade, assim como afirmou Sucupira (1986), trata-se de um rótulo. Igualmente, somos levados a deduzir que tal termo tem se prestado a “inocentar” a instituição escolar, sua política educacional e a sociedade como se configura hoje, na determinação das causas das condutas de indisciplina e para servir aos interesses das indústrias farmacêuticas. Pode Freud? Claro no Brasil tudo é possível. Tolere o ignorante e ajude-o. Lembre-se de que há almas sublimes que nos suportam com heroica bondade. Pense nisso!



ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE – DA UBT- DA AOUVIRCE E DA AVSPE

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Quarta-feira, 24.11.10

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