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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Domingo, 02.05.10

ALIENAÇÃO DO HOMEM

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 17:25

Domingo, 02.05.10

ALIENAÇÃO

ALIENAÇÃO

Uma palavra muito usada nos dias de hoje. Às vezes compreendida por uns e detestada por outras. Tem derivação latina de alienatione e vem como ato ou efeito de alienar-se. Muitas nuanças fazem parte do écran dessa palavra como alheação, cessação de bens, transporte, enlevo, arrebatamento. Poderíamos ficar aqui nas sinonímias, mas vamos mais além. Na filosofia a Alienação Mental se refere ao processo ligado essencialmente à ação, consciência e à situação dos homens, e pelo qual se oculta ou se falsifica de modo que apareça o processo, e seus produtos como indiferentes, independente ou superior aos homens, seus criadores, bem como a objetivação e reificação. Estado e condição ou produto de alienação. Segundo a filosofia, Hegel refere-se ao processo essencial à consciência e pelo qual ao observador ingênuo o mundo parece constituído de coisas independentes uma das outras, e indiferentes à consciência, independência e indiferença serão negadas pelo conhecimento filosófico. (hegelianismo). Não fica por ai.

Depois vem Marx e diz que a alienação é uma situação resultante dos fatores materiais dominantes da sociedade, e por ele caracterizadas, sobretudo, no sistema capitalista, em que o trabalho do homem se processa de modo que produza coisas que imediatamente são separadas dos interesses e do alcance de quem as produziu, para se transformarem, indistintamente, em mercadorias. Fonte: dicionário Aurélio. A falta de consciência dos problemas políticos e sociais. Além da filosofia, a psiquiatria também se refere à alienação mental e coloca-a como forma de perturbação mental que incapacita o indivíduo para agir segundo as normas legais e convencionais do seu meio social. Alienação nada mais é do que uma perturbação mental. (Marxismo). Esses problemas desde há muito tempo essa alienação vem sendo debatidos sem que haja interesse em acabá-la. A crítica a alienação ficou marcada na história. Nos últimos quarenta anos o estudo está centralizado nos Manuscritos Econômicos e Filosóficos de 1844, de Max. A primeira edição desse manifesto mesmo incompleta apareceu na Rússia em 1927 e logo após em 1932.

Quando completa a obra surgiram exemplares na língua russa, alemã e francesa, que fizeram uma difusão em círculos filosóficos e literários por todo o mundo. O objetivo desse manuscrito tinha como objetivação a alienação mental e sua publicação foi incontável o número. “O tempo é o campo do desenvolvimento humano” “O nosso crescimento como ser racional é determinado pelo nosso tempo de vivências. (Karl Marx). Segundo estudiosos o marxismo é uma Doutrina filosófica, econômica, política e social formulada pelos filósofos alemães Karl Marx e Friedrich Engels (1820-1895) entre 1848 e 1867. Tem como fontes principais o idealismo de Friedrich Hegel (1770-1831), o materialismo filosófico francês do século XVIII e a economia política inglesa do começo do século XIX. Segundo o marxismo, a característica central de qualquer sociedade está no modo de produção (escravista, feudal ou capitalista), que varia com a história e determina as relações sociais. Com o processo produtivo, os homens criam as próprias condições de sua existência.

A história seria, então, o resultado das lutas entre os interesses das diferentes classes sociais. Esse conflito só desapareceria com a instalação da sociedade comunista, concebida como igualitária e justa. Nela, o Estado é abolido, não há divisão social nem exploração do trabalho humano, e cada indivíduo contribui de acordo com sua capacidade e recebe segundo sua necessidade. Para o marxismo, o capitalismo é um sistema no qual a burguesia concentra o capital e os meios de produção (instalação, máquina e matéria-prima) e explora o trabalho do proletariado, mantendo-o numa situação de pobreza e alienação. Por estar baseado nessa característica contraditória, a de explorar seu próprio alicerce - a classe trabalhadora -, o sistema prepara o caminho para sua própria destruição. O capitalismo levaria a luta de classes a um ponto crítico, em que o proletariado, privado de sua liberdade por meio da contínua exploração, acabaria por se unir.

A derrota da burguesia coincidiria com a instalação do comunismo. A limitada leitura “literal” de trechos isolados para não enumerarmos erros de leitura de motivação ideóliga. De aforismo e trechos igualmente isolados. Só pode produzir teorias como a do “Marx radicalmente novo” de muitos escritos, que se concentram unilateralmente em certos dos Manucristos de Paris., tomados fora do contexto opostos ao resto da obra monumental de Marx, teorias básicas na metodologia que transforma citações isoladas em slogans sensacionalistas. A obra se divide na Fragmentarismo, na linguagem e terminologia, inadequação da estrutura conceitual, ambigüidade terminológica, complexidade do conceito-chave: alienação. O conceito de alienação de Marx tem quatro aspectos principais, sendo: o homem está alienado na natureza, está alienado em si mesmo ou de sua própria atividade, seu “ser genético” de seu ser como membro da espécie humano, o homem está alienado do homem (dos outros homens). Na primeira está a relação do trabalhador com o produto de seu trabalho, que ao mesmo tempo, segundo Marx, sua relação com o mundo exterior dos sentidos, os objetivos da natureza. A segunda uma atividade alheia, oferecendo satisfação em si e por si mesma, recebe também o nome de alienação da coisa, e a segunda “auto-alienação”.

A terceira é a objetivação da vida da espécie humana. A terceira seria uma união das duas. Resumindo, o conceito de alienação de Marx compreende as manifestações do “estranhamento do homem em relação à natureza e a si mesmo, de um lado, e as expressões desse processo na relação entre homem-humano e homem e homem, de outro. Sinceramente definições e citações difíceis de entender. Num estudo bem sistematizado poderemos chegar ao idealismo de Marx. Logo após, vem e estruturação dos manuscritos de Paris. Nos manuscritos econômicos e filosóficos de 1844 - Marx formula duas séries complementares de questões. A primeira investiga por que há uma contradição antagônica ou “oposição hostil”, como ele por vezes dizia. A segunda série ocupa-se da questão da “transcendência (Aufhebung), perguntando como é possível substituir o atual estado de coisas, o sistema predominante de alienações, da alienação evidente na vida cotidiana até as concepções alienadas da filosofia.

Na dialética e Aufhebung - “A dialética é o princípio de todo movimento e de toda vida "O botão desaparece na explosão da florada, e nós poderíamos dizer que o botão é refutado pela flor. Quando o fruto aparece, igualmente, a flor é denunciada como um falso ser-estar da planta, e o fruto se introduzem no lugar da flor como sua verdade. Essas formas não são apenas distintas, mais ainda cada uma reprime a outra, porque elas são mutuamente incompatíveis. Mais ao mesmo tempo a natureza fluida delas faz que isto seja momentos de unidade orgânica na qual elas não se rejeitam unicamente, mais na qual uma é tão necessária quanto à outra, e essa igual necessidade constitui sozinha a vida do todo. (1941). A dialética é para Hegel “a alma de todo conhecimento científico verdadeiro”. Ela não constitui para ele um método exterior o seu objeto, um diálogo filosófico sobre um sujeito sério onde se chocam opiniões opostas, como podia pensar Platão. Ao contrário, Hegel vê na dialética “na realidade o princípio de todo movimento, de toda vida e de toda atividade". A dialética é o motor da realidade. Nós estamos então bem longe do método tese-antitese-síntese que nós encontramos nas dissertações escolares. “A dialética é segundo Hegel “a alma de todo conhecimento científico”, o princípio de todo movimento, de toda vida e atividade”.

No livro A Fenomenologia do Espírito (1807), de qual é o extrato acima, Hegel dá uma imagem. Examinemos o botão de uma planta. Ele se desenvolve e dá nascimento a florada. Esta “nega" o botão que lhe dá origem. Usamos alguns aspectos inseridos no site: “(http://expressaototal.blogspot.com/2007/08/dialtica-e aufhebung.html) Da mesma maneira, o aparecimento dos frutos vai negar a florada. Do botão ao fruto, a planta evolui graças a um processo negativo que Hegel chama dialética. A "totalidade viva" que a constitui, do germe ao fruto, não é uma "síntese", pois não existe no ser e no tornar-se da planta nada de estático, como indica o conceito difícil hegeliano Aufhebung. Falar mais sobre a alienação e os princípios filosóficos de Hegel seriam necessárias páginas e páginas, mas procuramos aqui tentar expor algum detalhe sobre a alienação mental.

“Os filósofos se limitaram a interromper o mundo de diversas maneiras, o que importa modificá-lo”. (Marx). Você leitor concordaria com os ideais de Marx e Engel? Karl Marx -Karl Heinrich Marx, filósofo e economista alemão, nasceu em Trier (atual Alemanha Ocidental) a 5 de maio de 1818. Estudou na Universidade de Berlim, interessando-se principalmente pelas idéias do filósofo Hegel. (http://www.algosobre.com.br/sociofilosofia/marxismo.html). Formou-se pela Universidade de Lena em 1841. Em 1842 assumiu o cargo de redator-chefe do jornal alemão Gazeta Renana, editado em colônia onde tinha a postura de um liberal radical. Ele queria descobrir a causa dos conflitos de classes provocadas pela revolução Industrial e o meio de resolvê-los. Algumas influências no desenvolvimento do pensamento de Marx: leitura crítica da filosofia de Hegel (método dialético), contato com o pensam (...) ”Na relação com a mulher, como presa e servidora da luxúria coletiva, se expressa à infinita degradação na qual o homem existe para si mesmo, pois o segredo desta relação tem sua expressão inequívoca, decisiva, manifesta, desvelada, na relação do homem com a mulher e no modo de conceber a relação imediata, natural e genérica.” [Karl Marx). Segundo o grande estudioso Vázquez (1968, p.448) a distância que separa o conceito de trabalho alienado para o do fetichismo da mercadoria é a distância entre uma concepção do trabalho ainda não fundamentada dentro de uma análise da estrutura do modo de produção capitalista em que opera o conceito, e outra na qual se concretiza nas categorias de força de trabalho, trabalho assalariado, trabalho abstrato e concreto, etc.

São estas determinações ontológico-históricas que estabelecem que demarquem "as diferenças fundamentais quanto ao lugar, alcance e conteúdo da forma concreta com que aparece a alienação em "O Capital" como fetichismo econômico". Não obstante, em ambas as concepções estão presentes uma estrutura axial da alienação: tanto os homens (o trabalhador individual - alienação da essência humana em 44), ou as relações sociais (alienação de um modo de sociabilidade própria do desenvolvimento histórico-social - em 57-58) se objetivam em produtos que se tornam autônomos e que se apresentam com um poder próprio. O caráter de continuidade que se afirma é a contradição entre os homens e a realidade exterior. Em consequência, não se trata de dissolver ou substituir a teoria da alienação na teoria do fetichismo. A primeira é qualitativamente a mesma e a segunda é sua particularidade funcional e sua problemática é um aspecto da problemática mais abrangente daquela: ... "a concepção marxiana do fetichismo supõe uma teoria da alienação”... Netto (1987 pgs. 59-60).

Mas... "fetichismo e alienação não são idênticos" (p.74). Nesse sentido, se o fetichismo exprime a forma mais desenvolvida da alienação, isso não significa que esgote seu conceito e suas formas de manifestação: "se a relação da alienação condiciona o aparecimento do fenômeno do fetichismo, e se o fetichismo das mercadorias for uma consequência específica da alienação, nesse caso esta é a noção mais ampla e mais rica, que não pode ser limitada ao fenômeno do fetichismo." Schaff (1967, p.135) Nos Manuscritos, a alienação desenvolve-se quando os indivíduos não conseguem discernir e reconhecer o conteúdo e o efeito da sua ação interventiva nas formas sociais. Assim, os processos alienantes podem ser entendidos como processos que envolvem, a partir das condições dadas pela vigência da apropriação privada do excedente econômico, múltiplas e complexas concretizações da atividade sócio-humana nas diferentes esferas da vida social.

Nesse campo amplo de afirmações e desenvolvimentos, a alienação estende sua materialização sem cristalizar-se em relações objetuais, que são próprias da sua nova e determinadas formas constitutivas a partir do fetichismo. Marx evolui de um conceito geral da alienação para uma concepção como fenômeno que deve ser recuperado em sua processualidade histórica, como produtos históricos particulares que necessitam ser investigados concretamente. Em Marx, o primado das categorias econômicas decorre do significado central que tem o trabalho como estrutura fundamental da objetivação social e das relações humanas. E é de uma análise daquelas categorias que se deve partir para "desmistificação" das relações sociais. Não obstante, as relações econômicas e os resultados de sua investigação não determinam e não podem ser simplesmente transferidos mecanicamente para todo conjunto complexo das inter-relações sociais. O específico destas tem que ser identificado em suas múltiplas mediações internas e externas e em suas interligações estruturais fundamentais. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE – DA AOUVIRCE- DA UBT- DA AVESP

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 17:24

Domingo, 02.05.10

CORAÇÃO

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 11:07

Domingo, 02.05.10

NÃO TENHA ÓDIO NO CORAÇÃO: DOC: 113 – 2010

NÃO TENHA ÓDIO NO CORAÇÃO: DOC: 113 – 2010

O GRUPO GUARARAPES RECEBEU O DOCUMENTO ABAIXO E O COPIOU. COMO DEMOCRATAS QUE SOMOS, E ESTA É A NOSSA RAZÃO DE SER, CADA UM PENSA O QUE QUER. Tenha o seu Deus ou não. Adore Cristo, Maomé ou uma estrela vermelha, mas não TENHA O ÓDIO NO CORAÇÃO.
Ser terrorista, roubar ou matar são crimes hediondos em qualquer tempo ou lugar. É ÓDIO E NÃO AMOR.
Alguém falou muito bem: Tirar o CRISTO DA PAREDE DAS REPARTIÇÕES PÚBLICAS e deixar a parede lisa não é trocar apenas de símbolos? Cristo pregou o AMOR e a parede lisa, religião daqueles que não acreditam em nada, prega alguma coisa? SERÁ QUE NÃO ESTÃO PREGANDO O ÓDIO?
Pregam-se a retirada da CRUZ das paredes públicas pode-se colocar retratos daqueles que pregaram o ÓDIO, como CHE GUEVARA?
LEIAM O DOCUMENTO ABAIXO E MEDITEM!
A DECISÃO É DO AMIGO EM MANDAR PARA FRENTE, ARQUIVAR OU JOGAR FORA.
NOSSA DECISÃO FOI MANDAR EM FRENTE, POIS EVITAMOS QUE, EM 1964, FOSSE INSTALADO O ÓDIO EM LUGAR DO AMOR NO NOSSO BRASIL. ESTA É A GRANDE MENSAGEM DE CRISTO.
GRUPO GUARARAPES
Fundamentalismo Ateu
Um espectro que ameaça o Brasil

Em nome de uma ideologia que nega Deus e diviniza o homem, o fundamentalismo ateu quer acabar com qualquer vestígio de Religião e de Moral no Estado e na sociedade moderna.
Por isso, deformando o verdadeiro conceito de Direitos Humanos, o fundamentalismo ateu destrona a Deus desconhece seus Mandamentos, fazendo do próprio Homem e dos caprichos da liberdade humana o supremo juiz do bem e do mal, do justo e do injusto, do louvável e do repreensível.
Desconhecendo a ordem posta por Deus no Universo e a natureza humana, o fundamentalismo ateu advoga:

- morticínio das crianças no seio materno em nome de um suposto direito das mulheres a dispor de seu corpo, o que lhes permitiria gozar livremente da sexualidade;

- legitimação da prostituição como meio honesto de ganhar a vida;

- equiparação das uniões homossexuais à instituição sagrada da família, pretendendo até entregar crianças inocentes para serem adotadas por homossexuais, criando-se e desenvolvendo-se em ambiente contrário à família instituída por Deus;

- invasão das propriedades para satisfazer a cobiça de pessoas que se recusam a ganhar o pão com o suor de seus rostos;

- proteção dos criminosos e a limitação dos meios de ação das forças policiais.
Mais ainda, por ser incapaz de conter qualquer renascimento religioso nas novas gerações, o fundamentalismo ateu quer eliminar dos lugares públicos todo símbolo religioso, para que os cidadãos acabem esquecendo Deus e não Lhe agradeçam tudo que a Ele devem.

Instrumentalizando a Lei e a Justiça, e ameaçando com pesadas sanções penais e multas, o fundamentalismo ateu já tem conseguido seu mal intento, em países em que outrora predominava o espírito cristão:

- obrigar os hospitais católicos a praticar abortos (Colômbia) e forçar as faculdades de medicina de universidades católicas a ensinar como se fazem os abortos (Espanha);

- obrigar os farmacêuticos a venderem pílulas abortivas (França);

- forçar os funcionários municipais cristãos a “celebrar” cerimônias de casamento entre homossexuais (Inglaterra);

- sancionar juízes por terem tomado medidas de precaução para salvaguardar o melhor interesse de crianças que estão sendo adotadas por pseudo-casais homossexuais (Espanha);

- condenar penalmente fotógrafos por recusarem-se a filmar festas de casamento homossexual (Estados Unidos) e multar igrejas por não alugarem salões paroquiais para a realização de tais festas (Estados Unidos);

- obrigar escolas católicas ou de outras confissões cristãs a dar aulas de educação sexual nas quais se ensina que o aborto e a homossexualidade são opções legítimas (Inglaterra);

- mandar retirar os crucifixos das escolas públicas (Itália).

E que pretexto os legisladores e os juízes alegam para punir os “culpados”?

É um deturpado conceito de Direitos Humanos que – em nome da “não discriminação”, da “libertação da mulher” ou da “proteção das minorias marginalizadas” – admite como legítimos comportamentos outrora penalizados por contrariarem a Lei de Deus.
Em outras palavras, esse falso conceito ateu de Direitos Humanos está se transformando no único “dogma” aceito pela sociedade moderna.

Se os ensinamentos de uma religião entram em choque com esse “dogma”, dita confissão religiosa passa a ser considerada ipso facto como uma ameaça à ordem pública e ao regime democrático.
O Brasil – que é o maior país católico do mundo – tinha sido até aqui poupado desses conflitos religiosos em que, cada vez mais, vão sendo envolvidos os cristãos da Europa e dos Estados Unidos.
Porém, o Programa Nacional de Direitos Humanos, recentemente lançados pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu Secretário para os Direitos Humanos, Sr. Paulo Vannuchi, faz nosso País entrar de cheio nesse conflito entre o fundamentalismo ateu e a religião.
Se não, vejamos:
1 No plano religioso, o PNDH-3 visa “instituir mecanismos que assegurem o livre exercício das diversas práticas religiosas”, assim como “desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União”, desconhecendo as raízes católicas da história e da imensa maioria da população brasileira e abrindo as portas escancaradamente para a bruxaria e o satanismo.

2 Desrespeitando o direito à vida do nascituro, o PNDH-3 tem como um dos seus objetivos prioritários “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”.

3 Visando expressamente desconstruir a célula familiar tradicional e desconhecendo o direito das crianças de nascer e ser educadas no seio de uma família normal, o PNDH-3 visa “apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo”, “promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos” e “reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade”.

4 Equiparando o vício a uma profissão honesta (e desconhecendo que, na maioria dos casos, as prostitutas são escravas de redes de tráfico), o PNDH-3 visa “garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão” e “realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo”.

5 Numa clara opção socializante, o PNDH-3 propõe “políticas públicas de redução das desigualdades sociais concretizadas por meio de ações de transferência de renda, incentivo à economia solidária e ao cooperativismo, à expansão da reforma agrária, ao fomento da aquicultura, da pesca e do extrativismo e da promoção do turismo sustentável”.

6 Em claro ataque à propriedade privada, o PNDH-3 declara desejar “fortalecer a reforma agrária com prioridade à implementação e recuperação de assentamentos … e regulamentação da desapropriação de áreas pelo descumprimento da função social plena”.

7 Golpeando o direito de propriedade, o PNDH-3 privilegia, para resolver os conflitos originados pelas invasões ilegítimas de terras e prédios urbanos, não a aplicação das decisões liminares de justiça mas a “mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos … como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares”.

8 Baseado num dogmatismo ecologista sem fundamento na ciência e que cria obstáculo ao desenvolvimento econômico, o PNDH-3 visa “fomentar o debate sobre a expansão de plantios de monoculturas que geram impacto no meio ambiente e na cultura dos povos e comunidades tradicionais, tais como eucalipto, cana-de-açúcar, soja, e sobre o manejo florestal, a grande pecuária, mineração, turismo e pesca” assim como “fortalecer políticas públicas de apoio ao extrativismo e ao manejo florestal comunitário ambientalmente sustentáveis”.

9 O Programa visa igualmente desmembrar o Brasil, outorgando enorme autonomia às populações indígenas sob pretexto de “assegurar a integridade das terras indígenas para proteger e promover o modo de vida dos povos indígenas “ e de “garantir demarcação, homologação, regularização e desentrosação das terras indígenas, em harmonia com os projetos de futuro de cada povo indígena, assegurando seu etnodesenvolvimento e sua autonomia produtiva”.

10 Igualmente, em lugar de favorecer a integração dos silvícolas na vida nacional e fazê-los beneficiários do progresso, o PNDH-3 mantém os objetivos do PNDH-2 que já declarava visar segregá-los num regime de apartheid implementando “políticas de proteção e promoção dos direitos das sociedades indígenas, em substituição a políticas assimilacionistas e assistencialistas”.

11 O viés totalitário transparece na proposta de “implementar” o Observatório da Justiça Brasileira, em parceria com a sociedade civil” e “estimular e ampliar experiências voltadas para a solução de conflitos por meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos Humanos”.

12 Mesmo a polícia deve ficar sob controle, pois o PNDH-3 propõe “a criação, com marco Normativo próprio, de ouvidorias de polícia autônomas e independentes, comandadas por ouvidores com mandato e escolhidos com participação da sociedade civil, com poder de requisição de documentos e livre acesso às unidades policiais”.


Aquilo que em outros países está sendo feito de maneira sorrateira e diversificada, mudando primeiro uma lei a respeito de um tema, depois dando uma sentença arbitrária a respeito de outro, mais tarde assinando um tratado internacional a respeito de um terceiro assunto, no Brasil pretende-se fazê-lo de uma vez só e abarcando de modo unificado todas as áreas da atividades humana.
Julgando talvez o Brasil um país demasiado conservador, o fundamentalismo ateu decidiu aparentemente proporcionar-lhe uma “terapia de choque” com o Terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos. Por esse mecanismo totalitário, está se abrindo na nossa Pátria uma das maiores perseguições religiosas da História. Senão a maior: porque suas vítimas não serão apenas os seguidores desta ou daquela religião, mas todos os brasileiros de bem que querem respeitar a Lei de Deus, os ditames da justiça natural e sua própria consciência. Face a essa ameaça, a Igreja Católica no Brasil, que não pode mudar os ensinamentos que recebeu em depósito das mãos de seu divino Mestre, também não pode deixar de evangelizar o nosso povo a esse respeito sem trair sua missão. Ela não pode, portanto, evitar esse choque com o fundamentalismo ateu e com as estruturas do poder político que o sustentem, nem com aqueles conglomerados da mídia que ditam o “credo” ateu, individualista e hedonista imperante na sociedade contemporânea.

De nós, brasileiros, dependerá o resultado desse entrechoque:

- se nós nos omitirmos e permitirmos que o PNDH-3 seja implementado, os católicos passarão a ser perseguidos, ou pelo menos considerados “cidadãos de segunda classe” que vivem pachorrentamente num mundo completamente paganizado; - se nós resistirmos estaremos escrevendo mais uma página de glória na história de nossa Pátria e na história da Igreja. Sirvam-nos de alento nessa conjuntura as luminosas palavras que proferiu o Beato Papa Pio IX quando os revolucionários italianos ocuparam os Estados Pontifícios, invadiram Roma e deixaram o Sumo Pontífice virtualmente prisioneiro no Vaticano:

Papa Beato Pio IX

“A maldade dos homens, excitada pelos demônios, elevou Jesus Cristo sobre o Gólgota, cravado numa cruz: mas foi precisamente sobre a cruz que Jesus Cristo estabeleceu sua Igreja, completando a obra de salvação do mundo. Aquilo não foi uma derrota, mas a primeira vitória. Foi lá que a graça triunfante começou sua obra. “A partir daí, as oposições e as lutas não deram quartel à Igreja, mas cada luta marcou um triunfo. Porque aquele sangue que correu por todos lados, inundando e regando sobretudo o solo de Roma, em lugar de extenuar a Igreja, deu-Lhe uma nova força. E longe de eliminar seus discípulos, apenas conseguiu multiplicá-los. O que permitiu chamar esse sangue de semen christianorum, semente de novos cristãos! “Hoje, não se faz mais a guerra a uma parte apenas da Igreja, ou a apenas um artigo de sua fé, ou a um de seus dogmas. É à Igreja universal que a guerra é declarada. É contra a incredulidade, contra o ateísmo, o materialismo que a Igreja deve lutar. “Mas a Igreja de Jesus Cristo, construída sobre a pedra, não será jamais abalada, qualquer que seja a violência da tempestade. Ela tem como garantia a própria palavra desse Deus que disse: Portae inferi non praevalebunt – As portas do inferno não prevalecerão contra ela.”

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Domingo, 02.05.10

ATUAL PRESIDENTE

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 10:19

Domingo, 02.05.10

O NOVO BRASIL DE LULA. Doc. 117 – 2010

O NOVO BRASIL DE LULA. Doc. 117 – 2010
WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES
NÃO VOTAR EM CORRUPTO É UM DEVER CÍVICO


No seu pronunciamento na TV em comemoração ao DIA do TRABALHO, hoje 1º de maio, o presidente diagnosticou um FUTURO BRASIL, para ninguém botar defeito. No Brasil apresentado diante de todo país, na haverá pobres, todos terão educação satisfatória, moradia decente; e postos de saúde para atender todos com conforto e à hora.

Será que o Presidente conhece o que acontece no país inteiro? Aqui no Ceará – que é o que vejo – o caos é total nos hospitais e postos de Saúde que dependem do governo. Os corredores são totalmente ocupados por macas com pacientes esperando locais adequados. E não raro, esperando cirurgia.

No capítulo escola, já não se encontra mais argumentos para comentar o caos no assunto. Enquanto, são oferecidas quadras de esportes, pistas de skate, campo de futebol, escolas de balé, salas com computador à vontade. Creches fechadas, o número já é esquecido. Escolas apropriadas são promessas que já não são mais levadas em conta. Casas de idosos sendo fechadas, pois o governo não quer saber de velho.

Crianças nos sinais pedindo esmola, ou olhando pela janela do passageiro se há alguma bolsa ou embrulho escondido, é o que mais se vê. Baixar o vidro para dar esmola, pode ser um ato de alto risco. Na calçada do edifício onde moro, todas as tardes, um casal com três crianças aparece pronto aparentemente para passar a noite. Passam-se, confesso que nunca conferi.

Uma avenida, á beira da praia, está totalmente interditada, porque o asfalto foi feito em cima da areia, e a umidade natural do mar, fez seu serviço.

Não sei se o presidente falava do Brasil como um todo, ou do Brasil de Brasília, do Plano Piloto, da Esplanada dos Ministérios, das Torres Gêmeas do Executivo, onde existem “fontes de mel”, que jorram sem parar. Os Órgãos Administrativos também são dotados dessas fontes mágicas, nas quais jorram “fichas convenientemente sujas” para serem usadas em ocasiões sem chamar a atenção. Dos dólares que já tiveram que ser transportados em cuecas, e até meias foram flagradas por câmeras escondidas, o que valeu dias de prisão para o Governador, da Capital, que acabou sendo afastado do cargo, enquanto os ligados ao Poder, soltos e fagueiros, sendo até coordenador de bancada federal, como no Ceará, pois as portas se abrem com mais facilidades.

Será que contaram ao presidente do Brasil atual, onde as estradas que já estavam sendo condenadas, hoje estão sendo tragadas pelas águas das chuvas que causam enxurradas de norte a sul? A conveniente eleição que se aproxima, pode contribuir para esvaziar os comentários que insistem em aparecer que o crédito que o presidente conquistou – principalmente na Europa – com suas peripécias de partícipe do Cirque Du Solleil, hoje está correndo o risco de perder o prestígio?

Presidente, seu nome com certeza NÃO será esquecido. Mas, não acha que é ALGUMA PRETENSÃO pensar que o Brasil sobreviveu graças a seus mensaleiros, aloprados e, sobretudo, SEU Carisma?

MANCHETE DO JORNAL DIÁRIO DO NORDESTE DE 1 DE MAIO DE 2010.
“PROGRAMA DA SAÚDE DA FAMÍLIA EM FORTALEZA É UM FRACASSO’.
PRESIDENTE: FORTALEZA É PT.


Glacy Cassou Domingues – Grupo Guararapes. Fort. 1 DE MAI - 2010.

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 10:16


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