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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Sexta-feira, 09.04.10

RESGATE

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 07:43

Sexta-feira, 09.04.10

Resgates Históricos? Por quê?

Resgates Históricos? Por quê?

Por Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 09 de abril de 2010.

“Em 14 de abril de 1998, o presidente Fernando Henrique Cardoso homologou cinco terras indígenas em São Gabriel da Cachoeira, região conhecida como Cabeça do Cachorro, formando um polígono contínuo de 10,6 milhões de hectares (quase o tamanho de Cuba), área ainda maior que a descomunal reserva ianomâmi (9,4 milhões de hectares)”. (Hiram Reis e Silva)

- Grandes vazios demográficos

As águas pretas do Rio Negro serpenteiam de Cucuí até Santa Isabel, dentro de uma grande, descomunal mesmo, reserva indígena. Em nome de um resgate histórico, totalmente inexplicável e infundado, a FUNAI vem, ao longo dos últimos anos, demarcando reservas sem qualquer critério histórico ou científico. Nossa descida, de caiaque, de São Gabriel da Cachoeira até Santa Isabel do Rio Negro permitiu-nos identificar o enorme vazio demográfico, nas margens do rio, justamente onde a própria FUNAI afirma existir a ‘maior concentração de comunidades indígenas’ de toda a região da Cabeça do Cachorro. As pequenas comunidades gravitam em extensões extremamente limitadas, não se atrevendo a enfrentar os pequenos afluentes da bacia do Negro onde se encontram seus recursos pesqueiros mais importantes. Ao invés disso cobram taxas de não índios que queiram pescar ou desfrutar de outros recursos naturais de ‘suas terras’.

Os valorosos guerreiros do passado dependem hoje, totalmente, dos ‘arrendamentos ilegais’ e das ‘bolsas famílias’. Esta dependência dos ‘civilizados’ tornou-os verdadeiros espectros humanos, decadentes física e moralmente. Meu sangue Charrua fez-me voltar os olhos, novamente, para meus irmãos do Alto Solimões, os altivos Ticunas. Mesmo diante de todos os problemas que encaram frente à modernidade, suas sadias lideranças estão se adaptando, lutando e procurando novas alternativas de vida para suas comunidades. O contraste das belas paisagens do Negro com o desânimo dos nativos cravou suas garras na minha alma e até agora sinto uma nostalgia e um desencanto que nunca sentira antes.

Ao demarcar reservas em grandes áreas contínuas, a FUNAI afirma saldar uma dívida histórica. A visão falaciosa e romanesca da FUNAI vem protagonizando uma política totalmente contrária aos interesses nacionais e ao da própria população indígena a longo prazo. Os nativos do alto Rio Negro são uma mostra do quanto equivocada tem sido essa política. Os declínios populacionais verificados nas comunidades ribeirinhas, ao longo dos tempos, provocado pela migração em busca do conforto e assistência das cidades de São Gabriel e Santa Isabel confirmam essa afirmativa.

- Dívida Histórica?

"O Brasil resgatará uma dívida histórica com os povos indígenas quando consolidar o processo de demarcação de suas terras. Tenho a convicção de que esse processo estará concluído até 2006.” (Mércio Pereira Gomes - Presidente da FUNAI)

A história não ampara esta necessidade de se pagar qualquer dívida histórica. Pena que não tenham sobrevivido nenhum dos sambaquieiros, tapajós ou marajoaras e tantos outros mortos ou devorados pelas hordas migratórias que dominaram vastos territórios desde a Bacia do Orinoco até a Bacia do Prata. Estariam, hoje, solicitando, estes sim merecidamente, um resgate dos nativos atuais que os exterminaram.

O jornalista Leandro Narloch, no seu livro ‘Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil’, afirma que a visão, de que os índios viviam em harmonia entre si e com a natureza, é totalmente equivocada e que, na verdade, os índios travavam guerras permanentes entre eles, destruíam as florestas, exterminavam animais, pessoas e culturas.

Vamos reproduzir pequenos trechos de um dos livros do professor Evaristo Eduardo de Miranda que corroboram o pensamento de Narloch: “(...) Se existe um aspecto comum e marcante na história das populações indígenas, antes da chegada dos europeus, são as migrações, os grandes deslocamentos espaciais e os conflitos e guerras entre diferentes grupos, caracterizadas por expansões e contrações geográficas, crescimentos e declínios demográficos e até extinções.

Os diversos grupos tupis (...) penetraram territórios alheios e, de forma pacífica ou belicosa, conquistaram novas terras, submeteram outros povos, roubaram suas mulheres, devoraram seus guerreiros, incorporaram elementos de sua cultura e impuseram sua língua, especialmente nas áreas florestais”. (Miranda)

Antonio Ladislau Monteiro Baena relata em 1839, sem devaneios literários, quem era o lendário herói Ajuricaba tão citado, na atualidade, pelos poetas, líderes indígenas locais e seus simpatizantes. Certamente, Ajuricaba não foi um herói para os nativos que aprisionava e vendia para os holandeses. Cita Baena: “Na adjacência deste mesmo lugar habitou antigamente o nefário Ajuricaba, principal dos Manaos e flagelo dos Índios Aldeados do Rio Negro (...) o qual se aliançara com os holandeses de Suriname, aonde ia pelo rio Branco permutar com eles os índios, que fazia escravos por meio de assíduas e poderosas correrias praticadas nas aldeias discorrendo pelo rio Negro à frente de uma esquadra de 25 canoas com a Bandeira dos Países Baixos”. (BAENA)

- “Os índios sempre souberam como lidar com a terra"

Mais uma vez, o presidente Mércio Pereira Gomes, da famigerada FUNAI, mostra desconhecer a cultura que tanto defende e as leis que regem a sobrevivência dos povos nativos. O professor Evaristo Eduardo de Miranda afirma que o processo de savanização da floresta não só teve origem com os povos primitivos, mas como continua até os dias de hoje.

Evaristo Eduardo de Miranda: Possui graduação em Ingénieur Agricole - Institut Superieur d Agriculture Rhone Alpes Isara (1976), mestrado em Ecologia - Université de Montpellier II (Scient. et Tech du Languedoc) (1978) e doutorado em Ecologia - Université de Montpellier II (Scient. et Tech du Languedoc) (1980). Atualmente é consultor - Food And Agriculture Organization - FAO, assessor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP, assessor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - FAPERGS, consultor - United Nations Educational Scientific And Cultural Organization - UNESCO, membro do Conselho Consultivo do Planeta Sustentável do Grupo Abril, Pesquisador - Embrapa Monitoramento por Satélite, assessor científico do Ministério das Relações Exteriores, representante do Ministério da Agricultura na Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional e diretor do Instituto Ciência e Fé. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: Ecologia, Sustentabilidade, Desequilíbrio Ambiental, Cartografia Ambiental, Monitoramento por Satélite e Gestão Territorial do Agronegócio. (Sistema Currículo Lattes)

"São eles que nos ajudam a manter vivas nossas matas e contribuem para a preservação de nossos mananciais.” (Mércio Pereira Gomes)

“O uso sistemático do fogo pelos humanos, principalmente como técnica de caça, favoreceu a extensão ou a manutenção de ecossistemas abertos como as savanas ou cerrados, em detrimento das áreas florestais, mesmo em condições climáticas desfavoráveis.

(...) Condicionamentos locais de clima e solo podem acelerar ou limitar esse processo, mas o caráter nômade de vários grupos de caçadores-coletores espalhou esse fenômeno em diversos locais da região amazônica.

Esse processo de savanização, de ampliação de áreas de cerrados em detrimento das florestas, ainda segue seu curso nos dias de hoje, em vários locais da Amazônia, promovido por culturas ameríndias bem posteriores aos primeiros caçadores-coletores. (...)

A regressão das florestas e a ampliação dos cerrados devido ao uso do fogo podem ser observadas nitidamente em sequências de imagens de satélite, de vários anos, tiradas de áreas indígenas no norte do Pará, na região dos Tiriós, próxima da fronteira com o Suriname. Ali, os indígenas promoveram um crescimento anual da área dos cerrados em detrimento da floresta, pelo uso generalizado do fogo em grande escala. Eles alteram a dinâmica vegetal com a promoção de gigantescos incêndios anuais, os maiores de todo o Brasil. Eles propagam-se ao sabor dos ventos alísios do hemisfério norte, na direção nordeste-sudoeste”. (Miranda)

- Escravidão

A origem da escravidão deve igualmente ser revista para que o resgate proposto, sistemas de cotas, comunidades quilombolas, não acabe fomentando, no país, um ‘apharteid étnico’ idêntico ao que se vê hoje implantado pelos indígenas da Raposa e Serra do Sol, em relação aos não índios. O costume de vender os prisioneiros de guerra era bastante comum entre as diversas etnias africanas; a escravidão foi durante muito tempo uma prática corriqueira em todas as civilizações independente da cor da pele.

"Se algum escravo fugia dos Palmares, eram enviados negros no seu encalço e, se capturado, era executado pela ‘severa justiça’ do quilombo” (Carneiro)

Os negros africanos foram, de longe, os maiores traficantes de escravos negros. A tradição estava tão arraigada que um escravo liberto, imediatamente, buscava adquirir um escravo para si mesmo. O ‘herói’ Zumbi dos Palmares, personagem que virou símbolo da luta contra o racismo no país, tinha seus próprios escravos. Os escravos que se negavam a fugir das fazendas e ir para os quilombos eram capturados e transformados em cativos dos quilombos. Palmares lutava contra a escravidão própria, mas não pela escravidão alheia. Para reforçar a idéia de que os escravos brasileiros, talvez, tenham sobrevivido somente porque vieram para o Brasil, vamos lembrar que os países da ‘Mãe África’ foram os últimos a abolir a escravidão e que os genocídios étnicos, na região, continuam acontecendo nos dias de hoje. Certamente, os grupos capturados, na época, caso não fossem vendidos teriam sido sumariamente exterminados lá mesmo.

Fonte:

BAENA, Antônio Ladislau Monteiro. Ensaio Chorographico do Pará. 1839 - Brasil - Brasília, 2004 - Senado federal.
CARNEIRO, Edison. O Quilombo dos Palmares - Brasil - Rio de Janeiro, 1966 - Editora Civilização Brasileira.
MIRANDA, Evaristo Eduardo de. Quando o Amazonas corria para o Pacífico - Brasil - Rio de Janeiro, 2007 - Editora Vozes.
NARLOCH Leandro. Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil - 2009 - Editora LeYa.

Solicito Publicação

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional
Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br
E-mail: hiramrs@terra.com.br

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 07:40

Sexta-feira, 09.04.10

GEN PIRES GONÇALVES

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 07:38

Sexta-feira, 09.04.10

O GENERAL FALOU. DOC. Nº 78-2010

O GENERAL FALOU. DOC. Nº 78-2010

WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES

NÃO VOTAR EM CORRUPTO É UM DEVER CÍVICO

Milhares e milhares de residências ficaram com suas TVs abertas, esperando a entrevista do General Leônidas Pires Gonçalves. Nós, militares, ficamos tensos, pois se tratava de um antigo chefe nosso, que, na lide militar, mereceu sempre o nosso respeito.

A entrevista foi um sucesso. De logo vimos um cidadão avançado na idade ainda firme e mostrando que não estava ali para enganar. A verdade foi dita com presença de espírito e coragem. Todos sentiram que o general não mentiu o que é muito comum do lado daqueles que falam em luta pela democracia, mas queriam, mesmo, era implantar a DITADURA COMUNISTA TIPO CUBA, ALBÂNIA OU CHINA.

O general sublimou-se quando afirmou que não havia exilado no Brasil. Tinha havido covardes que fugiram e deixaram alguns companheiros lutando sozinhos. Pediu que apontassem um único decreto exilando algum brasileiro e até agora todos calados.

Afirmou o general que não tinha havido tortura no seu DOI-CODI e isto ele afirmava com convicção, pois o militar brasileiro é antes de tudo um democrata. Todos afirmam, hoje, que foram torturados para receber dinheiro e estão mentindo descaradamente. Querem é dinheiro e já se gastou quase 3 bilhões de reais, com os falsos idealistas.

Por falar em dinheiro afirmou que um comunista recebeu 150 mil reais para delatar os companheiros e o recebeu em dinheiro, que foi entregue à filha, do mesmo, no Rio Grande do Sul. Muita gente fica a perguntar a razão de silenciar o nome do corrupto e a razão é muito simples: no dia que souberem irão matar como mataram seus companheiros Câmara Ferreira, Leite de Toledo, Carlos Alberto, Salatiel. O professor Alvarenga e nos tempos atuais os prefeitos de Santo André e Campinas. Isto que o general praticou, não citando o nome do comunista, chama-se: ética.

O general Leônidas foi de uma felicidade única e fica claro que o BRASIL foi salvo de uma DITADURA COMUNISTA e ainda afirmou que numa ditadura vivemos, agora.

PARABÉNS DO GRUPO GUARARAPES.

VAMOS REPASSAR PARA INFORMAR! A INTERNET É A NOSSA ARMA!

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.765 CIVIS – 49 da Marinha – 472 do Exército – 50 DA Aeronáutica; total 2.336 In memoriam 30 militares e 2 civis. batistapinheiro30@yahoo.com.br www.fortalweb.com.br/grupoguararapes 6 DE ABRIL DE 2010
Conheça a verdadeira guerrilha do ARAGUAIA PELO SITE: www.ternuma.com.br/aragua.htm

INDIQUE AMIGOS QUE QUEIRAM RECEBER NOSSOS E-MAILS. OBRIGADO

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 07:35

Sexta-feira, 09.04.10

A ÉTICA ESTÁ PRESENTE;

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 07:33

Sexta-feira, 09.04.10

PENSANDO EM ÉTICA

PENSANDO EM ÉTICA

“Se você está na hora de criticar, pense um pouco, antes de iniciar”. Não condene. Ajude ao outro. Cultive serenidade. O perdão é uma das mais sublimes ações que existe. Pratique-o e serás feliz. O amor fortalece o Espírito e o coração. Todos nós seres humanos devemos ter em mente o significado da palavra ética. Podemos sinonimizar que ética é tudo aquilo que ajuda a tornar melhor o ambiente para que se estabeleça um convívio saudável. De uma maneira ainda mais simplificada e direta quer dizer: agir corretamente sem querer prejudicar ninguém. A ética aliada aos preceitos acima epigrafados toma uma conotação mais forte, mais pura e sublime, vindo imantar diretamente em nossos corações, e por consequência em nossas ações. Palavra de derivação latina ethica e grega. Ethiké na filosofia refere-se ao estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto.

O bem e a moral estão ‘associadas ou aneladas’ ao significado de ética. Reforçando o que foi assinalado como bem e moral podemos classificar como a parte da filosofia responsável pela investigação dos princípios que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano, refletindo especialmente o respeito da essência das normas, dos valores, prescrições e exortações presentes em qualquer realidade social. Pelo comportamento do meio em que estamos inseridos podemos classificá-lo de ético ou não. A ética também representa o conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um individuo, de um grupo social ou de uma sociedade. O conjunto de regras de conduta moral, deontológica e científica dos profissionais de saúde com relação aos pacientes é ethìca ('ética, moral natural vindo da adjetivação grega (éthikós), feminina singular) (ético, relativo à moral', e no substantivo no neutro plural (tà éthicá ') tratado sobre a moral e ética'). Aplica-se, o modo de ser, o caráter, costume (mos), tipicamente humano que não é natural. O hominal nasce com ele como se fosse um instinto, mas que é “adquirido ou conquistado por hábito”.

Podemos dizer que o homem é o produto do meio em que vive, mas que esse meio é feito por ele mesmo. Etimologicamente, não passa de uma realidade humana construída através da história e relativo ao meio social iniciando-se pelas relações coleivas dos seres hominais, nas sociedades onde nascem, crescem e vivem. Seria de fácil compreensão a distinção entre ética e moral? A ética já foi bastante debatida aqui, enquanto o ou (a) moral podemos dar a sua conotação específica. A maioria dos dicionários se posiciona sobre o seguinte aspecto: “(palavra derivada do latim morale, ‘relativo aos costumes’)”. Já na filosofia representa o conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada de conformidade com amoral e ética. O que há de moralidade em qualquer coisa e relativo à moral. Conclusão moral que se tira de uma obra, de um fato entre outros aspectos, o conjunto das nossas faculdades morais; brio, vergonha, que tem bons costumes e ainda ao relativo ao domínio espiritual (em oposição a físico ou material).

Apesar de uma grande maioria usar as duas palavras como sinônimas, alguns estudiosos fazem uma distinção entre as duas palavras. A ética seria filosófica e científica, enquanto a moral seria um conjunto de normas, preceitos, costumes, valores e princípios, que norteiam o comportamento dos humanos no seu grupo social, normativa. A ética seria definida como teoria, conhecimento, ou a ciência do comportamento moral, visando exemplificar, justificar, compreender e criticar a moral ou as morais de uma sociedade. A palavra sociedade tem derivação latina como as demais. Societate é o agrupamento de seres que vivem em estado gregário, bem como ao conjunto de pessoas que vivem em certa faixa de tempo e de espaço, seguindo normas comuns, e que são unidas pelo sentimento de consciência do grupo; corpo social. Refere-se também ao grupo de indivíduos que vivem por vontade própria sob - normas comuns; comunidade, sendo o meio humano em que o indivíduo se encontra integrado.

Pode ser também a relação entre pessoas; vida em grupo; participação, convivência, comunicação ou o conjunto de indivíduos que mantêm relações sociais e mundanas. Grupo de pessoas que se submetem a um regulamento a fim de exercer uma atividade comum ou defender interesses comuns; agremiação, centro, grêmio, associação. A sede de tais sociedades; clube, grêmio. Companhia de pessoas que se agrupam em instituições ou ordens religiosas; companhia. Parceria, associação. Juridicamente o contrato consensual pelo qual duas ou mais pessoas se obrigam a reunir esforços ou recursos para a consecução dum fim comum. Na sociologia seria o corpo orgânico estruturado em todos os níveis da vida social, com base na reunião de indivíduos que vivem ‘sob – determinado’ sistema econômico de produção, distribuição e consumo, sob um dado regime político, e obediente a normas, leis e instituições necessárias à reprodução da sociedade como um todo; coletividade.

Certamente alguém haverá de dizer que são duas palavras com significados meios complicados, mas na realidade não é. Uma seria mais filosófica e a outra mais comportamental. Para ser ético o meio tem muita influência, mas para se chegar à ética é preciso se aliar a educação e aos bons costumes. Não aja pelo instinto e sim pelos bons costumes. Nenhum homem é um mar de doçura e educação. Como ser imperfeito ele pode agir pela ética ou pela moral. O bom seria que fôssemos morais e éticos. Diante de uma situação complicada pense duas vezes antes de agir. Para isso, é forçoso procurar o lado melhor das coisas e ocorrências, a outra face das pessoas e circunstâncias. Em muitos episódios de nossa caminhada na Terra, porque a provação nos visite, afundano-nos em desânimo, todavia, em nos apercebendo com segurança quanto à significação desses exemplos, a colocação em prática dessas duas palavras nós estaremos sem dúvida evoluindo socialmente e espiritualmente. As injustiças socioeconômicas é uma forma de discriminação, o preconceito racial e sexual, a exploração do homem pelo homem foge a ética.

Para isso, devemos usar a razão acima de tudo, não agir pela força do hábito, dos costumes e das tradições. Se a tradição e os costumes são voltados para o mal fora deles. E para salvaguardara a honorabilidade nós temos que usar a ética sempre que possível. Algumas definições aqui colocadas foram extraídas do “Dicionário Aurélio”, e usamos também como fonte de inspiração “Aprenda a Trabalhar – oficina Estimulando para o Engajamento Profissional”. A obediência não despreza a firmeza, a fé construtiva não teme a adversidade. Em tudo que se faz existe a feição boa. O aspecto exterior nem sempre denuncia a realidade. Faça o bem sem olhar a quem. Se agires assim estará imantando a ética em suas ações.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI-DA ALOMERCE- DA UBT-DA AOUVIRCE.

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Sexta-feira, 09.04.10

NA LOJA DO POETA TEM ROSAS

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 07:30

Sexta-feira, 09.04.10

LOJA DO POETA

LOJA DO POETA

A mais bela loja, a mais dinâmica.
A mais cativante repleta de rimas,
De versos, textos e contextos.
Amor, carinho, ilusão e destinação.
Fulgor, ardor, vibração e desejo,
Sejam angelicais, carnais ou fraternais,
Emoldurados nas carícias frenéticas
De amores em profusão.


De amor acumpliciado, desnorteado ou viril a
loja do poeta está repleta. É um palácio e não
uma falácia, belo e emoldurado esculpido e
encarnado no ouro celeste e divino, é o meu destino.
Os diamantes de infinitos quilates libertam a minha
pobreza perniciosa e dolorosa, redimindo o meu
pungente, silente e viçoso coração. Na loja do poeta
tem de tudo: da alegria a tristeza, da incerteza
a certeza, do desamor ao amor, da honestidade
a traição, mas o profeta das letras insere o buril
da imaginação e com adorno celeste leva tudo
de roldão.

Jamais esquece que sem o amor
correspondido não existiria o coração. Almejo
estar sempre presente nessa insinuosa loja
que ao sabor das essências e perfumes esqueço
os queixumes, mas o desejo de um amor forte
me leva ao êxtase quando me vem à mente
o amor bem compartilhado e no desejo
dosado, sentido, angariado, conducente que nos
leva ao gozo descomunal de quem ama a gente.

Antonio Paiva Rodrigues

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 07:23


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