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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Terça-feira, 26.01.10

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 18:33

Terça-feira, 26.01.10

GOLPE NA UNIÃO SOVIÉTICA

GOLPE NA UNIÃO SOVIÉTICA

A união das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) foi em estado socialista que existia na Eurásia, isto é entre a Europa e a Ásia. Foi um Estado constitucional socialista na Eurásia, de 1922 a 1991. De a945 até à dissolução em 1991, um período conhecido como Guerra Fria, a União Soviética e os Estados Unidos da América do Norte (EUA) foram as duas superpotências do mundo. Dominaram a agenda global de política econômica, externa, operações militares, intercâmbio cultural, os avanços científicos, incluindo o pioneiro da exploração espacial, e os esportes, incluindo os Olímpicos e campeonatos mundiais de vários esportes. A federação Russa é o Estado que sucedeu a União Soviética, ela é o principal membro da comunidade dos Estados Independentes e um poder reconhecido mundialmente, herdando seus representantes estrangeiros muito de sua força militar da antiga União Soviética. “Golpe de Estado de Comunistas linha-dura fracassa na URSS”.

Numa desesperada tentativa de deter a maré montante das reformas, linhas-duras do Partido Comunista da União Soviética (URSS) mandaram aprisionar o líder Mikhail Gorbachev e tomaram o poder em Moscou. Inicialmente criado como uma união de quatro Repúblicas Socialistas Soviéticas, a URSS chegou a conter 15 constitutivas ou repúblicas “união” de 1956. Depois que tomaram o poder de Gorbachev um comitê de Emergência do Estado foi constituído para governar enquanto Gorbachev se restabelecia de sua suposta “enfermidade”. Suas reformas eram responsáveis pelo caos econômico crescente e por hostilidades étnicas cada vez mais violentas. Líderes como Boris Yeltsin exigiam reformas ainda mais profundas, ao passo que a linha-dura queria um Estado de emergência que impedisse o colapso do Estado.

São nuanças de grande importância em resposta ao processo político por qual passava a União Soviética no cenário mundial. A política na União Soviética fervia e ações drásticas foram tomadas para tentar dissimular a crise existente. “Um perigo mortal sobre a União Soviética: ela se tornou ingovernável”. Essa frase foi dita no comitê de Emergência do Estado, em agosto de 1991. Alguns detalhes sobre o império Russo, após a Revolução Russa de 1917 e também a Guerra Civil Russa no período de 1918 a 1921, a URSS era uma união de várias repúblicas soviéticas, mas segundo os estudiosos a Rússia sinédoque, após a República Socialista Federativa Soviética da Rússia, a sua componente de estado maior e mais populoso continuo ser usados em toda a existência do País.

Como se vê a história do Golpe na União Soviética causou muitos transtornos políticos e preocupação para quem estava no poder e teve que abandonar como também os que assumiram as rédeas da nação comunista. Uma nação grandiosa em extensão os limites geográficos variado com o tempo, mas depois das últimas anexações territoriais importantes dos Estados bálticos, Polônia Oriental, e Bessarábi, e alguns outros territórios, durante a Segunda Guerra Mundial de 1945 até a dissolução, as fronteiras correspondiam aproximadamente às da Imperial tarde Rússia com as exceções notáveis da Polônia e Finlândia. Voltando ao quê da história com Gorbachev não usando a coerção para resolver os problemas do país, a linha-dura achou por bem livrar-se de Gorbachev. No final os conspiradores se mostraram incompetentes, pois sequer tentaram usar as forças consideráveis ao seu dispor para esmagar a oposição. Yeltsin tornou o herói da ocasião conturbada e seu desafio público foi do alto de um tanque, ao Comitê de Emergência e a greve geral que se seguiu assegurou o fracasso do golpe.

O número de líderes partidários era pequeno e apoiavam o golpe da cúpula significativa que o PCUS estava inapelavelmente comprometido. Gorbachev recuperou o posto, mas o domínio do PCUS já entrara em colapso. Em dezembro de 1991, a URSS desapareceu. Os países que faziam parte da URSS eram: RSFS da Rússia; RSS da Ucrânia; RSS da Bielorússia; RSS do Uzbequistão; RSS do Cazaquistão; RSS da Geórgia; RSS do Azerbaijão; RSS da Lituânia; RSS da Moldávia RSS da Letônia; RSS do Quirguízia; RSS do Tadjiquistão; RSS da Armênia; RSS do Turcomenistão
RSS da Estônia; RSFS Transcaucasiana (1922-36); RSS Carelo-Finlandesa (1940-56). A União Soviética deixa de existir com um mero anúncio. Como diria um político, e um locutor de futebol no apagar das luzes do ano de 1991, o presidente da URSS, Boris Yeltsin, o presidente da Ucrânia, Leonid Kravchuk, e o presidente da Bielo-Rússia, Stanislau Shushkevic, acordaram que a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas não mais existia.

E desde o golpe de Moscou, em agosto o Partido Comunista da União Soviética estava comprometido, com seu prestígio e poder arruinados. Para realizar um trabalho de grande envergadura contamos com nosso conhecimento e ajuda da Wikipédia. Continua o desentendimento entre Yeltsin e Gorbachev, livrando-se da primeira dispensaria o segundo garantindo assim o poder da Federação Russa a Boris Yeltsin. Surgiu a Comunidade de Estados independentes a (CEI) que substituiria a União Soviética r mantendo se status no mundo. A Ucrânia e a maior parte das repúblicas soviéticas eram apenas uma forma de manter a submissão à Rússia, Estônia, Letônia e lituânia que se recusaram a ingressar no CEI. Michael Wood e Peter Furtado contam com maiores detalhes essa parafernália que aconteceu com o fim da URSS e a permanência da Rússia.

Como vemos política de países grandes ou de grandes potências não é de fácil condução, pois problemas e mais problemas terminam interferindo no bom andamento da nação, mas com o fracasso do comunismo a eliminação da URSS foi inevitável. Vinte milhões de russos se viram isolados como se estivessem vivendo em países estrangeiros e quem lucrou com tudo isso foi à Ucrânia. Alguns países remanescentes da Federação Russa reivindicaram a sua própria independência. A Chechênia conseguiu em, 1994, através de uma guerra sem proporções. Os Russos ainda sonham com a recuperação do grande império perdido.

Esta foi um pequeno destaque que aconteceu com o Golpe na URSS e o desmembramento com a criação do CEI e de alguns países que faziam parte da Federação Russa que conseguiram sua independência. Como todo mundo vê o Comunismo ainda meio bambo das pernas e mesmo assim muitos comunistas travestidos de políticos querem empurrar esse sistema falido em país republicano. Pense Nisso.



ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE E AOUVIRCE

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 18:31

Terça-feira, 26.01.10

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 15:43

Terça-feira, 26.01.10

PRIMEIRO ESTRIBILHO DO HINO NACIONAL BRASILEIRO

PRIMEIRO ESTRIBILHO DO HINO NACIONAL BRASILEIRO

Espera o Brasil
Que todos cumprais
Com o vosso dever.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Gravai o buril
Nos pátrios anais
Do vosso poder.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Servi o Brasil
Sem esmorecer,
Com ânimo audaz
Cumpri o dever,
Na guerra e na paz,
À sombra da lei,
À brisa gentil
O lábaro erguei
Do belo Brasil.
Eia sus, oh sus!

PRIMEIRA PARTE DO HINO NACIONAL BRASILEIRO

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido,
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

SEGUNDA PARTE DO HINO NACIONAL BRASILEIRO

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores". (*)

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

SEGUNDO ESTRIBILHO DO HINO NACIONAL BRASILEIRO

Terra adorada. Entre outras mil és tu, Brasil
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada Brasil!

Eis o significado dos termos usados na letra do Hino:•
• Margens plácidas - "Plácida" significa serena. Calma. • Brado retumbante - Grito forte que provoca eco.
• Ipiranga - É o riacho junto ao qual D. Pedro I teria proclamado a independência.
• Penhor - Usado de maneira metafórica(figurada). "penhor desta igualdade" é a garantia, a segurança de que haverá liberdade.
• Imagem do Cruzeiro resplandece - O "Cruzeiro" é a constelação do Cruzeiro do Sul que resplandece (brilha) no céu.
• Impávido colosso - "Colosso" é o nome de uma estátua de enormes dimensões. Estar "impávido" é estar tranqüilo, calmo.
• Mãe gentil - A "mãe gentil" é a pátria. Um país que ama e defende seus "filhos" (os brasileiros) como qualquer mãe.
• Fulguras - fulgurante (reluzente, brilhante).
• Florão - "Florão" é um ornato em forma de flor usado nas abóbadas de construções grandiosas. O Brasil seria o ponto mais importante e vistoso da América.
• Garrida - Enfeitada. Que chama a atenção pela beleza.
• Lábaro - Sinônimo de bandeira. "Lábaro" era um antigo estandarte usado pelos romanos.
• Clava forte - Clava é um grande porrete, usado no combate corpo-a-corpo. No verso, significa mobilizar um exército, entrar em guerra.

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 15:41

Terça-feira, 26.01.10

DIREITOS HUMANOS

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 13:20

Terça-feira, 26.01.10

OS DIREITOS DO HOMEM

OS DIREITOS DO HOMEM


Todos afirmam que o homem tem direito e deveres. “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos” – primeiro artigo dos “Direitos dos Homens”. A declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão foi criada em 1789; ela até hoje é à base do direito francês. A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Os Direitos do homem foi uma declaração histórica que revela um momento-chave da Revolução Francesa. Tendo como idealizador o marquês de Lafayette veterano da Revolução Americana, foi supervisionada por Thomas Jefferson, um dos mais distintos responsáveis por essa revolução. Ele era na época embaixador americano em Paris e havia redigido a minuta da Declaração de Independência Americana, dez anos antes. Essa declaração como afirmam os estudiosos foi feita às pressas tendo sido adotada pela Assembleia Nacional em 26 de agosto de 1789, um mês após a famosa queda da Bastilha que deu início a Revolução Francesa. Diante da exposição acima vem à mente uma indagação importante para nós brasileiros. Será que temos direitos ou sós deveres? “Os Direitos Humanos criados 159 anos depois da declaração francesa pela ONU (Organização das Nações Unidas) trouxe realmente beneficio aos brasileiros ou estão interpretando erroneamente? O preâmbulo da Declaração dos Direitos Humanos diz:” Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo.

Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum. Considerando essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra tirania e a opressão. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações. Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla. Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a desenvolver, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos humanos e liberdades fundamentais e a observância desses direitos e liberdades. .

Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mais alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso. No papel é de um significado belíssimo, mas na prática deixa muito a desejar, visto que os países ricos só cresceram em função da exploração dos países mais pobres. Na França a Declaração afirmava ainda que os direitos universais eram aplicáveis em todos os países. Ao fazê-lo, os revolucionários provocaram no mesmo instante a hostilidade de todas as monarquias da Europa, que temiam o avanço dessas ideias radicais para dentro de suas próprias fronteiras.

Já nos Direitos Humanos os mais radicais querem usá-los em benefício dos desumanos aqueles que cometem crimes contra o cidadão, visto que o criminoso recebe mais solidariedade do que a vítima e sua família. Vamos apor nestes comentários a assembleia geral e os primeiros cinco artigos dos DH para análise. A Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração se esforcem, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição. No artigo I- está definido que todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.

No segundo reza que toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição. Já no terceiro toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Artigo IV - Ninguém será mantido em escravidão ou servidão, a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas. Artigo V: Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante. É no artigo quinto que o ministro Paulo Vanuchi quer jogar toda sua língua ferina contra o governo dos militares de 1964. Na realidade o ministro esquece as peripécias que aprontaram com seus companheiros de idealismo na defesa do comunismo que queriam implantar no Brasil. Vejam como é bem feita a declaração, mas na realidade o que está escrito está longe de ser executado por todos os países que integram as Nações Unidas. Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei. Artigo VII - Todos são iguais perante a lei e tem direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação. .

Artigo VIII - Toda pessoa tem direito a receber dos tributos nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei. Artigo IX - Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado. Artigo X - Toda pessoa tem direito, em plena igualdade, a uma audiência justa e pública por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele. Artigo XI - 1. Toda pessoa acusada de um ato delituoso tem o direito de ser presumida inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido assegurada todas as garantias necessárias à sua defesa. 2. Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituíam delito perante o direito nacional ou internacional. Tampouco será imposta pena mais forte do que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso.

Artigo XII - Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques. Artigo XIII - 1. Toda pessoa tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado. 2. Toda pessoa tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar. Artigo XIV - 1. Toda pessoa, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países. 2. Este direito não pode ser invocado em caso de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos contrários aos propósitos e princípios das Nações Unidas. Artigo XV - 1. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade. 2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar de nacionalidade. Artigo XVI -1. Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução. 2. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.

Artigo XVII - 1. Toda pessoa tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros. 2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade. Artigo XVIII - Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular. Artigo XIX - Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras. Artigo XX -1. Toda pessoa tem direito à liberdade de reunião e associação pacíficas. 2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação. Artigo XXI - 1. Toda pessoa tem o direito de tomar parte no governo de sue país, diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos. 2. Toda pessoa tem igual direito de acesso ao serviço público do seu país. 3. A vontade do povo será a base da autoridade do governo; esta vontade será expressa em eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto ou processo equivalente que assegure a liberdade de voto. Artigo XXII Toda pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e à realização, pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento da sua personalidade.

Artigo XXIII - 1. Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego. 2. Toda pessoa, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho. 3. Toda pessoa que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentará se necessário, outros meios de proteção social. 4. Toda pessoa tem direito a organizar sindicatos e neles ingressar para proteção de seus interesses. Artigo XXIV - Toda pessoa tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e férias periódicas remuneradas. Artigo XXV -1. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle. 2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças nascidas dentro ou fora do matrimônio gozarão da mesma proteção social.

Artigo XXVI 1. Toda pessoa tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito. 2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz. 3. Os pais têm prioridade de direito n escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos. Artigo XXVII - 1. Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do processo científico e de seus benefícios. 2. Toda pessoa tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor. Artigo XVIII - Toda pessoa tem direito a uma ordem social e internacional em que os direitos e liberdades estabelecidas na presente Declaração possam ser plenamente realizadas.

Artigo XXIV- 1. Toda pessoa tem deveres para com a comunidade, em que o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível. 2. No exercício de seus direitos e liberdades, toda pessoa estará sujeita apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer às justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática. 3. Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos propósitos e princípios das Nações Unidas.

Artigo XXX - Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoa, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar qualquer ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos. Alguém pode dizer que seria desnecessária a menção de todos os artigos dos Direitos Humanos, mas colocamos com a intenção do leitor chegar à conclusão de que a palavra toda é praticamente desnecessária, visto que o que está implícito aqui nem a ONU cumpre. São trinta artigos que devem ser bem estudados e cobrança posterior pelos que se acharem prejudicados em suas pretensões. A francesa era para inspirações para constituições posteriores. Uma declaração que repudiava o feudalismo e o absolutismo real em prol da igualdade universal e da indivisibilidade de direitos. Vejam as prerrogativas aqui enunciadas e qual dos direitos você diria que é o mais justo e aplicável. Pense Nisso!


ANTONIO PAIVA RODRIGUES – MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 13:19

Terça-feira, 26.01.10

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 11:47

Terça-feira, 26.01.10

OS ASSASSINOS DO CAPITÃO TODD CHANDLER? O GOVERNO BRASILEIRO PAGOU ALGUMA INDENIZAÇÃO À FAMÍLIA? A MORTE DO CAPITÃO. NÃO É UM ATO DE TERRORISMO?

PARA A COMISSÃO DA VERDADE EXAMINAR. Doc. nº. 23 -2010

WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES

2010 É UM ANO DE LUTA. VAMOS LUTAR!

O GRUPO GUARARAPES QUER SABER DA VERDADE. RECEBEMOS O E-MAIL TRANSCRITO ABAIXO. PERGUNTAMOS AO SECRETÁRIO DOS DIREITOS HUMANOS ONDE ESTÃO OS ASSASSINOS DO CAPITÃO TODD CHANDLER? O GOVERNO BRASILEIRO PAGOU ALGUMA INDENIZAÇÃO À FAMÍLIA? A MORTE DO CAPITÃO. NÃO É UM ATO DE TERRORISMO?

ESTE FATO NÃO SE ENQUADRA NA DIRETRIZ 23 DO EIXO ORIENTADOR V QUE DIZ: RECONHECIMENTO DA MEMÓRIA HISTÓRIA E CONSTRUÇÃO PÚBLICA DA VERDADE?

PEDIMOS AOS AMIGOS QUE REPASSEM PARA QUE A VERDADE SEJA ESTABELECIDA. OBRIGADO.

GRUPO GUARARAPES

POR QUE MATARAM MEU PAI?

Janeiro 3, 2010

Até hoje Todd Chandler pergunta: “Por que mataram meu pai? Por que destruíram a minha família?” Todd Chandler tinha apenas 3 anos de idade, quando viu (junto com sua mãe e seus irmãos) o seu pai ser reduzido a isso: O corpo de Chandler sendo retirado de dentro de seu automóvel: Resultado de 6 tiros dados covardemente por DIÓGENES do PT à queima roupa e mais uma rajada de metralhadora, desferida por Marco Antônio Braz de Carvalho (Marquito). A vítima: Charles Rodney Chandler, capitão do exército americano com bolsa concedida pela “George Olmsted Foundation”, era aluno da Escola de Sociologia e Política da Fundação Álvares Penteado, com previsão de terminar o curso em novembro de 1968.

Idade: 30 anos

Estado civil: Casado

Filhos: 3 (Jeffrey, Todd e Luane)

Data do homicídio: 12 de outubro de 1968 (Dia das crianças)

Os assassinos Diógenes José Carvalho de Oliveira (o Diógenes do PT): Foi quem descarregou os primeiros 6 tiros com um Taurus 38, vindo por trás de Chandler que não teve tempo sequer de sair do carro. NB: O covarde e frio assassino Diógenes José Carvalho de Oliveira ficou conhecido em 2002 como o “Diógenes do PT“, envolvido num escandaloso caso de corrupção. Foi ELE que, em 20 de março de 1968 jogou uma bomba na biblioteca do consulado dos EUA em São Paulo, arrancando a perna de um transeunte inocente, Orlando Lovecchio Filho. Recentemente, o criminoso pluriomicida Diógenes recebeu uma indenização de aproximadamente US$ 200 mil do governo, como ex-prisioneiro político e pensão de 4.500 reais mensais. Orlando Lovecchio Filho, um inocente que ficou aleijado (perna amputada traumaticamente) jamais recebeu um centavo. Marco Antônio Braz de Carvalho: Também conhecido como Marquito. Foi quem desferiu, no indefeso moribundo já atingido por vários tiros, a rajada com uma metralhadora INA.



Pedro Lobo de Oliveira: Motorista e observador. Ficou no automóvel, enquanto Diógenes do PT e Marquito assassinavam o capitão, na porta de sua casa, diante da mulher e dos filhos. Como aconteceu e mais fotos de Chandler morto em seu automóvel. Dia das Crianças. Naquela manhã da primavera de 12 de outubro de 1968, às 8hs e 15min, seus filhos Luane e Todd de 3 anos, Jeffrey com 4 e Darryl com 9 perdiam o pai, que saía de casa na rua Petrópolis para mais uma aula na Escola de Sociologia e Política. Em 1968, as ações de guerrilha urbana perdiam-se no anonimato de seus autores e, muitas vezes, eram, até, confundidas com as atividades de simples marginais. De acordo com os dirigentes de algumas organizações militaristas, já havia chegado o momento certo para a população tomar conhecimento da chamada luta armada revolucionária em curso, o que poderia ser feito através de uma ação que repercutisse no Brasil e no exterior.



Em setembro, Marco Antônio Braz de Carvalho, o “Marquito”, homem de confiança de Carlos Marighela – que dirigia o Agrupamento Comunista de São Paulo (AC/SP), futura Ação Libertadora Nacional (ALN) -, e que fazia a ligação com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR - grupo integrado também por Dilma -, também conhecida por Esmeralda), levou para Onofre Pinto (“Augusto”; “Ribeiro”; “Ari”; “Bira”; “Biro”), então coordenador geral da VPR, a possibilidade de realizar uma ação de “justiçamento”. O Capitão do Exército dos EUA, Charles Rodney Chandler, com bolsa concedida pela “George Olmsted Foundation”, era aluno da Escola de Sociologia e Política da Fundação Álvares Penteado, com previsão de terminar o curso em novembro daquele ano. Chandler morava na cidade de São Paulo, com a esposa, Joan, e seus três filhos, Jeffrey, de 4 anos, Todd, de 3 anos, e Luanne, de 3 meses. Entretanto, segundo os “guerrilheiros”, Chandler era um “agente da CIA” e “encontrava-se no Brasil com a missão de assessorar a ditadura militar na repressão”. No início de outubro, um “tribunal revolucionário”, integrado por três dirigentes da VPR, Onofre Pinto, como presidente, e João Carlos Kfouri Quartim de Morais (“Manoel”; “Mané”; “Maneco”) e Ladislas Dowbor (“Jamil”; “Nelson”; “Abelardo”), como membros, condenou o Capitão Chandler à morte.



Através de levantamentos realizados por Dulce de Souza Maia (“Judit”) apurou-se, sobre a futura vítima, seus horários habituais de entrada e saída de casa, costumes, roupas que costumava usar, aspectos de sua personalidade e dados sobre os familiares e sobre o local em que residia numa casa da Rua Petrópolis, nº 375, no tranquilo e bucólico bairro do Sumaré, em São Paulo. Escolhido o “grupo de execução”, integrado por Pedro Lobo de Oliveira (“Getúlio”; “Gegê”), Diógenes José Carvalho de Oliveira (“Luiz”; “Leandro”; “Leonardo”; “Pedro”, mais conhecido como o Diógenes do PT) e Marco Antônio Braz de Carvalho Caso: Nada mais é convincente, para demonstrar a frieza do assassinato, do que transcrever-se trechos do depoimento do próprio Pedro Lobo de Oliveira, um dos criminosos, publicado no livro “A Esquerda Armada no Brasil”. A seguir, o depoimento do próprio Pedro Lobo de Oliveira, um dos criminosos: “Como já relatei”, o grupo executor ficou integrado por três companheiros: um deles levaria uma metralhadora INA, com três carregadores de trinta “balas” cada um; o outro (Diógenes do PT), um revólver; e eu, que seria o motorista, uma granada e outro revólver. Além disso, no carro estaria também uma carabina M-2, a ser utilizada se fôssemos perseguidos pela força repressiva do regime.

Consideramos desnecessária cobertura armada para aquela ação. Tratava-se de uma ação simples (pego de surpresa e sem sequer saber o que acontecia, a vítima não tinha a menor oportunidade de se defender). Três combatentes revolucionários decididos são suficientes para realizar uma ação de justiçamento nessas condições (continua Pedro Lobo de Oliveira). “Considerando o nível em que se encontrava a repressão, naquela altura, entendemos que não era necessária a cobertura armada.” A data escolhida para o crime foi a de 08 de outubro, que assinalava o primeiro aniversário da morte de Guevara. Entretanto, nesse dia, Chandler não saiu de casa e os três terroristas decidiram “suspender a ação”.



Quatro dias depois, em 12 de outubro de 1968 (dia das crianças), chegaram ao local às 7 horas. Às 0815h, Chandler dirigiu-se para a garagem e retirou o seu carro, um Impala placa 481284, em marcha a ré. Enquanto seu filho de 4 anos abria o portão, sua esposa aguardava na porta da casa, para dar-lhe o adeus. Não sabia que seria o último. Os terroristas avançaram com o - Volks, roubado dias antes, e bloquearam o caminho do carro de Chandler. Do relato de Pedro Lobo: “… nesse instante, um dos meus companheiros saltou do Volks, revólver na mão, e disparou contra Chandler”. Era Diógenes José Carvalho de Oliveira (O Diógenes do PT, vigarista, estelionatário, envolvido em escândalos de corrupção do PT em 2002) que descarregava, à queima roupa, os seis tiros de seu Taurus de calibre 38. E prossegue Pedro Lobo, que dirigia o - Volks: “Quando o primeiro companheiro deixou de disparar, o outro se aproximou com a metralhadora INA e desferiu uma rajada”. Foram catorze tiros.



A décima quinta bala não deflagrou e o mecanismo automático da metralhadora deixou de funcionar. Não havia necessidade de continuar disparando. Chandler já estava morto. Quando recebeu a rajada de metralhadora emitiu uma espécie de ronco, Imaginou a cena funesta, medonha e insana, diante da mulher e dos filhos (crianças)? “Quando recebeu a rajada de metralhadora emitiu uma espécie de ronco, um estertor, e então demo-nos conta de que estava morto“. …”emitiu uma espécie de ronco, um estertor, e então demo-nos conta de que estava morto”. Quem desferiu a rajada de metralhadora foi Marco Antônio Braz de Carvalho. A esposa e o filho de Chandler gritaram. Diógenes do PT, assassino covarde, moleque, sujo e sem-vergonha (amigo de Césare Batitstti e suspeito de planejar vários assassinatos) apontou o revólver para o menino que, apavorado, fugiu correndo para a casa da vizinha Os três assassinos fugiram no Volks, em desabalada carreira, deixando, no local do crime, cinco panfletos:



- “Justiça revolucionária executa o criminoso de guerra no Vietname, Chandler, e adverte a todos os seus seguidores que, mais dia menos dia, ajustarão suas contas com o Tribunal Revolucionário.” - “O único caminho para a revolução no Brasil é a luta armada.” - “A luta armada é o caminho de todo revolucionário no Brasil.” - “Vamos criar um, dois, três, vários Vietnames.” Semelhantes a esse cruel assassinato, muitos outros atos ainda viriam a tingir de sangue o movimento comunista no Brasil”. Agora você sabe o tipo de gente que governa esse país. Dentro em breve vou falar o que você ainda NÃO sabe sobre Tarso Genro (o cretino que abrevia o “H” no nome por ser adepto do terrorismo, do nazismo e sentir vergonha de
ter origem judaica), Carlos Minc, Dilma, Genoíno e um outro que prefiro manter no anonimato, POR ENQUANTO.

À comunidade judaica brasileira: ESTEJAM ATENTOS A ESSA GENTE… OS MINISTÉRIOS ESTÃO REPLETOS DE “COMUNISTAS - TERRORISTAS-NAZISTAS”.

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 11:46


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