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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Sábado, 09.01.10

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 17:51

Sábado, 09.01.10

ESPIRITUALIDADE OU MUNDANISMO

ESPIRITUALIDADE OU MUNDANISMO

Os padrões atuais do mundo muda no compasso de uma força voraz, qual um furacão destruindo uma cidade. Muito tem se falado em mundo mundano em detrimento da espiritualidade. A espiritualidade para o homem é algo de belo, proveitoso, inspirador, que enleva seu Espírito a uma escala bem mais alta, em comparação aos que ainda não adotaram de vez essa prática feérica, divina e abençoada por Deus. Algum motivo, ou nuanças diversas tem levado o homem a esquecer-se dos benefícios da religião em troca dos prazeres terrenos, que no frigir dos ovos são diretrizes perniciosas que o direcionam ao vicio, as drogas, a violência, ao uso da força para aniquilar seu irmão e quem se intrometa em sua vida. O instinto tem dominado o ser humano de uma maneira tão geênica que os atos praticados por eles muitas das vezes nos levam a acreditar que foi ação de um animal irracional, ou uma monstruosidade sem limites que só podemos qualificar de bestialidade. O homem é um ser imperfeito é bem verdade, mas o Pai Amantíssimo deu-lhe todas as ferramentas para torná-lo bom e consciente do que faz.

“Verdade espiritual ou tática mundana”? A doutrina da infalibilidade papal reforça a batalha do Papa contra as forças da democracia e do liberalismo. Os padrões e os parâmetros do mundo não devem ser aconselhados, conforme afirmou Paulo. O Papa Pio X não queria fazê-lo, quando o mundo se transformava mais secular, nacionalista, e antipapista. Em 1864, ele condenava os erros “perniciosos” como o “progresso e a civilização moderna” e nos idos de 1870, o Concílio Vaticano I inseriu a armadura antiliberal do Papa a doutrina da infalibilidade papal. Esse dogma quando a chefe da Igreja Católica de refere à ex-cathedra, no exercício de sua responsabilidade como pastor e mestre de todos os cristãos (católicos) como também de sua autoridade apostólica suprema sobre assuntos de fé ou morais, sua visão é incontestável. A doutrina foi promulgada em 18 de julho de 1870 em meio a acontecimentos que tirariam do Papa grande parte de sua autoridade em

Roma. Isso aconteceria não como uma nova descoberta, mas como uma afirmação atemporal. É verdade que muitos papas que fizeram a história da igreja católica não se comportaram como deveriam e os fiéis ao catolicismo ainda sofrem discriminações por esses atos desabonadores da conduta de diversos papas durante o decorrer da história. Além da vida desregrada de alguns papas, outros criaram dogmas que ainda são praticados nos dias atuais. Em 709, o Papa Constantino, que era de nacionalidade Síria, instituiu o costume de beijar os pés do Papa. Em 528, o Papa Félix IV, instituiu o rito da extrema-unção. Em 871, o Papa Adriano II, o último Papa casado e também o primeiro a sugerir o casamento civil (para proteger as mulheres dos possíveis abusos da parte dos homens que adotaram o costume “do casa-separa”), introduziu o uso do sino nas igrejas da velha Europa.

Segundo sua opinião, os ecos do sino serviriam para espantar os demônios. Continuando sobre Pio IX ele se tornou Papa em 1846, uma escolha que causou muita surpresa. “O líder austríaco Metternich, ironizando afirmava:” Estávamos preparados para tudo, menos para recebermos um Papa liberal. Acontece que no ano de 1848 surgiram muitas revoluções violentas e a perda dos Estados papais para o novo reino da Itália em 186 foi inevitável. Em julho de 1870 as tropas francesas foram retiradas de Roma, com isso a cidade Eterna passou a ser a capital da Itália. Houve uma cisão entre germano-falantes, mas a maioria dos católicos aceitou a doutrina, usada sempre com raridade. Com o poder do Papa enfraquecido, no ano de 1871, ele ocupava uma determinada área de 44 hectares de Roma, no entanto o poder espiritual aumentou sobre os fiéis. Voltando na história – em 325, no Concílio de Nicéia (hoje uma cidade da Turquia), 318 bispos reuniram-se para debater as mais polêmicas questões concernentes à igreja, como o dogma da Trindade, o Credo dos Apóstolos e a expulsão do primeiro herege de peso, Ário de Alexandria.

No ano de 400, no Concílio de Toledo, é dado ao bispo de Roma, pela primeira vez, o título de “Papa”. O nome é de derivação grega “papai”, termo carinhoso para os anciãos. Na história da Igreja Católica muita água correu por debaixo da ponte, mas poucos sabem destas nuanças, somente estudiosos e historiadores conhecem com detalhes. Existem os períodos conturbados do século I ao IV que formou as bases do que mais tarde seria conhecida como Igreja Católica Apostólica Romana. Como é impossível separar a história dos Templários, Druidas, Cátaros e outros hereges da história da Igreja Católica Apostólica Romana, pode ser Intercalado um estudo a respeito de cada igreja ou religião.

É bom que se frise que: Uma das coisas importantes que devem ficar bem claras é que os mártires acreditavam na Reencarnação, de maneira muito semelhante aos espíritas dos dias de hoje. Por esta razão deixavam-se martirizar com tamanho afinco. Eles diziam que não importava quantas vezes os romanos os sacrificassem, eles retornariam para continuar pregando. Mais tarde, quando a Igreja Católica Apostólica Romana absorveu esse “bônus” de 400 anos no catolicismo, ela “transformou” esses mártires em santos e defensores do catolicismo. Os papas Estevão I e Sisto II passaram praticamente seus mandatos enfrentando os Novacianos e os romanos e não tiveram tempo hábil para organizar outros projetos. Pinçamos o seguinte: “Entre outros descalabros, conta a história de um Papa que na verdade era uma mulher disfarçada, Joana”.

Ela teria engravidado de um serviçal, Floro, e dado à luz em plena procissão até o Palácio do Latrão, sendo morta e atirada no Rio Tibre em seguida. E por aí vai o desfiladeiro de Papas gays, ninfomaníacos, ladrões, fraticidas e cheios de filhos bastardos, por séculos a fio. Repito: acredite se quiser (mas não deixa de ser uma leitura curiosa). Pena que não fiquei com um exemplar. No Ceará, talvez muito mais que em outros estados nordestinos, o catolicismo ainda é um poder de fato - como já foi no Sudeste, até há 50 ou 60 anos. O calendário católico é lei e as pessoas são sinceramente beatas, muitas vezes fanaticamente. Grande parte dos homens com mais de 50 anos fatalmente foi interno de seminários na infância ou adolescência.
Palavra de cardeal ou bispo, lá, vale tanto (ou mais) que a do governador e a do presidente. Por isso, essa proliferação de escritores cearenses malhando a igreja católica dessa forma, e com tal rigor, não é de se espantar.

Não estamos a malhar ninguém estamos repassando o que aprendemos com estudo mais apurado das religiões, pois os cristãos de hoje só estudam a Bíblia e nada mais. E mesmo assim a maioria só a entende pela parte literal sem a retirada de uma vírgula. O que está aposto aqui não foram acontecimentos criados por nós e sim o que aprendemos através de estudos e pesquisas, mas não podemos imputar culpa aos católicos por erros cometidos pelos que comandaram a religião no decorrer dos tempos, por isso nominamos a matéria de Espiritualidade e Mundanismo. O Grande João Paulo II foi o único Papa que teve a simplicidade de beijar o solo que pisava e pedir perdão pelos erros de sua igreja no passado, e era um homem abençoado e espiritualizado.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 17:50

Sábado, 09.01.10

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 17:49

Sábado, 09.01.10

IMPOSTO DE RENDA

IMPOSTO DE RENDA

Quando do Natal e da passagem do Ano velho para o Novo, o brasileiro está em estado de graça. Dinheiro no bolso, décimo terceiro salário recebido e ainda na expectativa do recebimento do mês vigente, o de dezembro. Muitos planos, muitas expectativas, muitos planejamentos, mas no final das contas as merrecas recebidas só servirão para cobrir débitos e criar novos. Diz o dito popular de que “alegria de pobre dura pouco”, aliás, no Brasil alegria mesmo só para os afilhados do presidente Luiz Inácio da Silva, que com seu governo assistencialista distribui bolsas de todos os matizes e espécies. O brasileiro precisa assimilar as multifárias benesses de sua inteligência para levar uma vida digna e mais humana, mas infelizmente o que extasia desencanta. Vem o período da oiticada, do pélago, da presciência que um imposto que tem o símbolo de ‘Leão’ provoca na já tão sofrida população brasileira. Falamos do não ínclito “Imposto de Renda”, mas será que funcionário público possui ou aufere renda? Não seriam comerciantes, empresários, políticos, ministros e o staff do governo que mereciam pagar o maldito, pois eles têm rendas e as aumentam todos os dias, meses e anos.

O Brasil como inovador de pouca coisa pode se orgulhar, visto que o maldito (IR) foi cópia da Grã – Bretanha, taxação inédita criada para financiar as guerras napoleônicas. E referido imposto foi incluído pela primeira vez no orçamento anual de William Pitt, um jovem, que em dezembro de 1798, virando lei em 9 de janeiro de 1799. O jovem criador do imposto propunha um imposto gradual de menos de 1% sobre rendas de até 60 libras esterlinas ou duzentos e oitenta dólares por ano, mas com a possibilidade de subir até 10% para rendas acima de 200 libras ou novecentos e cinquenta dólares. William Pitt, dito o segundo Pitt, foi estadista britânico, primeiro ministro da Grã-Bretanha no período de (1873-1801) e de (1804-a 1806), estabeleceu as bases de uma etapa de crescimento e prosperidade depois da guerra da Guerra da Independência norte-americana. Organizou três coligações contra a França, mas não obteve o êxito esperado e não conseguiu impedir nem as vitórias de Napoleão, nem a ruína momentânea do comércio britânico. A sua biografia é vasta, mas iremos citar alguns detalhes, tais como: “Segundo filho do primeiro-ministro de mesmo nome, William Pitt nasceu em Haves (Kent) em 28 de maio de 1759”. Recebeu uma bela e primorosa educação que o preparou para a vida política, na Universidade de Cambridge, onde se formou em direito em 1780, e no Lincoln’s Onn. Já em 1781ingressou na Câmara dos Comuns, ocasião em que defendeu reformas econômicas e a mudança do velho e arcaico sistema de representação parlamentar britânico. Estava ligado a William Pitty, o segundo conde de Shelbune, o líder do Partido Conservador, no ano de 1872.

Shelbune formou um governo com Charles Watson-Wentwort, segundo marquês de Rockinghan, tornado-se primeiro-ministro três meses depois da morte de Rockinghan. Pitt, por sua vez, tornou-se chanceler do Exchequer, ocupando-se das propostas relativas a reformas parlamentares e administrativas (Wikipédia). Estes são aspectos da vida do criador do Imposto de Renda, que representava também o conceito de taxação progressiva defendida por Adam Smith em “A Riqueza das Nações” vinte anos antes. Pitt com sua criação esperava angariar ou arrecadar 10 milhões de libras, mas não conseguindo teve que se contentar em 1799 com pouco mais de seis milhões de libras. Pitt pretendia com a quantia esperada financiar medidas militares, pois a frota que protegia os interesses globais britânicos, bem como as defesas costeiras contra a invasão francesa comandada por Napoleão. As Torres de Martello, o grande e abrangente serviço de espionagem comandado por Pitt, mais o apoio aliado dos britânicos contra a inimiga França de Napoleão.

Como os senhores podem ver o Imposto de Renda na Grã-Bretanha tinha um fim específico que todos sabiam, enquanto aqui na terrinha ninguém sabe qual o destino do dinheiro arrecadado dos brasilianos. Mesmo assim, o imposto não era popular, e por isso foi abolido pela pequena administração e curta de Henry Addington, igualmente a - curta de Paz de Amiens entre a França e Inglaterra. Passados os períodos de bonanças e os entreveros de novas guerras ele voltou novamente, mas em 1803 tornou a ser extinto com o encerramento das guerras napoleônicas no ano de 1816. Mas como tudo de bom dura pouco, o maldito voltaria de forma definitiva através do governo de Robert Peel em 1842, de forma diferente da de Pitt, visto que Peel não taxou quem tivesse renda de até 150 libras por ano, com isso foi criada a classe dois isentos. Uma frase atribuída a Pitt: “É claro que a pobreza não é uma tragédia, mas é uma chateação”.

Os senhores concordariam com esta afirmação se fosse atribuída a algum economista brasileiro? Segundo pesquisadores no Brasil segundo Augusto Olympio Viveiros de Castro, antes ainda do Império, no Brasil Colônia, havia um maldito imposto mais ou menos parecido, a “décima secular” ou “Direta” que era cobrado sobre os interesses e rendas com alíquotas de 10%, estando sujeitas todas as pessoas, de qualquer condição. Daí já se vislumbrou que o governo brasileiro sempre foi guloso em termos de arrecadação de impostos. O Imposto Geral sobre a renda foi criado no Brasil em 1922, através da lei nº. 4.265 de 31/12/1922, um presente de final de ano.

O lançamento e a arrecadação deveriam começar somente no ano de 1934, sendo que um ano ante a lei 4.783 de 31/12/1923 criou uma emenda na lei anterior, que positivou quatro categorias de rendimentos. Comércio e Indústria; capitais e valores Mobiliários; Exercício de profissão não comercial e Salários particulares e públicos e qualquer espécie de remuneração. Muito guloso e voraz esse Imposto de Renda, por isso, apelidaram de Leão. Com o surgimento do Estado Novo do Governo Getúlio Vargas, fora então promulgada a Constituição de 1934, e a partir desta nova Carta, o Imposto de Renda passou a ter status Constitucional e sua competência impositiva ficou sendo da União.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 17:48


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