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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Terça-feira, 27.10.09

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 06:18

Terça-feira, 27.10.09

TRÊS ANOS DEPOIS! BELTRAME PERDE O CONTROLE, SE DESESPERA E ATACA TODO MUNDO, DE CABRAL A LULA. NÃO SOBRA NADA! SÓ ELE?

Nessa questão de segurança pública há muito palpíte de quem pouco entende e pouca ação de quem deveria conduzir a estratégia de combate! Fala-se muito em recursos financeiros, que não podem ser esquecidos, mas deixam-se de lado assuntos vitais como a formação, o acompanhamento, a avaliação, o incentivo, a reciclagem e o reconhecimento público do policial! Há necessidade de governantes estadistas e não de papagaios de palanque...
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TRÊS ANOS DEPOIS! BELTRAME PERDE O CONTROLE, SE DESESPERA E ATACA TODO MUNDO, DE CABRAL A LULA. NÃO SOBRA NADA! SÓ ELE?


1. Quando afirmou que o “helicóptero” era o nosso 11 de setembro, fez uma analogia. Mas em função disso, os EUA invadiram o Afeganistão e a situação, hoje, oito anos depois, é muito pior que era em 2001, no 11 de setembro. E os EUA mudaram recentemente a estratégia e terão que enviar mais 40 mil militares para lá.
2. Diz que polícia ganha mal e dá uma canelada no Cabral. Diz que vai manter o bico do policial (ao arrepio da lei). Diz que o governo federal não ajuda e dá uma canelada no Lula. Ataca Polícia Federal e Exército. E pede uma legislação de emergência (Estado de Emergência na Constituição).
3. DECLARAÇÕES DE BELTRAME (21º encontro do OsteRio) após o 11 de setembro, ou abate do helicóptero:
a) “Só no Rio existe fuzil e rifle. Só no Rio existe metralhadora antiaérea. Então o país todo precisa saber que, para enfrentar fuzis 762, 556, e .30, precisa haver um nivelamento das forças de combate. Precisa haver uma paridade. Precisamos redimensionar o armamento e os recursos das forças da ordem. Precisa entrar grana. Mas, de que adianta me darem R$ 10 milhões ou R$ 100 milhões se não posso gerenciar essa verba? É para gerenciar as prateleiras com armas não letais? Só posso equipar meus policiais com spray de pimenta?”
b) “Eu quis comprar carros blindados de Israel e da África do Sul. Fiz o pedido. Ah, não pode, porque esses veículos têm características de guerra. E isso que vivemos no Rio é o quê? O governo federal precisa assumir sua responsabilidade, seu compromisso. Não adianta nada, um dia depois de bandidos derrubarem um helicóptero e matarem três PMs, nos telefonarem de Brasília oferecendo mais um helicóptero blindado. Nós recusamos. O que vai resolver mais um helicóptero blindado?”
c) “O combate ao narcotráfico é competência do governo federal. Em nenhum lugar do mundo polícia estadual é encarregada de combater narcotraficantes. Ainda mais traficantes com fuzis importados que entram por nossas fronteiras e nossos portos. O que a população não entende é que o governo federal não tem de ‘ajudar o Rio’ a combater o narcotráfico armado. É o estado do Rio que está ajudando o governo federal em algo que é compromisso de Brasília”.
d) “Os senhores acham que é fácil deixar um policial de noite no Complexo do Alemão ganhando 970 reais por mês e proibir que ele faça bico? Quando, ao fazer segurança para a elite, ele ganha um terço disso numa noite? Não serei eu que tirarei o bico do PM.”
e) “Na Colômbia, expulsaram 15 mil policiais da corporação acusados de corrupção quando decidiram fazer a limpeza nas forças de segurança. Eu perguntei como eles conseguiram fazer isso em tão pouco tempo. ‘Lei de exceção’, me respondeu e. A Secretaria de Segurança tinha o poder discricionário. Suspeitava, acusava, julgava…, e rua.”
f) “O governo federal é sócio deste problema. O Rio de Janeiro ficou febril por causa da queda desse helicóptero, mas esse é um episódio de todo um processo, iniciado há décadas e que começou a piorar nos anos 80. Não me venham com a oferta de mais um helicóptero blindado. Porque não existe meia solução. Não estou dizendo que o Exército tenha de cuidar da segurança pública. O Exército precisa cuidar das fronteiras. O que adianta trazer tropas para o Rio? Se nós todos não nos unirmos e nos mexermos, se não tivermos o apoio do Legislativo e do Ministério Público para que o país enxergue o Rio como é, realmente, esse pessoal virá aqui na janela com o fuzil na nossa cara. Sugiro que a gente faça da queda deste helicóptero nosso 11 de setembro da segurança pública no Rio. Antes e depois.”
Arquivos que podem estar relacionados:1. Rio de Janeiro, Haiti é aí
2. Guerra civil no Rio
3. De onde vem a arma que derrubou helicóptero no Rio?
4. Abandonada à própria sorte
5. Aconteceu na Vila Olímpica



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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 06:15

Terça-feira, 27.10.09

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 06:12

Terça-feira, 27.10.09

Psicóloga x Cazuza!

Psicóloga x Cazuza!

Esta mensagem precisa ser retransmitida para todas as FAMÍLIAS!
Uma psicóloga que escreveu, corajosamente algumas verdades.

Uma psicóloga que assistiu ao filme escreveu o seguinte texto:
'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora.. As pessoas estão cultivando ídolos errados..
Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?

Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível. Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado. No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.


São esses pais que devemos ter como exemplo?
Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora..
Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.


Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria? Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor. Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?


Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor . Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar.. Não se preocupem em ser 'amigo' de seus filhos.Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi à pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.'

Karla Christine
Psicóloga Clínica

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Terça-feira, 27.10.09

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 06:03

Terça-feira, 27.10.09

Itamaraty não tem ato secreto. É tudo às claras

Itamaraty não tem ato secreto. É tudo às claras

17-07-2009

Embora nunca tenhamos sentido a menor falta, o Brasil já conta com importante representação diplomática em Bamako. Não sabe o prezado leitor onde fica? Ora, Bamako é a trepidante capital do Mali, nação da África ocidental. Fala-se francês por lá, já que nos anos 1880 foi possessão francesa.

Se o querido leitor não tiver achado Bamako importante podemos ampliar a oferta. Que tal Baku, capital e porto do Azerbaijão? Talvez Belmopan, onde temos igualmente vigorosa presença diplomática. Belmopan, apesar de capital, é sossegada cidade de menos de 15 mil habitantes, no distrito de Cayo, Belize.

Temos mais. Na verdade, temos mais de quarenta países nos quais o Brasil abriu embaixadas e consulados-gerais nos últimos dois anos. Lugares como Basse-Terre, Castries, Conacri, Cotonou, Cartum, Gaborone, Malabo, Novakchott, Roseau, St. Georges, St. John’s ou Uagadogu (só por curiosidade, é a capital de Burkina Fassu), entre outros. A maioria, certamente, só o chanceler Amorim alguma vez na vida ouviu falar.
Mas não se pode dizer que padeça o Itamaraty da falta de sizo do Senado. Não se verá, no ministério de Celso Amorim rastros de atos secretos ou bandalheiras tão em voga hoje no Congresso. Nada disso.

Tudo o que ali se faz é estampado com todas as letras no Diário Oficial. O problema é que algumas dessas novidades são produzidas com o formato das batatas, outras a cor e a aparência das laranjas. Como legumes e frutas não se somam, apenas aos iniciados é dado perceber o que sai da caneta do ministro. O que aqui se mostra, portanto, é a manifestação dos corredores do Itamaraty.

Essa farra de embaixadas, por exemplo, faz parte da senda brasileira pelo mundo pobre. De quebra, se junta à obsessão por ocupar lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. Como se China, Rússia e Estados Unidos aceitassem a idéia. E se topassem, digamos, aumentar em duas as cadeiras, o Japão e a Alemanha fossem ficar de fora para dar vez ao Brasil.

Mas, se para fora essa festa esbarra no mundo real, para dentro resulta em assalto ao bolso da pobre viúva. A escolha de nomes para o primeiro posto dessas embaixadas e consulados gerais não chega a ser problema. Ninguém chega a ir amarrado, mas o escolhido geralmente recebe o posto como missão. Para os demais cargos, no entanto, o exercício é penoso.

Dificilmente alguém que enxergue futuro na diplomacia se dispõe a queimar um pedaço da vida num fim de mundo. Principalmente por que, num lugar desses, a menor distração transforma o indigitado em peça de almoxarifado. Quem aceita, embarca com a passagem de volta no bolso. Nada além de noventa dias. O segredo aí é que, por um período desses, além do salário ganham-se diárias. Um belo punhado de dólares que dá para viver direito, enquanto o salário se soma à poupança.

Mas não só em direção ao desterro movem-se os destinos no Itamaraty. Cuida-se ali também da vida afetiva dos escolhidos. Ano passado, por exemplo, Antônio José Ferreira Simões, lotado no gabinete de Amorim, foi feito embaixador em Caracas. Até aí, tudo bem. Pouco depois, porém, o Brasil abriu um consulado-geral em Caracas. Quem foi nomeado para o posto de cônsul? Ora, Mariangela Rebuá de Andrade Simões, a senhora Ferreira Simões.

Também em 2008, o Brasil formalizou sua representação junto à Organização Mundial do Comércio, a OMC. Para comandá-la foi escolhido Roberto Carvalho de Azevedo. Só pessoas muito maldosas acreditam que a escolha de Roberto para o posto guarda relação com o fato de Maria Nazareth Farani Azevedo, chefe de gabinete do ministro, ter assumido o comando da delegação brasileira na ONU,ambos serem casados e as duas delegações funcionarem na mesma cidade, Genebra.
Claro que deve ser absoluta coincidência, mas fenômeno semelhante ocorreu com a designação, este ano, de Regina Maria Cordeiro Dunlop para a delegação brasileira na ONU, entidade que, como se sabe, tem sede em Nova York. Com Regina Maria no posto, o Brasil sentiu falta de um consulado-geral na região. Instalou-o no distrito de Hartford, estado de Nova York, e botou a comandar o lugar Ronaldo Edgar Dunlop, casualmentemarido de Regina Maria.

Mas não só de arranjos domésticos vive o Itamaraty. Pouco se fala para fora de Brasília, mas já se torna visível ao mundo, por exemplo, o talento da diplomacia brasileira no mercado imobiliário. Em apenas duas investidas na área o ministério de Amorim garantiu para o próximo governo uma herança difícil de esquecer. Em Nova Delhi, comprou por cinco milhões de dólares o terreno (atenção: só o terreno) onde, um dia, construiremos a embaixada. Em Genebra, pagou quarenta (atenção: quarenta) milhões de dólares pelo prédio que abrigará as representações brasileiras. A soma dos dois eventos surpreendeu até funcionários habituados à largueza de gestos da nossa diplomacia.Nem a secretaria-geral do Senado seria capaz de tamanho feito. É isso o governo Lula, diz que dá aos pobre e subtrai de todos.

TUDO QUE ESTÁ CONTIDO NESSE E-MAIL É CÓPIA DO SITE ABAIXO. COMPROVE.
http://xicovargas.uol.com.br/index.php/1143 -






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Terça-feira, 27.10.09

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 05:54

Terça-feira, 27.10.09

Como vai a 3ª revolução silenciosa? “vai bem, obrigado”

Mais um artigo de conteúdo com a assinatura do autor!
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Como vai a 3ª revolução silenciosa? “vai bem, obrigado”

Aos olhos dos que acompanhavam o cenário internacional, a velocidade e a abrangência do avanço do comunismo no planeta nos anos 60 e 70 parecia inexorável e vitorioso.

De repente, afloraram dicotomias ideológicas, ambições pessoais, propostas desencontradas, surgem as rachaduras e, em seqüência, divergências indissolúveis. Desmorona o Muro de Berlim, e desfaz - se o sonho comunista, imposto a ferro e fogo em alguns países, e noutros, como uma panacéia para iludir os tolos ideológicos.

No Brasil, duas tentativas. A primeira, em novembro de 1935, e a segunda, em 1964. A primeira, cognominada de Intentona Comunista, teve como modelo a Revolução Comunista na Rússia em 1917. Para tanto, estabeleceram uma canhestra ação em força, dirigida contra o que julgavam o seu maior oponente, o Exército Brasileiro. Fracassaram.

Na segunda, em 1964, com um desenvolvimento maturado e costurado nos anos anteriores, com o fracasso da 1ª tentativa, engendraram uma revolução gestada pela infiltração, pela dominação e por uma festiva intelectualidade. A composição de um segmento armado mostrou - se infrutífera, e ela sucumbiu à ação do movimento popular que respaldou a Contra - Revolução de 1964. Novamente, fracassaram.

As forças legais venceram. O País voltou à normalidade. Foram estabelecidos programas sociais e outros tantos exitosos. A economia, sem CPMF, com impostos abaixo de 25%, cresceu.

Obras monumentais de infra – estrutura para o desenvolvimento nacional foram implantadas. Não grassava a impunidade, a justiça funcionava e rumávamos para o “despertar do gigante adormecido”, apesar das tentativas insanas dos arautos da tomada do poder. Houve progresso. Depois, por iniciativa dos governos “militares”, veio a anistia e a governança foi transferida, por livre arbítrio daquelas autoridades, para os civis.

A história foi reescrita pelos derrotados, e o pior, o lado legal, amesquinhado, medrou; confrontado, tremeu; acusado, não reagiu; tripudiado, acovardou – se. A pífia reação, que não existiu, tanto da sociedade, como das forças militares, principais agentes de combate à subversão e ao terrorismo, encorajou aos contrários, que encetaram, com êxito, a 3ª revolução, o socialismo do século XXI.

Hoje, debruçadas no credo gramcista, o foco da maioria das esquerdas nativas não é a luta armada; entretanto, perseveram no domínio de massas de manobra como os sem - terra, os sindicatos, os estudantes, e em contar com a adesão de minorias, exacerbadas por um discurso que alimenta ódios e diferenças.

Embora a terceira revolução não tenha sido decretada, é patente nas atuações do Governo e de seus órgãos, que seguimos uma cartilha, que não é a da verdadeira democracia. Para os mais atentos, as sinalizações transparecem nas relações externas; nas internas, avultam sinais de abusos de poder e impunidades escandalosas, vícios contumazes típicos dos regimes de esquerda.

Impotentes assistimos à criação de um “estado máximo”, sob a custódia de um “Foro”, de uma estrutura dominada pelos partidos de esquerda, que divergindo em questiúnculas, concordam na submissão da massa a uma cúpula inatingível, soberana nas ações e isenta de padrões morais, e que se propõe a manter o poder “ad aeternum”.

O Brasil é, neste momento, uma presa fácil. As esquerdas ocuparam a Nação como crianças travessas que invadiram um parque de diversões. E riem às bandeiras despregadas. Ora, como não estar satisfeito, todos os candidatos à próxima sucessão real são de esquerda. O magnânimo percorre o País em escancarada campanha eleitoral em prol de seus herdeiros, e diverte - se, ora afagando um, ora o outro, ao que eles, submissos, graciosamente, abanam o rabo.

Por tudo, não perguntem pela oposição, mas pela revolução, e o coro responderá, “ela vai bem, obrigado”. Mas se indagarem sobre o futuro do Brasil, cuidado...

Brasília, DF, 26 de outubro de 2009.

Gen. Bda Refo Valmir Fonseca Azevedo Pereira.

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