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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Quarta-feira, 22.04.09

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 11:03

Quarta-feira, 22.04.09

ALCOÓLICOS OU ALCOÓLATRAS

ALCOÓLICOS OU ALCOÓLATRAS


Estas duas palavras teriam a mesma sinonímia ou o mesmo significado? Talvez sim ou talvez não! Da junção de álcool + - latra tem como adjetivação ligada a pessoa que se entrega ao alcoolismo, viciada na ingestão de bebidas alcoólicas; alcoólico, alcoolista, etilista. Esta seria a sinonímia de alcoólatra, mas alguns estudiosos dizem que o alcoólatra é a pessoa que tem culto ao álcool, enquanto o alcoólico é o dependente da bebida alcoólica. Um grupo se formou e vem executando um trabalho fenomenal na recuperação dos viciados chama-se AA (Alcoólicos anônimos) e não alcoólatras anônimos. Por este diapasão, por esta vertente logo concordaremos com a diferenciação entre as duas palavras. A bebida alcoólica, através dos tempos, vem suportando ou resistindo às variantes e as mudanças de hábitos e costumes da população mundial, onde o álcool é ponto forte. Alguns países não sofrem com este problema crônico, principalmente os países árabes ou de populações muçulmanas. Hoje se mantém um índice muito grande e elevadíssimo de consumo entre jovens, adultos e até idosos. Algumas tribos, ou silvícolas já consomem o álcool em grande quantidade, depois que entraram em contato com o homem ‘civilizado’.


A estimativa de consumo sempre aumenta em gênero, número e grau. Fala-se no consumo social, mas este consumo não existe são apenas paliativos para os que bebem semanalmente, ou bebem pela semana inteira. Não existe o bebedor social, mas sim o moderado, ambos correm o risco de num futuro bem próximo tornarem-se alcoólicos. Já o compulsivo é um doente e dependente do álcool que precisa urgentemente de tratamento, pois está sujeito a várias doenças e uma delas a cirrose hepática. Evitar o consumo de álcool hoje é muito difícil, visto que em todos ou quase todos os lugares em que a população freqüenta, seja batizado, casamento, noivado, festas de aniversário, shows e comemorações diversas o álcool está presente. No ritual da missa os padres já estão substituindo o álcool pelo suco de uva, já que a quantidade de padres viciados em álcool aumentava em grandes proporções.


O pior de tudo é que os viciados causam em detrimento da família, pois além da sua destruição, lares são desfeitos, crimes são cometidos, a violência aumenta, principalmente contra as mulheres, idosos e crianças. O álcool é tão prejudicial que o convívio com o viciado torna os conviventes em futuros viciados. Quem convive com viciados sofre demais, pois os viciados em estado de alta embriaguez tornam-se agressivos e violentos em sua maioria. Os mais caretas vão direcionar suas palavras para o doente afirmando: “abandona! Parece fácil, porém a realidade é mais dura do que se supõe. O futuro dos filhos está em jogo como também o destino da família do viciado. O pior e mais triste é quando a mãe de família é uma viciada. A cura depende em maioria dos casos do estímulo e da força de vontade do adoentado pelo vício. Depois da consolidação do vício somente uma educação bem forte aliada à força de vontade poderá surtir o efeito esperado.


O mais hilariante de tudo isto pé que sendo uma das drogas mais perigosas, é lícita e quem arrecada mais com a venda ou o consumo é o governo. As finanças e a condição social de um viciado serão alterada em algum ponto ou diretriz que culminará com a derrocada total ou parcial dele. A abstinência do álcool causa pânico, tremedeira, estado de sudorese total, visão de imagens que somente o viciado presencia em suas alucinações. É triste e lamentável e essa situação não pode ser ignorada, pois quase que diariamente vemos as calçadas, praças, e outros logradouros públicos repletos de consumidores de álcool e as calçadas que seria dos pedestres normalmente estão cheias de mesas e cadeira e os mais afoitos tomam espaços das próprias ruas. É lamentável. O alcoolismo pode ter alguma ligação obsessiva, neste caso além do tratamento médio é necessária uma assistência espiritual. Pai afasta de mim este cálice, pois a bebida em demasia é um câncer sem cura e que tem vitimado muitas vidas, tanto de coma alcoólica, afogamentos, atropelamentos, discussão com morte, agressões físicas e morais e acidentes de carros, normalmente fatais.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

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