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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Quarta-feira, 13.08.08

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 12:14

Quarta-feira, 13.08.08

DOAÇÃO

DOAÇÃO

A doação seja ela qual for é um atributo de amor. É bom sempre alertamos as pessoas que são doadoras, de que, o presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos e Tecidos (ABTO), Valter Duro Garcia, diz que é preciso mudar o perfil do doador de órgão brasileiro. Segundo ele, há mais de cinco anos se discute a mudança desse perfil que consiste em utilizar os potenciais doadores na condição do que os médicos denominam de limítrofes (idosos, hipertensos, diabéticos). "Estamos atrasados".

Isso já ocorre há muito tempo em países desenvolvidos. Que fique bem claro esse alerta. Doação é uma palavra de origem latina donatione e quer dizer: Ato ou efeito de doar; aquilo que se doou; dádiva; documento que legaliza e assegura a doação; doação inoficiosa; aquela que excede a legítima e mais a metade disponível. Os resultados de campanha organizados que incentivam as doações de órgãos, ainda são claramente tímidos.

A Associação Brasileira de Transplantes (ABTO) analisa a lista de espera por transplantes alcança a casa das setenta mil pessoas. Existem critérios a ser estudados, principalmente em casos de urgência. A doação é feita sempre que existe comprovação da morte encefálica. A doação de órgãos tem como respaldo a Lei nº. 9.434/97, prevê que a autorização da doação dos órgãos e partes dos corpos de pessoas falecidas tem uma pendência importante. O conjugue ou parentes mais próximos podem autorizar a doação de órgãos do estagnado biologicamente. Essa doação independe de autorização judicial passada em cartório.

Qualquer pessoa pode ser doadora, desde que haja autorização da família. Doe seus órgãos em vida e pratique uma ação de amor para com o seu próximo. O doador em potencial é aquele que se encontra nestas situações: “As partes do corpo ainda estão ligadas a aparelhos que as mantêm funcionando. No entanto, em 72 horas, se cada uma delas começa a apresentar falência”, sendo a única exceção as córneas, que podem ser retiradas para o transplante no período máximo de seis horas, após qualquer tipo de óbito.

No caso de morte encefálica aparente é preciso muita cautela. Para o presidente da Associação dos Transplantados Cardíacos do Ceará, Carlos Damasceno, a Lei Seca não vai interferir na doação de órgãos. "Nós necessitamos de órgãos para doação, pois tem paciente na fila de espera, mas não queremos que as pessoas se matem no trânsito." Muito oportuna essa advertência do presidente da Associação de transplantados Cardíacos do estado do Ceará.

O transplante de medula é um pouco diferente, ele pode ser feito com o doador em vida e está diretamente indicado para alguns casos. O de leucemia e o de transplante medular, linfomas e anemias congênitas, sendo um procedimento clínico aparentemente simples, mas não pode ser efetuado sem anestesia geral, segundo afirmação de médicos especializados na área. Afirmar que são duas incisões na bacia em cada um dos lados. Neste local são realizadas punções de células troncos. É simples como afirmamos, visto que o doador pode ter alta médica e ir para sua residência no dia seguinte.

Convém salientar que mesmo depois da alta o doador deve ter um repouso de uma semana no mínimo. Falamos em transplante nesta matéria e o que seria: segundo os estudiosos da área de saúde, o transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um órgão (coração, pulmão, rim, pâncreas, fígado) ou tecido (medula óssea, ossos, córneas) de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido normal de um doador, vivo ou morto. Falamos em morte encefálica e ela ocorre quando acontece a parada definitiva e irreversível do encéfalo (cérebro e tronco cerebral), provocando em poucos minutos a falência de todo o organismo. É a morte propriamente dita.

O ser humano é um doador em potencial e as partes do corpo que podem ser doadas são: “os dois rins, dois pulmões, coração, fígado e pâncreas, duas córneas, três válvulas cardíacas, ossos do ouvido interno, cartilagem costal, crista ilíaca, cabeça do fêmur, tendão da patela, ossos longos, fascia lata, veia safena, pele”. Um único doador tem a chance de salvar, ou melhorar a qualidade de vida, de pelo menos 25 pessoas. Vejam como é importante esse ato de doação, por isso afirmamos no início, de que a doação sempre será um ator de amor.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE

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Terça-feira, 05.08.08

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 12:53

Terça-feira, 05.08.08

SUA EXCIA O PAI!

SUA EXCIA O PAI!

AO MEU PAI

Pai, as suas mãos, as suas ações, falam de ti,
Na educação dos frutos o azimute está direcionado,
Ele representa a retidão e a grandeza de per si,
Importantes e dulcificantes para um coração abençoado.
Na criação de teus filhos tu fostes um herói,
Na maneira sutil e bela, fortalezas no orientar.
Gratidões, afagos, carinhos, haveremos de te dar.
A tua serenidade no amparar veio nos encantar,
Pai dedicado, amado, devotado na missão de disciplinador,
Tua dignidade, admirável presença reflete amor.
Amor que cresce, e não desaparece brota com uma flor,
De esperanças vividas, de simplicidade, sem postimárias de dor.
Refletes no amor, no afago, no amparo da inspiração divina,
Admirável paciência, querida benevolência que se descortina.
Nos passos diários, na caminhada da vida, sem prepotência ferina;
Refletem belo exemplo de ser honesto dedicado que me alucina.
A semelhança que transparece e te enobrece é a retidão que fascina.
Aos seus filhos queridos, destemidos, cheios de amor, você dedicou
Toda vontade felina. De um homem de brilho ante de trabalho estafante,
Mas não se curvou às asperezas da vida. Estamos aqui, orando por ti,
Pois partistes para a morada do Senhor. Com Deus Pai lá nos Céus
Estás e nos amará e não nos esquecerá jamais, verás refletida na face
Do Cristo e do Pai que nos criou, e nos gerou. Suas ações oh! Querido pai!
Devem ser exemplos do seu trabalho, amor e gratidão sem fim.
Que não abrem mazelas e sim aquarelas que vertem jasmins,
Perfumados, de sonhos doirados que geram belezas, enfim.
A consciência vivida no véu da esperança ficará na lembrança;
Eterna dos filhos amados, idolatrados que se espelharam em ti.
Hoje brilham as estrelas num céu reluzente com saudades eternas.
O teu coração e a tua compreensão nos levam a emoção interna,
Com corações palpitantes, olhos voltados para Deus oram pela sua felicidade.
A saudade invade nossos corações, quando esse dia se aproxima e destina
Fidelidade e saudades. Com seus olhos de pai, orai por nós de onde estais,
Aqui ficamos na lembrança, na saudade de um até mais. Amamos-te papai!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-
FORTALEZA-CEARÁ


O DIA DOS PAIS

“Eu tenho o melhor Pai do mundo”: “Deus”. (Antonio Paiva Rodrigues).
As comemorações do dia dos Pais dizem ser meramente comercial, como acontece com o dia das mães. Na realidade não é bem isso que acontece. Afirmam alguns que a homenagem tem como objetivo precípuo criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram à vida. Conta à história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinhos. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd. Já adulta Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos. Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o Dia do Pai.

Naquele país, ele é comemorado no terceiro domingo de Junho. Em Portugal é comemorado a 19 de Março. Isso pode ter ocorrido da maneira com está explicita nas entrelinhas dessa homenagem, porém é uma criação dos povos americanos para homenagear seus pais. O dia dos pais é um dia muito antigo, senão vejamos: “O Dia dos Pais tem origem na antiga Babilônia, há mais de quatro mil anos”. Um jovem chamado Elmesu Moldou esculpiu em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai. Já na terrinha, o querido Brasil, o dia dos Pais é comemorado no segundo domingo de Agosto. A criação da data é atribuída ao publicitário Sylvio Bhering, em meados da década de 50, festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Como denotamos existe uma diversificação entre datas e Países em que os filhos homenageiam seus Pais. O que vale é o amor paternal com reciprocidade verdadeira, amor de filho para pai e vice-versa. Ainda existem muitos países que comemoram em datas diferentes e aqui citamos alguns deles: “Países que celebram no terceiro domingo de Junho: África do Sul; Argentina; Chile; Eslováquia; Canadá; Filipinas; França; Hong-Kong; Holanda; Índia; Irlanda; Japão; Macau; Malásia; Malta; México; Peru; Reino Unido; Turquia e Venezuela”. Países que celebram em outras datas: Países como a Áustria: segundo domingo de Junho; Austrália: o primeiro domingo em Setembro; Bélgica: St Josephs day (19 de Março), e o segundo domingo em Junho ("Secular"); Brasil: segundo domingo de Agosto; Bulgária: 20 de Junho; Dinamarca: 5 de Junho; República Dominicana: último domingo de Junho; Alemanha: no Dia da Ascensão de Jesus Cristo. Muita história no dia dos pais, mas o que devem oferecer a eles além do amor, carinho, dedicação, confiança, obediência e transforma-lo em amigo de todas as horas.
Do latim pater, a palavra pai designava originalmente toda pessoa que dava origem a outro ser. O Direito Romano, base de nosso ordenamento civil, conferia ao pai o título de paterfamiliae, o cidadão romano chefe de família. Já definiam os romanos que “is est pater quem justae nuptiae demonstrant” (o pai legítimo é aquele que o matrimônio como tal indica).

E nesta condição, todos os seus descendentes a ele se vinculavam sem poder de oposição, onde se incluía a própria esposa. Ao meu pai já no mundo celestial e as pais que se encontram na condição do meu que lá estejam felizes e gozando as benesses que a vida espiritual oferece. Aos demais pais vivos do Ceará, do Brasil e do mundo o que posso oferecer está inserido nesses versos que de amor e coração dedico a eles, além de muita paz, saúde e felicidades, além dos parabéns. Ser pai: Ser pai é ser companheiro, construindo no ninho familiar a grandeza dos filhos, para alicerçar valores que edificam a sociedade. Ser pai é ser jardineiro, plantando raízes de virtudes com mãos delicadas, para que o lar seja - sementeira de luz e de verdade. Ser pai é ser herói, protegendo o espaço sagrado de seu templo-família, cultivando no coração dos filhos o germe da harmonia. Ser pai é ser fonte de vida, inaugurando nossa história com gestos de amor, renovando perenemente a herança da criação. Ser pai é ser poeta, declamando com carinho os versos de sua vivência, para cultivar e enobrecer os projetos de nossa existência. Meu Pai onde estiveres quero dizer que Te Amo!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ACADÊMICO DA ALOMERCE


HOMENAGENS AO DIA DOS PAIS

HOMENAGENS AO DIA DOS PAIS

Será que o brasileiro diante de tantos percalços, sofrimentos, fome e salário de miséria, ainda têm alguma coisa a comemorar? As esperanças se esvaem e nos tornamos pusilânimes ao invés de feéricos. É verdade? Claro! A situação do dia-a-dia do brasiliano virou inferno. “Depositou no alvo de tuas emoções mais sublimes o teu coração cheio de amor e, entendendo-te correspondido, entreteceste os dias venturosos a gozar”. Pobre não goza só leva pancada e ainda mais não pode reverberar e nem chorar, pois os marxistas afirmam que homem não chora. Como sempre os dias comemorativos são criados por países capitalistas, pois a necessidade de consumo é grande, e os filhos querem de qualquer maneira homenagear o ser que lhe deu vida, amor e carinho, o pai. A americana Sonora Louise Smart Dodd teve a idéia de criar um dia dedicado aos Pais ao ouvir um sermão no dia das mães, em 1909. A moça queria homenagear seu pai, William Jackson Smart, que criou sozinho seus seis filhos, logo após a morte de sua esposa em 1898.

Em 1910, Sonora encaminhou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, sua cidade. O primeiro Dia dos Pais foi comemorado em Spokane em 19 de junho daquele ano. Esse dia foi escolhido por ser o dia do aniversário do pai de Sonora. Pouco tempo depois, a comemoração já havia se espalhado por outras cidades americanas. Em 1972, Richard Nixon proclamou oficialmente o terceiro domingo de junho como Dia dos Pais. No Brasil o Dia dos Pais foi comemorado pela primeira vez em 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim a partir daí passou a ser comemorada no segundo domingo de agosto. A comemoração foi importada dos EUA pelo publicitário Sylvio Bhering e teve sua data alterada de junho para agosto por motivos comerciais. Para alguns é um dia festivo, dia de ganhar e presentear, reunir as famílias e degustar aquele almoço saboroso feito com capricho e dedicação.

Para outros é dia de meditação, dia de reverenciar aqueles pais que cumpriram sua missão na Terra e hoje estão no plano espiritual e para nós que integramos esse ciclo, só nos resta à saudade e a lembranças dos grandes momentos em que passamos juntos quando eles habitavam esse orbe. É hora de lamento? Jamais. É, dia de orações, pensamentos positivos e distribuição de um pouco que temos com aqueles pais que se encontram totalmente a margem da sociedade. Os pais doentes, paralíticos, esquizofrênicos, os que abandonados pela família nos asilos de mendicidade e aqueles sem teto, que dormem ao relento sofrendo com o frio da noite e a fome que corrói suas entranhas. “Amizade do pai para com o filho é uma semente cultivada que aflora para nos amparar quando mais necessitamos, pois a vida tem propósitos ocultos ao olhar superficial e que transcendem à atual existência”.

Pai querido à saudade é grande, foste bravo e trabalhador, educou todos os filhos com dignidade e sabedoria, apesar do pouco estudo que tinhas, mas a sua experiência suplantou tudo. Papai, onde estiveres recebe nosso abraço, nosso beijo de gratidão e que Deus o conserve sempre assim, para que prove da confiança em que nele depositamos a perseverança e amor que são elos que reúnem almas no correr dos tempos, trazendo ao presente uma conclusão que emociona a todos. Aproveitamos essa matéria para desejar - a todos os pais desse Brasil muitas felicidades e não existiria presente melhor do que um emprego, para os que estão na ociosidade. Para os que já cumpriram suas missões terrenas que Deus lhes dê a consolação e o destino por eles almejados. Feliz dia dos pais do ceará, do Brasil e do mundo. Que as guerras não exterminem tantos pais de família, e o mundo não passe a ser um orbe terrestre povoado em sua maioria por órfãos. Não desejamos, nem queremos que isso venha a acontecer. Deus seja louvado e seja feita a sua vontade.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ACADÊMICO DA ALOMERCE

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Terça-feira, 05.08.08

REPORTAGEM NO RÁDIO

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 12:45

Terça-feira, 05.08.08

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A REPORTAGEM NO RÁDIO


A reportagem radiofônica se reveste de uma importância fundamental. Muitos cuidados devem ser observados durante a entrevista. Para isso se faz necessário a presença de um jornalista na coordenação das programações de rádio. O profissional do rádio chama-se radialista e sua importância para o sucesso de sua empresa de comunicação é fundamental. Ética, compromisso com os ouvintes e interação são pontos que não podem ser distorcidos. Numa rádio séria e com teor e programação jornalística todos fazem o papel de repórter ou são repórteres. Essas nuanças podem ser balizadas desde o proprietário da emissora, a quem está ou não diretamente ligado a captar e produzir notícias. Os estudiosos em Comunicação classificam as emissoras de rádio em rádio quente ou viva e emissora burocrática ou anódina. Convém salientar que a palavra anódina tem como sinonímia de: “palavra derivada do grego granódynos, e do latim anodynu e tem como sentença adjetiva o que mitiga as dores (medicamento); acesódino, antalgésico, antálgico, paliativo, insignificante, medíocre. Que é pouco importante; secundário. Jamais desejaremos que uma emissora de rádio se encarte nessa classificação, mas apesar dos pesares, ainda a encontramos no ciclo radiofônico brasileiro.

De acordo com a Constituição Federal de 1988, o prazo de concessão para serviço de radiodifusão sonora é de 10 anos e pode ser renovado pelo mesmo prazo por períodos sucessivos. O banco de dados da Anatel, que é também alimentado pelo Ministério das Comunicações, indica casos em que a validade das outorgas venceu há 11, 13 e até 17 anos. É inacreditável que isto esteja ocorrendo. As emissoras de rádio atualmente funcionam no sistema AM (Amplitude Modulada) – FM (Freqüência Modulada), e freqüência de ondas curtas, médias, ondas longas. O estúdio, onde é gerada a programação, é um sistema composto de diversas salas à prova de som, existem os mixers, ou misturadores, onde são harmonizadas as saídas das salas do estúdio e sala de controle para transmissão em cadeia se for o caso. Quando a estação transmissora encontra-se distante do estúdio, um circuito especial (Chamado link) faz o enlace das duas, geralmente em Ultra Alta Freqüência, ou modernamente via satélite. Nas salas do estúdio estão os microfones, estes captam os sons emitidos, vozes, músicas ao vivo, etc. São enviados aos equipamentos de mixagem e editoração, depois aos pré-amplificadores, amplificadores, moduladores, estágios de potência e finalmente às antenas, para ser irradiados em forma de ondas eletromagnéticas, capazes de viajar pelo espaço a longas distâncias. A onda de radiofreqüência é a chamada onda portadora, no caso do AM, ou FM, pois em SSB não existe portadora, embora comumente não se use portadora suprimida para transmissão de radiodifusão. Essa parafernália irá trazer benefícios e as reportagens e outros programas fluirão com mais dinamismo. Na reportagem o som deve ser o maislimpo possível, sem ruídos e chiados. O bom repórter não pode ser apelidado de segurador de microfone. Uma excelente reportagem deve ter sempre calma e cautela. Pare um pouco agora e leia com atenção as dicas a seguir, são elas: Preparar o ambiente, o coração em Deus, não deixe pra amanhã, capriche no título, deixe o visual atraente, cative o leitor no início, não deixe o conteúdo preso ao texto, seja original, parcial e pessoal, revise antes de publicar, finalize a reportagem e sucesso.

Para escrever uma reportagem, preciso antes de qualquer coisa, sentar-me num local com um nível, no mínimo aceitável, de organização. Portanto, arrume bem o local aonde você vai escrever. Pense no que você vai precisar e deixe logo ao alcance para que não aconteça que venha a se dispersar várias vezes enquanto escreve e você acabe perdendo o “fio da meada” do que estava escrevendo. Temos vários tipos de reportagens. A reportagem investigativa segundo Fred Vasconcelos tem 28 cuidados especiais para torná-la uma reportagem de peso e medida. 1. Antes de iniciar uma investigação, esteja certo de que a publicação para a qual trabalha tem interesse no tema e disposição para enfrentar resistências e coibir pressões. Esse cuidado aparentemente óbvio evita frustrações, desentendimentos posteriores com chefias e constrangimentos que poderão ser evitados. 2. É importante que haja compreensão dos riscos envolvidos e que seja assegurada a retaguarda jurídica para garantir ao repórter o exercício tranqüilo de seu trabalho. 3. As reportagens devem ser realizadas com todos os cuidados para se evitar contestações, seja por meio de cartas, de desmentidos oficiais ou em ações de indenização e processos criminais.

4. Processos contra jornalistas podem ser usados para abortar o tratamento de casos rumorosos pela imprensa ou para tentar desqualificar o profissional. 5. Ações de reparação movidas contra empresas jornalísticas têm um custo muito elevado, mesmo antes de eventual indenização. Na prática, esses processos obrigam o jornalista a fazer uma segunda apuração, reportagem que não será publicada. Se os cuidados preliminares não foram tomados, haverá o desconforto da busca de provas que deveriam ter sido obtidas antes da publicação, ou de solicitações incômodas para que revelações e afirmações obtidas off the recordes, em confiança, sejam repetidas formalmente perante um juiz. 6. Muitas vezes a imprensa "compra" a suposição de que as provas de um crime estão evidentes ou "vende" ao leitor a idéia de que essa comprovação virá na edição seguinte. Não são raras as reportagens a partir de simples depoimentos, sem provas, acenando com a perspectiva de que elas virão tão logo seja quebrado o sigilo dos suspeitos. Investigações preliminares tratadas como condenações públicas definitivas ajudam a alimentar a indústria das indenizações. Uma vez livres de inquéritos mal-instruídos, ou beneficiados por sentenças contraditórias, restará aos acusados "limpar o nome na praça" com ações de danos morais contra os jornalistas.

7. Ao tomar conhecimento de algum fato que mereça investigação, o jornalista deve procurar, antes de sair a campo, levantar todas as informações possíveis sobre o fato. Deve saber os eventuais interesses de quem está sugerindo a reportagem e avaliar se há interesse público no que será investigado. É importante saber a quem a reportagem prejudicará e quem será beneficiado com a divulgação dos fatos. 8. O repórter deve manter saudável distanciamento das fontes. Mesmo que os interesses sejam legítimos, a fonte original não deve exercer influência no processo de apuração e nas conclusões da reportagem.
O jornalista não pode depender de uma única fonte. Mesmo confiando plenamente no seu informante, é saudável ouvir a opinião de outras pessoas de confiança. Se possível, obter avaliação neutra sem citar as partes envolvidas. 9. As denúncias devem ser tratadas como material preliminar para a investigação jornalística. Declarações, mesmo gravadas, podem ter efeito limitado. Uma afirmação feita ao jornalista pode não ser sustentada, depois, diante do delegado de um inquérito. Uma afirmação no inquérito pode ser refeita ou negada perante o juiz.

10. É recomendável pesquisar em outras publicações sobre os personagens centrais. Os casos apurados geralmente têm ramificações. Se for uma disputa judicial, é preciso conferir se há processos relacionados ao caso que não tenham sido informados ao jornalista. 11. É possível que chegue às mãos do repórter apenas uma peça de uma disputa mais ampla. Por isso, deve sempre ser feito um levantamento prévio de todos os envolvidos, consultando-se outros casos em que atuam os advogados das partes. Essa é uma forma de encontrar novas fontes, novos caminhos para uma matéria cuja apuração às vezes não avança.
12. O repórter deve pedir comprovante e cópias de documentos. É útil guardar tudo que não puder publicar. Sempre que possível, ter documentos na mão. Quando for recebido um documento por fax, tirar fotocópia e guardá-la. A cópia por fax costuma ficar ilegível. 13. Antes de começar uma entrevista, deve-se deixar bem claro o objetivo da reportagem. O entrevistado deve ter o tempo que for preciso para pensar, para voltar atrás, refazer suas respostas. É um direito seu. 14. Sempre se deve terminar uma entrevista perguntando ao entrevistado se ele gostaria de acrescentar alguma coisa que não tenha sido questionada pelo repórter. 15. Deve-se pedir ao entrevistado que diga claramente qual o ponto que considera mais importante a ser ressaltado ou a afirmação que julgue mais relevante. É a opinião dele que deve prevalecer.

16. O jornalista deve guardar as fitas de gravações e sempre pedir permissão para gravar. A recusa à gravação pode ser um indicador da firmeza, ou não, de sua fonte ou de seu entrevistado. Costumo perguntar se a fonte ou o entrevistado sustentaria em juízo a informação ou opinião que me está passando. A reação ajudará a sopesar os fatos. 17. O repórter deve prestar muita atenção às datas. As contradições às vezes surgem na análise de detalhes. Recomenda-se ler e reler o material levantado, mesmo depois de publicada a primeira reportagem. 18. É importante trabalhar de forma organizada, registrando horário e datas de telefonemas e entrevistas. Considerando a possibilidade de processos futuros, é essencial poder comprovar as várias iniciativas tomadas para ouvir a parte contrária antes da publicação da reportagem. 19. As melhores reportagens são as mais equilibradas. A não ser nos casos em que essa prática impeça a apuração, quanto mais cedo o jornalista procurar o "outro lado", mais amplo será o contraditório. Se a reportagem é relevante e exclusiva, o repórter deve permitir à parte acusada tempo suficiente para levantar informações, documentos. Esse cuidado servirá também para mostrar que o jornalista agiu de boa fé, dado essencial se houver um processo. 20. Se não conseguir ouvir a parte contrária, o jornalista deve procurar os advogados dos acusados. Se não tiver êxito, é prudente procurar manifestações anteriores em favor dos acusados ou a opinião de amigos dos acusados.

21. Ao redigir o texto, não se devem fazer acusações. É importante consultar especialistas, que poderão emitir pareceres. Deve ser pedida avaliação a mais de um profissional. É conveniente evitar adjetivos. 22. O repórter só deve escrever quando tiver total conhecimento sobre os fatos a serem reportados. Havendo dúvidas, deverá voltar a consultar as fontes. 23. É recomendável consultar advogados para identificar pontos vulneráveis no texto. Expressões e formas de relatar os fatos podem ser substituídas no texto sem comprometer a reportagem. 24. Uma segunda leitura, feita por um colega da redação, sempre pode ajudar o repórter a tornar o texto mais claro e a eliminar duplas interpretações. 25. O repórter deve ajudar o seu editor, entregando o texto com sugestões de títulos, subtítulos e legendas de fotos. Muitas vezes os processos são movidos por causa de pequenos descuidos em títulos, artes ou em quadros explicativos. 26. O jornalista deve procurar ouvir a parte atingida tão logo a reportagem seja publicada. Além de demonstração de zelo, boa-fé e disposição para retificações, essa iniciativa pode manter a exclusividade na retomada do assunto. Se os procedimentos foram corretos na fase anterior, o acusado vai preferir que a sua versão esteja no dia seguinte na mesma publicação.

27. Deve-se sempre manter a isenção, deixar claro que o trabalho é impessoal. Quanto mais espaço para garantir o contraditório, menor a possibilidade de a reportagem vir a ser interpretada como perseguição. 28. Finalmente, deve-se estabelecer como meta realizar reportagens tão bem apuradas e equilibradas que desestimulem desmentidos, no dia seguinte, ou ações judiciais no futuro. Se, depois desses cuidados todos, ficarem comprovado o erro, o jornalista deve admitir o fato com naturalidade e honestidade e assumir sua responsabilidade. (fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha). Siga estas exemplificações e seja um grande repórter e eleve bem alto o nome de sua emissora. O repórter trabalha com amor, dedicação e responsabilidade. Sem esses requisitos não haverá sucesso. Avante companheiros. A comunicação espera por vocês.



ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE

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Terça-feira, 05.08.08

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 12:40

Terça-feira, 05.08.08

O BRASILEIRO TEM PODER E FORÇA

O BRASILEIRO TEM PODER E FORÇA


Se o povo brasileiro exercer seu dever de cidadania com honradez ética, e sem interesses mesquinhos, mostrará para os políticos e autoridades brasileiros, de que o povo ainda é responsável pela salvação e crescimento deste gigante adormecido. A aquarela brasileira nos traz muitos encantos, mas o rol da política desencantos e desencontros. Uma frase ficou marcada na história: “Brasileiro não verás nenhum país como este, ama com fé e orgulho a terra em que nasceste”. O leitor já está cansado, estressado, esgotado de saber que a pátria amada há muito se transformou no paraíso dos banqueiros, porém a cada dia os poderes constituídos adotam determinadas posturas que apenas amplia essa evidência. Esse privilégio foi imantado por uma determinada classe de políticos que só querem a locupletação e enriquecer fácil.
Um determinado texto nos chamou a atenção e estamos inserindo-o nesta matéria para que todos tomem conhecimento do que se passa por esse Brasil afora. “Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino”. O título recomendado pela professora foi: "dai pão a quem tem fome”. Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um lindo texto, que demonstra que os brasileiros verdes amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo.

Vejam o texto dessa jovem, que vem a ser uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que vem a ser este sentimento cívico. “Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-múndi, o nosso Brasil chorar: O que houve meu Brasil brasileiro”? – Perguntei-lhe! E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: - Estou sofrendo.
Vejam o que estão fazendo comigo... Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores. Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.

Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes? Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil. E era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula. E não suportando as chorosas queixas do Brasil, saí de casa e fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei... Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais... Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz? Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo. “Como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.” Que exemplo!

O texto nos remete a uma reflexão muito séria quanto ao nosso papel na sociedade, especialmente levando em conta o fato de sermos uma minoria absoluta no nosso querido Brasil de analfabetos. O momento é mais do que oportuno para seguirmos o exemplo da jovem, tomando uma posição firme e decisiva nas campanhas eleitorais que estão por vir. Não é estranho para ninguém que nosso querido Brasil mergulhou numa crise sem precedentes, afetando direta e mais profundamente, exatamente os irmãos que têm pouca ou nenhuma educação e cultura e que, infelizmente, decide efetivamente com seus votos o quadro político que estará (ou continuará a estar) à frente de nossos destinos. O que fazer? Ficaremos acomodados? Deixaremos as coisas como estão? Continuaremos apenas olhando o maior show de corrupção de nossa história? Seremos cúmplices (por omissão), de um quadro que chega às raias da criminalidade (em todos os sentidos)? Não dá mais para sermos apenas eleitores. Não basta cumprir com o dever cívico cravando um x em nosso candidato.

O Brasil precisa dos que possuem esclarecimento um pouco acima da média. Nosso povo, especialmente o mais humilde, precisa de nossa orientação, nossa ajuda mesmo, com relação aos que se propõem ocupar as vagas públicas em todos os níveis. Só nos resta uma revolução pacífica, porém intensa e generalizada, manifestada pela atitude patriótica na condução dos que ainda não sabem o melhor caminho e não têm a escolha certa com relação aos candidatos constantes das urnas. Assim como a jovem demonstrou seu amor à Pátria, redigindo um texto tanto patriótico quanto exemplar, devemos deixar o conforto de nossos lares e ir à luta, orientando cada brasileiro ainda em dúvida ou sem o esclarecimento necessário, fazendo com que nos livremos em definitivo dos “cânceres” de nossa política e tenhamos em seu lugar, apenas aqueles comprometidos Com o bem social. O Brasil pode vir a ser um dos melhores países do universo para se morar e manter nossas famílias. Porém a atitude pró-ativa em busca dessa mudança, orientando os milhões de analfabetos que têm direito ao voto, mas que infelizmente não sabem da importância daquele ato simples de sinalizar um x no número do candidato.

Talvez a única saída seja mesmo a luta corpo a corpo junto a esse universo excluído da formação educacional e sem o mínimo de condição para escolher os mais adequados ao nosso Brasil, neste momento tão difícil, decisivo e importante para a solução de nossos problemas. Brasil: Mais do que nunca precisamos
entoar o nosso hino: Brasil: Mais do que nunca precisamos entoar o nosso hino: “Um filho seu não foge à luta”. Esse e-mail foi nos enviado por Renato Cardoso e retrata a situação de nosso país e o que ainda podemos fazer por eles, antes que nossas florestas virem savanas, antes que nosso ouro transforme-se em pó de péssima qualidade, antes que nossos mares sejam totalmente poluídos e que nossos céus façam jorrar lágrimas de vergonha e dor.

Vemos nesta redação o valor da nossa juventude, mas infelizmente as autoridades não acreditam nelas. Infelizmente. Olavo Bilac na sua frase que ficou conhecida no país retrata bem a obrigação de todos os brasileiros, independente de raça, credo, e paixão partidária. Avante o Brasil espera por nós. A pátria do Evangelho sofre, mas Deus em sua magnitude irá orientar os homens de boa vontade a encontrarem um caminho para solucionar os problemas brasileiros. Deus é pai.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE

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Terça-feira, 05.08.08

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Terça-feira, 05.08.08

DIREITOS HUMANOS NO BRASIL

DIREITOS HUMANOS NO BRASIL


Sempre afirmamos em nossas conotações de que “Direitos Humanos” foram criados para “Humanos Direitos”. Partindo dessa premissa chegamos à conclusão de que o “Código da Infância e da Adolescência” foi criado e aprovado para ser usado em prol dos adolescentes que são vítimas de abusos e violência e não os que praticam. O povo lamenta, chia, esperneia e afirma que “Direitos Humanos” no Brasil foram criados para defender meliantes e bandidos. Hoje já é comum o assaltante chamar suas vítimas de vagabundo. Isso se chama inversão de valores, e está em moda em nosso país. Fazemos também a indagação: “A Polícia Federal trabalha duro e arduamente para prender os que querem enricar ilicitamente, através da corrupção desenfreada que assola nosso país, mas até agora ninguém está preso e condenado”. Aliás, soltinhos da ‘Silva’. Do jeito que eles querem, e gostam e no frigir dos ovos quem paga o pato somos nós contribuintes.

Veja o que chegou ao nosso conhecimento e foi pedido para repassarmos: “DIREITOS HUMANOS - JULGUE VOCÊ”! Em 1992 - Ação = Tropa de choque invade Carandirú para conter rebelião. Resultado = 111 marginais mortos e a reação = Comissão de direitos humanos liderada por Eduardo Suplicy solicita urgente punição do cel. Ubiratan, faz visitas ao presídio e às famílias dos presos, manda rezar missa pelos presos. Outubro / Novembro 2003-Ação = Marginais do PCC metralham bases da PM porque estão querendo banho de sol, protetor solar, anti-séptico bucal, encontros íntimos, resultado = diversos mortos e feridos, entre PM e Civis. Reação = Comissão de direitos humanos: não solicita urgente punição aos comandantes do PCC, não faz visitas aos postos baleados, não faz visita às famílias dos policiais mortos e feridos, não manda rezar missa pelos mortos, etc, ou seja, eles não fizeram nada. Será que somente os criminosos têm Direitos Humanos?

“Vejam a comissão formada na época:” Parlamentares: Eduardo Suplicy, Marcos Rolim, Nelson Pelegrino, Luiz Eduardo Greenhalgh, Renato Simões, Orlando Fantazini, Lucila Pizani e Ítalo Cardoso. Artistas: Sérgio Mamberti, Letícia Sabatella, Paulo Betti, Ester Góes, Chico César, Mano Brown, Ângelo Antonio. Jornalistas: Caco Barcelos (Globo), Gilberto Dimenstein (Folha SP), José Arbex Marina Amaral (Caros Amigos). Administração Pública: Helio Bicudo, Benedito Mariano, Elói Pietá. Religiosos: D. Paulo Evaristo Arns, D. Cláudio Hummes, Frei Betto, Padre Júlio Lancelloti, Frei João Xerri. Se você acha que deve continuar prestigiando esses intelectuais politicamente corretos, enquanto o povo tem que se trancar em casa para fugir desses marginais não leia essa mensagem. Mas se você acha que está na hora de mudarmos a nossa realidade leia e se quiser repasse. Infelizmente esse é o país que vivemos e tivemos a felicidade de nascer. Continuamos a sofrer, visto que os meliantes continuam dizimando pais de família, cidadãos de bem, assaltos de toda especialidade continuam, traficantes mostram as suas caras e governo se torna inoperante para combatê-los.

As cadeias continuam superlotadas de pobres brancos e negros, enquanto corruptos recebem benesses da justiça. A nossa Constituição é rasgada, pisoteada todos os dias e ninguém de sã consciência reclama. Temos o recordista em viagens oficiais e vai para o livro dos recordes. (O nosso presidente Lula). Não queríamos ver nosso país e nosso povo nesta desenfreada miséria. No Rio de Janeiro já começam a surgir às milícias armadas e as polícias estaduais são jogadas para escanteio sem direito a cobrança. A saúde, a educação e a segurança a trindade em que pretensos políticos se agarram para conseguir votos está sucateada. Nossos bens foram privatizados e ficamos mais pobres. Na verdade somos ricos de problemas, crianças morrem de fome no Norte e Nordeste e não fazem parte da estatística, pois não são registradas e conseqüentemente a família não consegue o atestado de óbito. Vem a Rede Globo com a “Criança Esperança” uma nova técnica de ganhar dinheiro, enquanto em Brasília os políticos sagazes pintam e bordam e não se fala mais em transposição do Rio São Francisco, visto que os desonestos querem continuar mamando nas tetas do governo e não desejam exterminar a indústria da seca.

A Lei Seca está aí arrecadando dinheiro, mas esquecem que as estradas brasileiras matam mais do que o álcool. Vamos apelar para quem? Para os políticos honestos que estão na Câmara e no Senado Federal lutando pelos mais fracos, oprimidos e estropiados. Lamentamos, porém que estes políticos sejam a minoria, mas vamos continuar acreditando neles. O Brasil virou bagaço, o dengue fez o estardalhaço e a população passou por palhaço. “Nos domínios da alma, a Terra jaz repleta de divisões, barreiras, preconceitos, privilégios, prioridades, estabelecimento da harmonia e da segurança entre os homens” Isto é um sonho e não sabíamos.




ANTONIO PAIVA RODRIGUES-JORNALISTA-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE.

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