Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Segunda-feira, 28.07.08

...

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228231142566599666" />

Autoria e outros dados (tags, etc)

por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 17:46

Segunda-feira, 28.07.08

USO DE ALGEMAS

USO DE ALGEMAS

Paulo Quezado e Jamile Virginio falam sobre o uso de algemas no território nacional. Falam sobre a origem da palavra e sua destinação na época em que foi inventada. Inserem na matéria, alguns comentários jurídicos e nuanças sobre o uso de tal instrumento, no decorrer da história brasileira. Já os senadores brasileiros afirmam veementemente que algema foi feita para uso exclusivo em pobres e pretos. “Crianças” traquinas não podem ter a “primazia” e ser conduzidas com esses apetrechos alçados nos braços. É desonra. Os corruptos brasileiros além de surrupiarem os impostos pagos pelo povo, ainda se dão ao luxo de não serem algemados. Será que a lei só penaliza o pobre? Triste nação onde predomina a imunidade, a impunidade e outros viços que enlameiam o nome de nosso País e o coloca na condição de um dos mais corruptos do mundo. “O debate em torno do abuso na utilização de algemas tomou corpo, principalmente, após a Operação Dominó, desenvolvida pela Polícia Federal, na qual houve exposição frente à mídia nacional de inúmeras prisões nas quais se lançava mão do artefato em estudo”. Aqui cabe uma indagação: nessa operação estavam envolvidos pobres, negros e cidadãos menos aquinhoados? O Brasil possui leis rigorosas, mas nunca são aplicadas. Esse deslize aumenta o poder de fogo, a audácia, a insensatez dos bandidos do colarinho-branco, pois sabem que terão a complacência da justiça, além de permanecerem com seus “patrimônios intactos”. “Mirabete nos ensina que: mesmo em época anterior a Beccaria, já se restringia o uso de algemas (ferros), permitido apenas na hipótese de constituírem a própria sanção penal ou serem necessárias à segurança pública.”

Não precisamos nos espelhar em intelectuais para explicar o inexplicável. A Carta Magna é pisoteada todos os dias, rasgada, jogada ao lixo, e cheia de emendas, parecendo mais com um tabuleiro de pirulitos. Muito bonita a explicação das duas autoridades, mas normalmente esses ensinamentos passeiam e fazem moradas nas faculdades e universidades brasileiras, onde se localizam os cursos de direito. “Através do Decreto n° 4.824, de 22-11-1871, que regulamentou a Lei n° 2.033, de 20-09-1871, promovendo a reestruturação do processo penal brasileiro, impôs-se, em seu art.28, sanção ao funcionário que conduzisse o preso “com ferros e algemas ou cordas” ressalvado os casos extremos de segurança, justificados pelo condutor; caso contrário, além das penas criminalmente previstas, seria “multado na quantia de dez a cinqüenta mil réis, pela autoridade a quem for apresentado o mesmo preso." É o novo esse Decreto! Continuando com os ensinamentos dos produtores da matéria: “Atualmente, o sistema constitucional contempla vários órgãos no capítulo sobre a segurança pública e, portanto, possibilita às diversas instituições valer-se de algemas”. Ressalte-se que o uso de algemas não é restrito, por lei, às corporações policiais ou órgãos de segurança pública, o que aumenta a gama de alternativas de sua utilização. Por inteligência do art. 22, I e do art. 144, parágrafo 7º, ambos da Constituição Federal de 1988, cabe à União, privativamente, legislar sobre direito penal, competindo à lei federal disciplinar o funcionamento dos órgãos de segurança pública. A Lei de Execução Penal de 11-07-1984 sinaliza com o regramento do uso de algemas no art. 199, onde prevê a disciplina da matéria por Decreto Federal. Assim, “[...] a lei institui regra não auto-aplicável referente ao emprego de algemas”. [...] O sentido da norma é, exatamente, pela disciplina que se dará evitar o vexame e o constrangimento públicos que os presos algemados sofrem junto à comunidade, quando assim são vistos no traslado do estabelecimento penal para o foro, o hospital, etc”.

No papel uma maravilha, mas na prática não funciona. É como dissemos antes, usar algemas é privilégio para pobres, negros e brancos menos aquinhoados. Se a própria Constituição é burlada, automaticamente o amparo dessas leis se torna inócuo. “A Constituição Federal, em seu art.5º, III, segunda parte, assegura que ninguém será submetido a tratamento degradante, e, em seu inciso X, protege o direito à intimidade, à imagem e à honra. A Carta Magna também consagra como princípio fundamental, o respeito à dignidade humana (CF, art.1º, III), sendo obrigatória a sua observância pelos agentes públicos”. A palavra ninguém reforça nosso pensamento e nos dá idéia de que é um instrumento ilegal. O que é ilegal é proibitivo, então lixo nelas. Senhores se a Constituição fosse obedecida com rigor e respeito não estaríamos condenando determinadas conotações que tomaram vulto, visto que os envolvidos em falcatruas são banqueiros, políticos e assessores de “prestígios”, e altos funcionários do governo estadual, do municipal e federal e junto a eles os devidos e costumeiros enganadores da população brasileira. Não iremos mais nos ater em Código Penal, visto que em nossa opinião já envelheceu e caducou. Só falta a estagnação biológica, após cessação do estado de letargia e catalepsia em que se encontra. O Brasil pode ser chamado de pátria mãe e em determinadas ocasiões de mãe ingrata.

Se incluirmos nesse rol os acontecimentos atuais envolvendo pretensos empresários, homens de bem que de bem e de bom nada têm. O bom e o bem só para eles. “No Rio de Janeiro, no âmbito do sistema penitenciário, vigora a Portaria nº. 288/JSF/GDG, de 10 de novembro de 1976 (DORJ, parte I, ano II, nº. 421), que prevê a utilização de algemas “ao serviço policial de escolta, para impedir fugas de internos de reconhecida periculosidade”, devendo ser evitada nas pessoas contempladas com prisão especial pelo Código de Processo Penal Militar, ainda que estejam presas à disposição da justiça comum”. A referida Portaria ordena ainda que, se houver "servidores que de alguma forma tiverem necessidade de empregar algemas", deverão estes apresentar, após a diligência, ao chefe de Serviço de Segurança, relatório explicativo sobre o fato, sujeita sua não-observância a penalidades administrativas. Consta, igualmente, referência ao assunto no Código de Processo Penal Militar, que prevê no art. 234: “O emprego de força só é permitido quando indispensável, no caso de desobediência, resistência ou tentativa de fuga”. Se houver resistência da parte de terceiros, poderão ser usados os meios necessários para vencê-la ou para defesa do executor e seus auxiliares seus, inclusive prisão do ofensor.

“De tudo se lavrará auto - subscrito pelo executor e duas testemunhas”. E disciplina, ainda, o §1º do mesmo artigo: "O emprego de algemas deve ser evitado, desde que não haja perigo de fuga ou de agressão da parte do preso, e de modo algum será permitido, nos presos a que se refere o artigo 242" (grifo nosso). Note-se que na parte final do §1º do art. 234 o legislador escreveu mais do que devia. (Paulo Quezado e Jamile Virginio).
Como podemos denotar na matéria em alusão, se esse privilégio continuar podem ter certeza que a corrupção quebrará os freios e ocupará todos os espaços vazios. É de espaços vazios muitos estão à procura e quando quiserem tomar uma atitude mais rigorosa, a Inês já estará morta e sepultada. Veja que as regras mínimas da ONU para tratamento de prisioneiros, na parte que versa sobre instrumentos de coação, mais precisamente em seu n. 33, estabelece que o emprego de algema jamais possa se dar como medida de punição. Trata-se de uma recomendação de caráter não cogente, mas que serve como base de interpretação. O CPP, em seu art. 284, embora não mencione a palavra "algema", dispõe que "não será permitido o uso de força, salvo a indispensável no caso de resistência ou de tentativa de fuga do preso", sinalizando com as hipóteses em que aquela poderá ser usada. Dessa maneira, só, excepcionalmente, quando realmente necessário o uso de força, é que a algema poderá ser empregada, seja para impedir fuga, seja para conter violência da pessoa que está sendo presa. Quem garante que determinados infratores não tentarão fugir ou tramar uma fuga quanto estiver em plena liberdade. Essa liberdade é premio dado aos mesmos. Depois vem o arrependimento e o pedido de extradição. Aliás, no caso Cacciola quem foi o culpado pela sua ausência do país? O jeitinho brasileiro ainda é o ponto alto e faz um estrago tremendo. Se existe amparo legal nos Códigos não entendemos o porquê da burla cotidiana da Constituição de nosso país. Ela merece mais respeito minha gente. O Brasil é o país das doces punições, precisamos torná-las mais amargas, e já.






ANTONIO PAIVA RODRIGUES-JORNALISTA-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE

Autoria e outros dados (tags, etc)

por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 17:45

Segunda-feira, 28.07.08

...

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228230558265766338" />

Autoria e outros dados (tags, etc)

por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 17:44

Segunda-feira, 28.07.08

...

UM PENSAMENTO UMA VISÃO


No blog do jornalista Egídio Serpa, duas matérias despertou-nos a atenção. “Uma conclamação aos policiais militares do estado do Ceará”. Publicada às: 20h09min do dia 07/07/2008. “A palavra convence, o exemplo arrasta!”, publicada em 10/07/2008, às 19h48min. Na primeira matéria os reclamos são conhecidos por todos, mas tornam-se com o decorrer do tempo, em assuntos cavilosos onde a operância metamorfoseia-se em conto de fadas. Transformando-se em alicerces reforçados por ócios coletivos nas argamassas que endurecem as mentes indolentes dos representantes do povo como pungentes esquecidos e silentes. Os policiais militares sempre sonharam com uma vida digna, justa e que pudessem honrar com garbo, o compromisso que fazem perante o símbolo nacional.

Com justiça formar uma família consistente, e que os filhos tivessem como parâmetros e espelhos a vocação transplantada de pai para filho. Infelizmente essa vocação morreu antes do nascedouro. Até mesmo, o símbolo nacional não tremula com tanto vigor como antigamente. Anseia e é calcetado. Deifica sua missão, seu trabalho, sua responsabilidade, mas os surdos os colocam em situações de provações indescritíveis. Apesar, de todo ser humano ser imperfeito, o policial militar não pode errar, senão será execrado perante a opinião pública, a mídia e os “Direitos Humanos”. Todo deslize envolvendo policiais, independente de posto ou graduação é assunto de primeira página, vira manchete. É prego batido com ponta virada. Pedimos permissão ao companheiro Egidio Serpa, para transportar seus pensamentos, sua visão para nosso orbe, para nosso convívio e sem rebuços mostrar fidelidade, anseios, que normalmente são transformados em escombros, sem desculpismos, mas com a sinceridade bendita que sempre norteou os integrantes da briosa e os líderes que lá estão.

Coronéis ativos na Polícia militar são muitos. A inatividade ou reserva não representa o fim, mas compreendemos a sinonímia empregada. No primeiro parágrafo o sentimento de respeito pode denotar aspecto de fragilidade, a palavra respeito só perde sua finalidade quando evacuamos a nossa ética e nossas ações são reflexionadas. Não se pode perder o brio, com tanta facilidade; e a altivez onde fica? O homem foi criado para evoluir e não retrogradar. Se os galões correspondem a continências sem alma de quem é a culpa? Nossa. A hierarquia e disciplina não podem ser subjugadas com tanto desânimo e facilidade. O superior deve interagir com o subalterno, porém o respeito deve prevalecer entre ambos. Se a saudação está perdendo o sentido é porque o relaxamento natural está se infiltrando no ego, superego e id, dos que usam galões.

O homem que deixa o brio se esvair, pode tornar sua vida um cipoal sem proporções. “Lembraram de quando eram cadetes, vieram as suas mentes, as palavras e a visão, firme de seus coronéis de outrora. Seus semblantes firmes, ordens, que eles seguiam e cumpriam cegamente”. Se o mesmo écran não acontece nos dias atuais é demonstração de fraqueza e nada mais. O posto não perdeu a áurea, quem está prestes a perder é o policial se continuar com esta mentalidade retrograda e de penúria. A altivez, o brilho, o juramento, esvaíram-se sem motivos aparentes? Não acreditamos. O homem deve mostrar altivez nunca deixar transparecer fraqueza, pois o imo poderá contaminar toda a corporação. Sejamos fortes. O mais culpado de toda dolorosa situação não são os militares, pois estamos subordinados ao chefe supremo e comandante maior das forças policiais militares, o governador do Estado. Sobre os vencimentos existe uma parcela de culpa de nos policiais militares, visto que o soldo sempre foi preterido por uma gratificação mais gorda e portentosa.

Comandar homens sempre foi uma missão árdua, um mister, um meritório prêmio. Fala-se em ultrajada. É uma palavra com significado forte, pois começa no ofender a dignidade de; difamar, injuriar, insultar, afrontar, ofender os preceitos, as regras de e algo mais. Diz o dito popular que: “não podemos e nem devemos marchar contra a maré”. Vemos uma insatisfação geral, mas o que brilha mais nestes pensamentos, nestes exemplos é o vil metal. Será que nossos policiais, nossos dependentes, familiares, amigos e quem gostam realmente da briosa não poderiam se integrar e vociferar em alto prado e forçar o governo e governantes a tratar com mais dignidade a segurança do Estado. Povo unido jamais será vencido. Neste momento crucial é o começo da ação estimuladora dos líderes. Dentre 17.000 homens todos podem ser aquinhoados com o título de “capachos”? De jeito nenhum. Somos defensores da sociedade e é de sua ajuda que precisamos no momento. Será que fizemos por onde valer a querida aferição da sociedade? Acho que sim! Então vamos nos agarrar de unhas e dentes a ela, pois políticos em sua maioria estão preocupados com reeleição e interesses pessoais.

Temos um aliado grandioso e porque não pedirmos socorro? Muitas nuanças inseridas na matéria são verdadeiras, mas se o desânimo tomar conta da corporação não é admissível, pois ela tenderá a falência moral e a morte. São essas doses de veneno que estão injetando na classe para que a morte venha de modo letal e sem que percebam de imediato o perigo que estamos sujeitos. Não desmoronar jamais. Militar forte não pode repassar sinal de fraqueza. Diz o clichê popular de que o militar sempre foi superior ao tempo. Eles, não são doninhos do Estado que governam. Eles passam, nós passamos e a Instituição fica. Devemos fortalecê-la mesmo com os míseros salários que ganhamos, pois muito dinheiro vicia o homem. Militar foi poder e um dia quem sabe poderá voltar a ser. De onde saem os corruptos do Brasil? Dos mais favorecidos e com que respaldos eles podem ou pretendem exterminar uma instituição secular. Devemos fiscalizar cobrar de nossos governantes, pois cada governo gasta aquilo que arrecada com impostos dos contribuintes. Vemos com certa indignação a carta Magna ser rasgada, pisoteada todos os dias.

Vemos corruptos presos pelas ações da Polícia, pernoitarem na cadeia e no outro dia saírem rindo dos próprios policiais. Quem os prende e quem os solta? Todo mundo sabe. Nos presídios brasileiros o cenário é de penúria, visto que a população carcerária em sua maioria é de pretos e pobres. Devemos bravejar para não acontecer à privatização do País, aí seria o fim de tudo. Discordamos quando afirmam que éramos verdadeiros militares. Somos militares e de brio e que cada um procure cumprir com denodo, dedicação e amor à profissão abraçada e lembre-se que juramos defender a sociedade com o sacrifício da própria vida. Senhores um dia é da caça o outro do caçador. O Brasil a qualquer momento pode ser palco de uma reviravolta e aí vamos inserir sem cuspe o jargão popular: “Rir melhor quem rir por último”. Avante policiais, a briosa está necessitando de nossa vocação e força que os reclamos sejam feitos, cobrados, mas não devemos nos deixar iludir por promessas de administradores incapazes, pois nunca consegue equilibrar receita e despesa, o básico da administração. Nestes termos estão a menos um. Gerencialmente mortos e não querem ir só.

Cuidado, visto que a vida é valiosa. Geralmente falamos muito e agimos pouco. A ação sem palavras é valiosa, mas as palavras sem ação se tornam inócuas. A pessoa trabalhadora, ativa, chama atenção pela força de seus atos. Sejamos sensatos, honestos e vamos à cata dos prejuízos. O que é do homem o bicho não come. Chorar jamais. Agir sempre. Quem madruga Deus ajuda. Acreditamos em tudo e somos enganados. Governo das mudanças onde elas estão? Ronda do Quarteirão é brincadeira de criança. Esse nome Ronda veio para enfraquecer o nome que já é patrimônio do Ceará, Polícia Militar. O que de bom o ronda tem são aproveitados pela mídia cearense, os custos com a publicidade. Juízo pessoal.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-JORNALISTA-MEMBRO DA ACI E DA ALOMERCE

Autoria e outros dados (tags, etc)

por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 17:43

Quarta-feira, 16.07.08

...

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223719890898953570" />

Autoria e outros dados (tags, etc)

por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 14:00

Quarta-feira, 16.07.08

SITUAÇÕES ADVERSAS

SITUAÇÕES ADVERSAS


Será que nossa sociedade está se tornando esquizofrênica? Nossas vidas são exemplos de novos comportamentos que se encaixam com perfeição ou mesmo com dificuldades nos diversos e múltiplos estilos, aliando-se aos preceitos de nossa vida. Muito se fala e se especula em “negoférias”, por ser um misto de negociações especiais imantado com férias. Muitos indagarão: isto dá certo? Claro que sim! Unir útil ao agradável sempre foi de bom alvitre. Trabalho, família, férias se transformam em mudanças econômicas. Bebida regrada e controlada, “controversa alternativa para alcoólicos anônimos (AA)”. Poderia de pronto esquecer de vez a violência das grandes metrópoles e ausência total dos programas televisivos que não mudam de tom. A cantiga da perua é uma só. Temos ouvido falar em “ambição horizontal”, o que seria isto? Seria a oportunidade que nos levaria a procurar e encontrar valores mais altos do que apenas o sucesso “vertical”. Esse sucesso se transformaria juntamente com o “pragmatismo prematuro”, que se apodera dos jovens com foco totalmente desordenado no futuro de sua economia. Palavra derivado do inglês pragmatism, na filosofia refere-se às doutrinas de C. S. Peirce (v. peirciano), W. James (v. jamesiano1), J. Dewey (v. deweyano) e do literato alemão Friedrich J. C. Schiller (1759-1805), cuja tese fundamental é que a verdade de uma doutrina consiste no fato de que ela seja útil e propicie alguma espécie de êxito ou satisfação. Caráter próprio do pragmatismo de C. S. Peirce (v. peirciano) que afirma que o conceito que temos de um objeto nada mais é que a soma dos conceitos de todos os efeitos concebíveis como decorrentes das implicações práticas que podemos conceber para o referido objeto; pragmaticismo nas formas usuais de ativismo, humanismo e naturalismo.

O naturismo e a concepção daqueles que tudo espera das forças da natureza, a valorização excessiva dos agentes físicos naturais, como banhos, irradiações como métodos terapêuticos. Por falar em métodos terapêuticos nossa querida Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, a cada dia que passa se descaracteriza, e se transforma num planeta esburacado, de esgotos entupidos, saneamento básico inexistente, obras iniciadas que não se completarão, sem contar à sujeira que toma conta da loira e desposada do sol. A zona rica da cidade está suja, a zona pobre nem se fala. Na maioria das ruas e avenidas de Fortaleza existem buracos homéricos e já demos uma sugestão: colocar em cada um deles uma bandeira do PT (Partido dos Trabalhadores), só assim a cidade ficará com um colorido vermelho especial. Quando a sociedade se movimenta com muita rapidez os deslizes são notados com mais freqüência. Nós precisamos um dos outros para viver bem e melhor, mas nossos governantes só querem sugar o povo com impostos absurdos e miseráveis. Viadutos na zona sul são limpos, enquanto na zona Oeste hospedam famílias desabrigadas e a sujeira toma conta do local. Sabemos que os direitos são iguais perante a lei, mas na prática esse direito inexiste e irá permanecer assim por longos anos.

A ambição política deveria ser horizontal - não a ambição no sentido tradicional, vertical, de mais dinheiro e poder, mas no sentido de criar uma vida rica em relacionamentos e experiências, acreditando que o sucesso virá depois. Aprendi essas nuanças com o mestre Adam Hanft, escritor estrategista e crítico da mídia. A tendência de reversão só alcançará sucesso com denodo, dedicação, trabalho voltado para a sociedade independente de riqueza ou pobreza e não se desligar dos problemas da capital que são intermináveis. Essa é a Fortaleza de hoje. Esquecida, sofrida, suja, esburacada, infestada de feiras persas por todos os lados, praças depredadas, transporte precário, saúde sem saúde, educação deseducada e trânsito louco e desorientado e quem está para orientar, só serve para punir e multar. Saudades da Fortaleza de outrora. Quando se pensa em passeiar pelas ruas da Fortaleza “bela”, a alegria se une a vontade de chorar. Vamos chorar só assim aliviaremos as tensões do dia-a-dia. Fortaleza -dizimaram a tua beleza, as tuas belas praças foram assaltados, os ornamentos sumiram, e nada nos locais vazios. Bem que as esculturas poderiam ser refeitas em pedra sabão ou cimento trabalhado, a praça dos leões hoje de leão nada existe. A da Lagoinha nem lagoa tem a Praça José de Alencar e da Sé, se transformaram em feiras ambulantes. Faz pena e dó e já estão matando o Parque do Cocó. É muita ironia, muito desprezo para com a quarta capital brasileira. As eleições vêm aí e nossa vingança será maligna. Bento Carneiro, vampiro brasileiro, vupt...

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE

Autoria e outros dados (tags, etc)

por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 13:57

Quarta-feira, 16.07.08

...

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223686810305668434" />

Autoria e outros dados (tags, etc)

por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 11:52

Quarta-feira, 16.07.08

A NOSSA REVOLTA

A NOSSA REVOLTA


Nossas revoltas podem ser variadas. Elas se encadeiam e se transformam no dia-a-dia. Pensamos no que fazer e a solução mais plausível são vociferações. No alento da vida encontramos algumas soluções para os nossos dilemas. A unificação interna de nações altamente industrializadas, como as que compõem o G-8, beneficiou-se da tecnologia avançada, especialmente nos transportes, na comunicação e na exploração midiática. Não sabemos e não entendemos como um País tão rico, com uma extensão territorial imensa, não sai da incômoda posição de terceiro mundo. O Brasil recentemente foi presenteado para sediar uma Copa do Mundo de Futebol, e já é pensamento dos que fazem o écran esportivo, trazer as próximas olimpíadas para cá. Será que temos respaldos para tal? Olha, há poucos dias fomos ao Castelão assistir a uma refrega e saímos de lá decepcionados. Notamos e anotamos nuanças negativas, que uma praça de futebol cotada para sediar jogos da copa não pode ter o que lá vimos é horripilante. A situação do Castelão é lamentável. Cadeiras quebradas, sujas, banheiros que mais parecem pocilgas, comportamento inadequado das torcidas “organizadas”, eliminam a possibilidade da presença feminina. Sujeira que dá no meio da canela, vazamentos, estrutura abalada, comércio de bebidas alcoólicas, guloseimas que só servem para sujar e negativar a psicosfera do Castelão.

Nosso futebol está entregue aos insetos daninhos, entre eles: moscas, mosquitos, muriçocas, ratos e baratas e de quebra aos baderneiros de plantão. Não importa como seja chamado, o jogo do pé na bola é incontestavelmente o esporte mais popular do mundo. Verdade! Aqui, podemos sinonimizar como o mais desorganizado do mundo. Muita coisa deve ser feita, se querem um futebol grande e de qualidade. A outra praça de esportes, o presidente Vargas está nas mesmas condições. Triste e desolado. A mídia esportiva não faz por onde merecer um futebol forte e combativo, visto que existe mais paixão do que profissionalismo. A catalepsia vai dizimando os clubes tradicionais do estado do Ceará. Agir com rapidez, pensar com altivez, senão o pebol alencarino será a bola da vez. Incompetência geral é a nossa opinião.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE

Autoria e outros dados (tags, etc)

por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 11:50

Quarta-feira, 16.07.08

...

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223636317585180066" />

Autoria e outros dados (tags, etc)

por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 08:36

Quarta-feira, 16.07.08

A QUEDA DE UM GIGANTE

A QUEDA DE UM GIGANTE





“A civilização sempre cuida saber excessivamente, mas, em tempo algum, soube como convém saber. É por isto que, ainda hoje, o avião bombardeia, o rádio transmite a mentira e a morte, e o combustível alimenta a maquinaria de agressão”. Uma enxurrada de acontecimentos tristes e deletérios toma conta da nação brasileira. O brasileiro cansado, triste, desanimado, com tantas prevaricações pergunta a si mesmo: o que fazer Meu Deus? O homem tem-se tornado um ouvinte passivo, visto que nossa sofrida nação está abarrotada de pessoas de elevada altitude. Normalmente quem pratica crimes seja qual for o “modus operandi” nunca assume seus atos e a primeira palavra a ser expelida de sua boca é: “sou inocente”! As pessoas de elevada altitude sempre estão às voltas com a corrupção e o mais horripilante, é que são impunes aos efeitos da justiça, ou a justiça é complacente com eles. São assassinos em potencial. Daniel Dantas, Naji Nahas, Salvatore Cacciola, Celso Pitta e um número incontável de afanadores do dinheiro público, estão impunes e a holofotear as ações da Polícia Federal (PF). É um - tal de prende e solta, que o mais inteligente dos brasilianos não entende mais nada.

Dinheiro e poder são as marcas desses “senhores”. E as vítimas são os carimbaços da vida. São alguns dos maiores criminosos financeiros do País. Estão no orbe dos maiores vilões e não entendemos porque estão soltos. Não difere em nada, dos Fernandinhos beira-mar . É a sanha assassina, o egoísmo exacerbado, a prepotência, a arrogância e a falta de respeito para com os consumidores, que pagam seus impostos honestamente. A artimanha destes bandidos são imbas, são verdadeiras cozinhas de idéias, que ao sabor e ao cheiro, deixam tontos e desnorteados os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Quem rouba galinha vai preso, autuado e desce de imediato para o presídio. Quem afana bilhões recebe como recompensa a liberdade, pois não podem ser algemados, e nem passar por vexames. O Brasil vive uma crise de conteúdo e está se exaurindo, se medidas fortes e de efeito moral não forem tomadas, a queda do gigante será sem proporções.



ANTONIO PAIVA RODRIGUES-JORNALISTA-MEMBRO DA ALOMERCE-DA ACI E DA AOUVIRCE

Autoria e outros dados (tags, etc)

por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 08:21



Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Julho 2008

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031