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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Terça-feira, 01.04.08

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Terça-feira, 01.04.08

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TV Globo recorre a órgão regulador de publicidade contra a Record

Redação Portal IMPRENSA

A Rede Globo recorreu ao Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) para proibir que a Record publique qualquer tipo de propaganda mencionando ser líder no ibope da TV do país. De acordo com Ricardo Feltrin, colunista do Ooops! no UOL e editor-chefe da Folha Online, a notificação foi entregue nesta semana.

A Globo também quer impedir que a Record faça qualquer citação - direta ou indireta - à emissora ou às suas peças publicitárias. O Conar é um órgão que disciplina a veiculação de publicidade no país.

No último domingo, a Record ironizou a Globo em um anúncio publicado em jornais e revistas, fazendo alusão a outro anúncio, da Globo, que mostra todas as estrelas da emissora carioca em um vídeo, formando a letra "Q", de qualidade.

"Nossa concorrente precisando lembrar que tem qualidade? Para nós, isso tem um 'q' de queda de audiência", publicou a Record, no anúncio mordaz. Procurada pela Ooops!, a assessoria da TV informou que não comentaria a ação. No entanto, não deverá publicá-la novamente.

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- Em entrevista, diretor-geral da Rede Globo fala sobre concorrência e ibope

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Terça-feira, 01.04.08

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Publicado em: 25/02/2008 12:53
Universal estimula, em culto, boicote a veículos de comunicação

Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

Bispo afirma ter cancelado assinatura do UOL por conduta "duvidosa e pecaminosa" do portal. TV Manchete e Rede Globo também foram lembrados

Depois de uma série de notícias de que fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus entraram com dezenas de processos contra jornais em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Bahia, e que a Rede Record exibiu uma reportagem de 14 minutos sobre o que chama de "preconceito" da mídia, os freqüentadores da Igreja Universal na Avenida João Dias, na Zona Sul da capital paulista, assistiram a um culto em que referências, veladas ou explícitas, foram feitas ao caso, conforme revela reportagem feita por Eduardo Neco, estagiário do Portal IMPRENSA.

Sob o comando do bispo Clodomir, a reunião se iniciou às 18h com a leitura de uma passagem da bíblia e um hino cantado com fervor pelos fiéis. A igreja, que possui capacidade para mais de oito mil pessoas, tinha apenas 15% de seus lugares ocupados. A suntuosa construção, ornada com vitrais que somam a quantia de R$ 3 milhões de reais, segundo informou a própria Iurd na época de sua inauguração, é chamada de Catedral da Fé e, popularmente, conhecida pelos moradores da região como "Casa da Moeda".

Durante todo o culto, o bispo citava a luta dos fiéis e da própria igreja contra os "inimigos desse mundo", no entanto, sem citar nomes ou fazer menção ao jornal Folha de S.Paulo ou a outros veículos.

Durante uma citação, o bispo levantou a bíblia e declarou: "Isto aqui é um documento incontestável; não como aquele que o José Serra assinou dizendo que ficaria na Prefeitura de São Paulo e depois rasgou, botou fogo ou deu descarga". Logo depois reiterou: "Mas quero deixar claro que não tenha nada contra o PSDB ou o governador".

Manchete não sobreviveu à força da fé; Globo é a próxima

Sempre muito comedido e educado, o bispo tateava com calma a sensibilidade dos fiéis, sempre lembrando que é necessário combater o inimigo. No entanto, quase no final da cerimônia, ao anunciar a venda do jornal oficial da igreja, a Folha Universal, o bispo revelou que o mesmo trazia uma reportagem comprovando o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva às ações dos fiéis da Iurd. A partir de então, a calma e polidez do bispo foram deixadas de lado.

O bispo relatou que os ataques do jornal Folha de S.Paulo, na verdade, representam o medo do diário de perder leitores para a Folha Universal que, segundo ele, nada deixa a desejar aos jornais de todo o país. Ele afirmou, ainda, que cancelou sua assinatura do provedor UOL pela conduta "duvidosa e pecaminosa" do portal.

Ele lembrou que a extinta Rede Manchete foi a primeira a se levantar contra a Iurd e não sobreviveu à força da fé. Logo depois, comentou que a Rede Globo é a próxima e que, gradativamente, a Rede Record, de propriedade do bispo Edir Macedo, chegará à liderança.

Em suas últimas palavras, o bispo abençoou a todos e fez gestos que simbolizavam o massacre dos veículos que estão envolvidos em conflitos judiciais com a igreja enquanto dizia: "Só ficaremos felizes quando vermos eles... [gesticulava pisoteando, simulando massacre com as mãos]. Entende, irmãos? Amém? AMÉM?".

O caso IURD versus mídia
Entre os assuntos mais noticiados pela imprensa brasileira nas últimas semanas, está o impasse entre a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) e veículos de comunicação do país, em especial, a Folha de S.Paulo. Cerca de 50 processos foram movidos por fiéis da Igreja contra a Folha e a jornalista Elvira Lobato, alegando terem se sentindo ofendidos, por matéria de título "Universal chega aos 30 anos com império empresarial", que lista os bens acumulados pela Igreja desde sua fundação.

Os maiores jornais do país, Estadão e O Globo, saíram em defesa da Folha, através de editoriais e matérias, repercutidas por todo o Brasil - e também no exterior. Em contrapartida, a Universal alegou, em comunicado, que embora tenha entrado com processos contra a Folha e Elvira Lobato, não tem qualquer interesse em orquestrar e incentivar processos individuais por parte de seus fiéis, alegando defender a liberdade de imprensa.

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 16:49

Terça-feira, 01.04.08

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Publicado em: 25/02/2008 14:03
Folha Universal afirma que Lula "apóia ações da Iurd contra a Folha de S.Paulo"

Redação Portal IMPRENSA

A polêmica que envolve os fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) e diversos meios de comunicação do País não chegou ao fim. Mesmo com os processos na Justiça e com os editoriais e reportagens publicados pelos veículos envolvidos, as declarações e opiniões continuam sendo veiculadas por diversos setores da imprensa.

A Folha Universal, por exemplo, jornal semanal publicado pela Iurd, traz, esta semana, uma reportagem que dá destaque a um discurso do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no qual ele fala sobre o processo judicial que a Igreja Universal está movendo contra o jornal Folha de S.Paulo, o carioca O Globo e, também, contra o diário A Tarde, da Bahia.

Segundo o veículo, o presidente "apóia as ações dos integrantes da Iurd contra a Folha de S.Paulo", já que em entrevista coletiva, durante uma visita oficial à Estação do Gasoduto Cabiúnas-Vitória, no Espírito Santo, na última terça-feira (19), Lula declarou que "A liberdade de imprensa pressupõe uma mistura de liberdade e responsabilidade. As pessoas escrevem o que querem, depois ouvem o que não querem".

Ainda assim, a Folha Universal garante que o presidente acredita que as ações judiciais movidas contra os jornais não representam uma ameaça à liberdade de imprensa, e fazem parte da consolidação da democracia no País. "[..] se a Igreja Universal utilizou o poder judiciário, ela está usando um dos pilares da democracia para questionar o jornal".

Os integrantes da Iurd entraram com mais de 50 ações judiciais reivindicando danos morais, devido às reportagens publicadas nos jornais de São Paulo, Rio e Bahia. A repórter Elvira Lobato, por exemplo, jornalista da Folha de S.Paulo, é alvo de duas ações: uma na esfera cível, que também é movida contra o jornal, e outra que é movida somente contra ela, como uma ação criminal.

Além de publicar o "apóio de Lula" às ações movidas pela Igreja, a Folha Universal divulgou um comunicado à imprensa, no qual afirma que o "dízimo é um aspecto de liberdade de crença consagrada pela Constituição Federal" e que "a Iurd já ingressou suas ações judiciais, e não tem qualquer interesse de orquestrar e incentivar processos individuais por parte de seus fiéis".

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Terça-feira, 01.04.08

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Publicado em: 01/04/2008 09:01
Folha vence mais uma; Universal contabiliza 22 derrotas seguidas

Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

A Folha de S.Paulo e a jornalista Elvira Lobato ganharam mais uma contra a Igreja Universal do Reino de Deus. Dessa vez, o juiz Vincenzo Bruno Formica Filho, de Andradina (SP), julgou improcedente ação de indenização proposta por Luiz Fernando de Souza contra o diáiro e a jornalista.

Segundo informa a própria Folha de S.Paulo, já foram ajuizadas 77 ações em nome de fiéis da Iurd. Desse total, 22 foram julgadas, todas a favor da Folha.

O diário informa, ainda, que o autor da ação alegou que, após a reportagem, passou a ser "alvo de ofensas em razão de sua convicção religiosa" e que lhe foram dirigidos improbérios, no sentido de que "não passaria de um bandido disfaraçado de crente para esconder que faz parte de uma máfia de criminosos".

Como antes já foi apontando pelo Portal IMPRENSA, essa decisão comprova a padronização das sentenças. Os autores ajuizam os processos sempre com a mesma alegação de ofensa à sua moral; os juízes julgam os argumentos improcedentes e o caso é encerrado.

Se a seguência de decisões favoráveis se mantiver neste ritmo, em pouco tempo, um a um dos 55 processos restantes serão extintos.

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por paivajornalista@blogs.sapo.pt às 16:47

Terça-feira, 01.04.08

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Terça-feira, 01.04.08

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PERMIANO

Determinada vez ouvi a palavra permiano e fiquei curioso em descobrir a sua origem e o que ela representava para o mundo dos mortais. Permiano vem de Perm, uma cidade localizada no Oeste da Rússia definida pelo geólogo escocês Roderick Murchison, em 1841, o Período Permiano durou de 290 a 248.2 milhões de anos. O que seria esse período permiano muito estudado pelos cientistas, arqueólogos e paleontólogos. Olha sinceramente fiquei impressionado com o que vi, mas não coadunam com os ensinamentos repassados por nossos amigos espirituais de grau muito elevado. A ciência toma como definição da base é difícil, já que predominam condições continentais de sedimentação, que dificultam a preservação dos fósseis, mas é admitida como sendo à base do foraminífero Pseudochwagerina. A palavra foraminífera não muito comum nos dias atuais vem representar um espécime de foraminíferos. Derivado do latim foramine, 'forame', + - ífero; se equivale a foraminifera. Na zoologia espécime dos foraminíferos, como foi citado antes e pertencente ou relativo aos foraminíferos. “Na fauna do Permiano era rica e diversificada”. Havia muitas espécies de foraminíferos, braquiópodes, moluscos do tipo amonita e insetos. As plantas sofreram uma adaptação drástica, já que antes (Período Carbonífero) as terras emersas eram úmidas e pantanosas, e no Permiano são secas e continentais.
A pseudochwagerina é uma palavra em que os estudiosos atribuem às condições continentais de sedimentação, que dificultam a preservação dos fósseis, mas é admitida como sendo à base do foraminífero. O geólogo escocês já inserido e citado nas entrelinhas nas Roderick Murchison disse em 1841, o Período Permiano durou de 290 a 248, isto é dois milhões de anos. Nessa época havia uma diversificação muito grande de vegetação segundo os estudiosos na tentativa de chegarem ao começo ou como surgiu o planeta terra. “A fauna do Permiano era rica e diversificada. Havia muitas espécies de foraminíferos, braquiópodes, moluscos do tipo amonita e insetos. As plantas sofreram uma adaptação drástica, já que antes (Período Carbonífero) as terras emersas eram úmidas e pantanosas, e no Permiano são secas e continentais”. Dentre os vertebrados os anfíbios são comuns, mas são os répteis que mostram a maior evolução, tanto que viriam a dominar a Terra nos períodos que se seguiram (Triássico e Jurássico, da Era Mesozóica). A maior parte dos répteis permianos pertencia à ordem Dicinodonte, e são encontrados na América do Sul, África e Rússia. Temos também o aparecimento das primeiras formas de mamíferos, os Cinodontes, na África e Rússia. No Brasil esses mamíferos apareceram um pouco mais tarde, no Período Triássico, na Bacia do Paraná. O final do Período Permiano marca a maior extinção em massa já registrada na Terra: 90% das espécies marinhas e 65% das espécies terrestre não sobreviveram.
Na escala de tempo geológico, o Permiano ou Pérmico é o período da era Paleozóica do éon Fanerozóico que está compreendido entre 299 milhões e 245 milhões de anos atrás, aproximadamente. O período Permiano sucede o período Carbonífero de sua era e precede o período Triássico da era Mesozóica de seu éon. Dividem-se nas épocas Cisuraliana, Guadalupiana e Lopingiana, da mais antiga para a mais recente. A fauna e a flora desta era não foi muito diversificada, mas podemos dizer que relativamente à fauna, existiram muitos mais animais marinhos que animais terrestres. Em animais marinhos existiram trilobites e moluscos e em animais terrestres existiram répteis (principalmente). Nessa época os animais que pisaram na terra eram de grande porte como os dinossauros e outros espécimes de animais. Os devonianos (peixes), carboníferos (plantas), répteis, vertebrados, animais de conchas, equinodermos (de vidas marinhas), Tullimonstrum gregarium animal gregário sem uma afinidade definida e por causa disto está chamando a atenção dos cientistas no mundo. É os cientistas atribuem que já viveram na terra animais há mais de bilhões e trilhões de anos. Aqui encerrando queria fazer uma conotação muito importante às eras ou períodos geológicos que passaram nossos antepassados. No pré-cambriano: relaciona-se a formação do mundo e a origem da vida. No hadeano, arqueano, proterozóico, neoproterozóico II, os primeiros seres vivos pluricelulares, animais primitivos de corpo mole (cnidários e anelídeos) e algas verdes. Já na era paleozóica foi marcada pela presença dos invertebrados e o aparecimento dos primeiros seres vivos terrestres. No cambriano, ordoviciano e siluriano, o domínio foi dos invertebrados primitivos (trilobitas, graptozoários, braquiópodes, nautilóides), aparecimento dos peixes, plantas e artrópodes terrestres. No período devoniano, carbonífero e permiano o domínio dos peixes e braquiópodes se prolongaram mais no período devoniano houve ações mais destacas desses seres vivos.
Domínio dos anfíbios e as primeiras florestas no Carbonífero. Domínio dos répteis primitivos e protomamíferos no Permiano. Na era mesozóica surgiram os grandes e temidos dinossauros, era o mundo deles. No triassico, jurássico e cretáceo a época tinha o domínio absoluto dos Dinossauros, amonites, répteis marinhos, gimnospermas pterossauros e aparecimento dos mamíferos, aves, angiospermas (plantas com flores) e corais modernos. Na era cenozóica predominavam os mamíferos, aves, insetos e plantas com flores. No período terciário aconteceu o domínio dos mamíferos, aves, peixes teleósteos. No paleógeno, ecoceno e oligoceno os mamíferos primitivos e o aparecimento das baleias e outros mamíferos modernos. No neógeno, mioceno e plioceno, enfim surgiu uma diversificação dos mamíferos modernos e aparecimento dos primeiros homens. No período quaternário a fauna se tornou abundante e moderna, no pleistoceno surgiram os grandes mamíferos ou animais gigantes da Idade do Gelo já com desenvolvimento da inteligência. O holoceno foi à vez do homem e dos animais atuais, habitantes do mundo, hoje globalizado.
“Dentre os vertebrados os anfíbios são comuns, mas são os répteis que mostram a maior evolução, tanto que viriam a dominar a Terra nos períodos que se seguiram (Triássico e Jurássico, da Era Mesozóica)”. Para realizar esse trabalho contamos com o auxílio do jovem cientista Artur Chahud, da wikipédia, que foi de grande valia. Mos dizer que no Brasil as seqüências depositadas refletem uma sedimentação predominantemente continental. Na Bacia do Paraná temos a deposição do Grupo Guatá, no Permiano Inferior, constituído de sedimentos glaciais, carvão e sedimentos marinhos, e depositada logo acima temos a Formação Irati, constituída de folhelhos escuros com fósseis de répteis terrestres (Mesossaurus brasiliensis) e muitas plantas (Glossopteris, por exemplo) (Schobbenhaus, et al., 1984). Na Bacia do Parnaíba se depositaram as formações Pedra do Fogo, Aracaré, Motuca e Santa Brígida, todas fossilíferas, sendo que na primeira se encontram até macrofósseis de peixes, anfíbios e madeira petrificada. Na Bacia do Amazonas era depositada a Formação Nova Olinda, pouco fossilífera. Ressalte-se que no final do Período Permiano marca a maior extinção em massa já registrada na Terra: 90% das espécies marinhas e 65% das espécies terrestre não sobreviveram.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

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Terça-feira, 01.04.08

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Terça-feira, 01.04.08

BASALTO

BASALTO


Palavra de origem latina, basalte refere-se à rocha vulcânica, em geral porfírica ou vítrea, constituída essencialmente de plagioclásio básico e augita com ou sem olivina. Ressalte-se que no Brasil existem extensos e espessos derrames de basaltos na região Sul do País, esses espessos derrames é mais conhecido como pedra-ferro. Na geologia tem sinonímia de rocha vulcânica, de cor escura ou negra, muito dura e resistente, usada em especial na pavimentação de ruas e estradas; pedra-ferro. Na língua francesa recebe o nome de basalte. Como podemos notar vemos nomes meio esquisitos na formulação do significado das palavras aqui enunciadas, mas iremos mostrar o significado para que a absorção e o aprendizado sejam bem concretos. Porfírica é qualquer uma de um grupo de perturbações do metabolismo das porfirinas, caracterizadas por aumento significativo de formação e de excreção delas, ou de seus precursores. Vítrea do latim vitreu na adjetivação é tudo aquilo relativo à, ou próprio do vidro, feito de vidro, que tem a natureza ou o aspecto do vidro, vidrado, límpido, transparente, diáfano. Diz-se da textura da rocha ou da massa fundamental que não tem elementos cristalinos. Plagioclásio é uma série de minerais triclínicos do grupo dos feldspatos, que se obtêm por meio de misturas isomorfas de albita e anortita em todas as proporções.
São estes os termos intermediários: oligoclásio, andesita, labradorita e bytownita. Augita é um mineral monoclínico do grupo dos piroxênios, metassilicato de cálcio, magnésio, ferro e alumínio. Albita e um mineral triclínico do grupo dos feldspatos (plagioclásio), silicato de alumínio e sódio, já a anortita é um mineral triclínico, do grupo dos feldspatos (plagioclásio), silicato de cálcio e alumínio. O contato geológico entre um granito (rocha clara e um basalto) forma uma rocha escura. Buscando outras definições para enriquecer a matéria vamos encontrar o seguinte enunciado: “Basalto: Rocha ígnea vulcânica, escura, composta essencialmente de plagioclásio cálcico (An>50%) e piroxênios. Apresenta textura de grãos finos, podendo ter material vítreo em pequena quantidade. A composição química dos basaltos é muito constante, variando o teor de SiO2 entre 45 e 55%. Os teores de Cálcio, Ferro e Magnésio são elevados e o de Potássio é pequeno. O magma que deu origem aos basaltos é anidro, desta forma é raro encontrar minerais hidratados. Os basaltos constituem a rocha mais abundante na crosta, pois é o formador da crosta oceânica, além de ocorrer como grandes derrames sobre os continentes”. Os basaltos podem ser divididos em toleíticos e alcalinos, cujas composições são dadas por tabelas específicas.
O alto conteúdo em ferro faz com que a magnetita seja um mineral comum nos basaltos, conferindo-lhes um campo magnético facilmente mensurável. Em amostra de mão, o basalto, e seu correspondente plutônico, o gabro chega a desviar da vertical um imã comum pendurado em uma linha fina, quando estes são colocados próximos, mas sem se tocarem. Esta sensibilidade magnética dos basaltos está associada a uma das mais espetaculares descobertas: a expansão do assoalho oceânico, que fortaleceu e levou a comunidade científica à plena aceitação da teoria da Tectônica Global. Com base nesta associação desenvolveu-se a idéia de que os basaltos se originam no manto através de fusão parcial das rochas ultramáficas aí existentes. Inicialmente houve a idéia de identificar estas rochas como sendo eclogitos. Experiências de fusão de eclogito realizadas em laboratório mostraram que a diferentes pressões e temperaturas, são produzidos magmas equivalentes a basaltos alcalinos e basaltos toleíticos. No entanto, as velocidades das ondas sísmicas no Manto, não têm os mesmos valores dos calculados em para o eclogito em laboratório. Com base em estudos e amostragens das áreas de ocorrência dos basaltos e rochas associadas (fundo oceânico, dorsais oceânicas, ilhas oceânicas isoladas, seqüências ofiolíticas e dos grandes derrames basálticos continentais) foi estabelecida uma íntima associação do basalto com rochas mais ricas em olivinas (peridotitos) e piroxênios (piroxenitos). Olhem, as formações vulcânicas estiveram atuantes em épocas remotas, elas eram de mais atividade, mas ainda hoje em menor escala encontramos vulcões adormecidos e outros em plena atividade produzindo muitas substâncias aqui enunciadas. Do ponto de vista da ciência essas formações rochosas que se destacam em vários países do mundo são oriundas do basalto e pelo aquecimento global.
O planeta passou por diversas transformações nas diversas eras até chegar à época do homem. No período quaternário a fauna se tornou abundante e moderna, no pleistoceno surgiram os grandes mamíferos ou animais gigantes da Idade do Gelo já com desenvolvimento da inteligência. O holoceno foi à vez do homem e dos animais atuais, habitantes do mundo, hoje globalizado. Por se tratar de assunto muito controverso e requerer muito estudo vamos ficando por cá e em outras oportunidades voltaremos a falar no assunto. Como em qualquer trabalho de pesquisa contamos com o apoio do site (NOAA/USA Gov e Wikipédia). Das lavas vulcânicas podem surgir matérias de interesse comercias e aqui citamos alguns de interesse econômico para o ser humano: Os derrames basálticos brasileiros, de idade mesozóica, quando expostos à superfície, se intemperizam profundamente dando origem a um solo vermelho muito fértil, conhecido popularmente como terra roxa (do italiano rosso = vermelho). Brita: em regiões de rochas sedimentares, os derrames, diques e sills de basalto constituem as únicas rochas capazes de fornecer brita para a indústria da construção civil. Pedra de talhe: o basalto é uma rocha fácil de ser quebrada em formatos bem regulares na produção de macadame (paralepípedos), pedras portuguesas, e blocos para muros de contenção por gravidade.
Pedras de revestimento: Blocos (matacões) maiores podem ser serrados para a produção de lajotas para revestimento, alcançando um bonito brilho e uma cor escura conhecida como negro absoluto. Ametista e ágata: Geodos, de vários tamanhos, atapetados de ametista (quartzo roxo), estão associados a derrames basálticos, fornecendo belos espécimes para fins ornamentais e na produção de gema para fins de joalheria. Como podemos aquilatar as ações divinas mesmo em condições de alterações geológicas Deus o grande Arquiteto do Universo deixou muitas riquezas a disposição do hominal.



ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

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