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PAIVAJORNALISTA

Esse blog tem uma finalidade muito importante, isto é, levar aos conhecimentos dos leitores e amigos os mais diversos assuntos relacionados com o nosso dia a dia. Crônicas, Artigos, Poemas, Poesias, Atualidades, Política entre outros.



Quinta-feira, 27.03.08

DESTRUIÇÃO DA AMAZÔNIA (CRIME AMBIENTAL)

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Quinta-feira, 27.03.08

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Movimento em defesa da Amazônia quer repetir mobilização da campanha “O Petróleo é nosso”




Mônica Pinto / Exclusivo Ambiente Brasil

Em fevereiro de 2005, a Petrobras lançou, ainda como parte das celebrações de seu 50º aniversário, no ano anterior, uma segunda edição do livro "O Petróleo é Nosso - a Luta Contra o Entreguismo, pelo Monopólio Estatal", escrito por Maria Augusta Tibiriçá Miranda.

A autora, hoje uma senhora prestes a completar 91 anos, foi uma das artífices e engajada militante do movimento “O Petróleo é nosso”, nascido em 1946 e classificado pelo ex-ministro Severo Gomes, no prefácio da primeira edição da obra, como “um dos acontecimentos mais importantes na história da organização do povo brasileiro na luta para comandar o seu próprio destino".

“Foi uma campanha intensiva, dia-a-dia, suprapartidária, suprareligiosa, supra tudo”, disse Maria Augusta a AmbienteBrasil, lembrando a vitória de conferir, em 1954, a assinatura pelo presidente Getúlio Vargas do decreto que estabelecia o monopólio estatal do petróleo e que criava sua executora – a Petrobras.

Maria Augusta hoje preside o Movimento em Defesa da Economia Nacional (Modecon), fundado pelo jornalista Barbosa Lima Sobrinho em 1989. Com o falecimento deste aos 103 anos, em 2000, ainda como presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), ela, que também fundara o Modecon, recebeu a incumbência de substituí-lo na condução da entidade.

No dia 28 de abril próximo, Maria Augusta será anfitriã em uma solenidade a ser realizada no auditório da Associação Brasileira de Imprensa: o lançamento de um movimento que, como a campanha “O Petróleo é nosso”, quer mobilizar todo o país. Agora, o alvo é a defesa da Amazônia.

“É tradicional a cobiça internacional sobre a Amazônia. Já tem país dizendo que a região foi internacionalizada. Uma ova!”, reage a aguerrida senhora, que no passado atuava como psiquiatra. “Estou aposentada da profissão, nos braços da Pátria Amada”, diz.

O movimento quer implantar núcleos em todos os estados, de modo a pulverizar seus objetivos (leia-os abaixo).

“A Amazônia não pode ficar refém de uma `lógica de mercado` que considera o boi mais importante que o homem e a floresta e que, ignorando as peculiaridades da região, a vê apenas, como um tesouro a ser pilhado pelos centros hegemônicos do capital, situados no Sul-Sudeste do país ou no exterior. Esta é uma das causas de sua posição periférica na economia e no desenvolvimento nacionais, em flagrante contraste com suas incomensuráveis riquezas”, diz um trecho do manifesto que vem sendo debatido nas reuniões do Modecon e que, em seu formato final, será submetido à população brasileira.


Os objetivos do Movimento Nacional em Defesa da Amazônia

Promover a integração, o desenvolvimento, a defesa e a preservação da Amazônia;

Lutar pelo respeito às comunidades indígenas, seus direitos, culturas e tradições;

Defender políticas que assegurem o efetivo controle do Estado brasileiro, das ações desenvolvidas na região amazônica por ONGs;

O combate permanente e eficaz à biopirataria, ao contrabando e ao narcotráfico;

O fortalecimento das Forças Armadas (e da sua atuação na Amazônia) de forma a garantir a nossa soberania, a segurança dos brasileiros e a integridade do território nacional;

Recursos para projetos de infra-estrutura, entre outros, essenciais ao desenvolvimento e à definitiva integração ao território nacional;

O efetivo controle do desmatamento e que garanta o aproveitamento e a exploração econômica responsável e sustentável dos recursos madeireiros da região;

O desenvolvimento sustentável da Amazônia, com exploração racional da biodiversidade e recursos minerais;

Pugnar no Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas e nas Câmaras Municipais pela aprovação de iniciativas legislativas que favoreçam a integração, desenvolvimento, a defesa e a preservação da Amazônia;

Propor iniciativas que fortaleçam a presença e atuação dos órgãos públicos (das três esferas de governo) e assegurem sua ação de forma coordenada na região amazônica.


Fonte: Ambiente Brasil, Brasília, DF – 10 03 2008
Site: www.ambientebrasil.com.br

Agência de Notícias BrasilAlemanha. Serviços: Deutsche Welle - A Voz da Alemanha; acidadeonline; A Ponte; Affonso Ritter; Agência Brasil; Ambiente Brasil; Brasil-Post; Correio do Povo; Folhablu; Gazeta do Sul; Gruposinos; Jornal de Chapada; Jornal do Comércio/POA; Jornal Ibiá; O Sul; Skt. Paulusblatt; Zero Hora.\ / Afebrae - Associação de Fomento a Estágios de Brasileiros no Exterior; Assessorias de Imprensa; Coordenação do Ensino da Língua Alemã no RS, SC e PR; Câmaras de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha; Deula Ijuí/DeulaBrasil; Embaixada e Consulados da Alemanha no Brasil; Embaixada e Consulados do Brasil na Alemanha; FECAB - Federação dos Centros de Cultura Alemã no Brasil e Filiados; Grupos de Danças Folclóricas; IFPLA - Instituto de Formação de Professores da Língua Alemã; Institutos Goethe no Brasil; Oktoberfestas – Blumenau, Santa Cruz do Sul; Prefeituras; Produtores culturais; Universidades; Assinantes Neues.

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Sílvio Aloysio Rockenbach, editor




Fonte: Ambiente Brasil

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ASSOCIAÇÃO DE OUVINTES DE RÁDIO DO CEARÁ - RUA GENERAL SAMPAIO, 1128 - (85) 3293.67.48 - (85) 3081.92.24
Desenvolvido e hospedado por BioSites TecnologiasASSOCIAÇÃO DE OUVINTES DE RÁDIO DO CEARÁ - RUA GENERAL SAMPAIO, 1128 - (85) 3293.67.48 - (85) 3081.92.24


ISSN 1519-7670 - ANO 12 - Nº 478 - 25/3/2008

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=478IPB004
Interesse Público
MÍDIA RADIOFÔNICA
O rádio no desenvolvimento da cidadania
Por ( * ) Francisco Djacyr Silva de Souza em 25/3/2008

O rádio é um veículo de comunicação muito antigo e que tem resistido a todos os avanços tecnológicos de nossa sociedade mantendo-se sempre fiel aos seus ouvintes e fazendo parte do cotidiano de grande número de pessoas. Seu atual grande número de usuários prova a sua força , sua importância e a grande valorização que este instrumento comunicativo tem na vida das pessoas.
O mundo tem crescido economicamente de forma acelerada e tem levado a uma série de avanços científicos e tecnológicos que aproximam as pessoas, movimentam mecanismos econômicos e promovem um processo de interligação entre países, empresas, blocos econômicos e corporações de todo tipo. Neste momento, reforça -se a importância do rádio, pois através da tecnologia digital já podemos acionar e localizar emissoras do mundo inteiro, o que faz com que a comunicação possa ir além das fronteiras de nossos quintais em todos os locais do mundo.
A necessidade de valorização do rádio é enorme diante do processo crescente de fluxos informativos e de movimentação das relações político-econômicas ocorridas no mundo de hoje. A valorização do rádio é urgente, pois este meio de comunicação estará sempre presente no dia-a-dia das pessoas e como meio versátil e de fácil manuseio está fazendo parte do conjunto de utensílios de todo cidadão. O processo de valorização do rádio se dará a partir da melhoria da qualidade das emissões, do aprofundamento da interatividade, da valorização dos profissionais que dele fazem parte, da democratização da informação e da facilitação do acesso da sociedade civil organizada às concessões de rádio.

Mecanismos de participação

Hoje é preciso que o rádio seja respeitado por todos aqueles que estão direta ou indiretamente envolvidos com este meio para que haja uma luta séria e determinada por programações de qualidade, civilizadas, éticas, democráticas e estimuladoras do processo de cidadania. O rádio precisa que seus agentes diretos e indiretos se organizem em busca da excelência e da melhoria de suas emissões e na valorização daqueles que buscam sua programação atrás do divertimento, da notícia, da voz popular e dos interesses verdadeiramente populares.
Precisamos de um rádio que estimule a cidadania, fazendo com que seus ouvintes tenham voz para exigir do poder público (já que o rádio é uma concessão pública) a satisfação de suas necessidades básicas, o fortalecimento da crítica construtiva e uma diversão sadia, séria e voltada para os valores positivos de nossa sociedade.
Os que fazem o rádio têm de compreender que do outro lado da programação estão indivíduos que têm interesses, dúvidas, necessidade de contatos, problemas de solidão , necessidade de conhecer outros mundos e só o rádio tem a possibilidade de desenvolver tal processo uma vez que os outros meios de comunicação são geralmente impessoais e pasteurizados.
O rádio tem que ser acreditado por todos, principalmente os que detêm sua concessão – que muitas vezes não promovem melhorias, não ouvem a opinião dos seus usuários e não sabem sequer do que se passa na programação da rádio que administram. O rádio precisa de união para que todos aqueles que o fazem tenham a oportunidade de dizer que tipos de programação querem ou que tipo de comunicação seria mais adequada aos interesses populares e para o processo de construção da cidadania. A paixão pelo rádio tem de ser reconhecida, pois grupos de pessoas que tem participação diária no rádio o fazem por amor e por acreditar na importância deste meio comunicativo. É preciso que os proprietários de concessão invistam em mecanismos de participação popular no rádio, abrindo seus espaços para o debate sério e o encaminhar das demandas populares e para a concretização dos desejos de nosso povo.
Exercício de democracia

È preciso que se invista mais na mídia radiofônica, pois a marca de uma empresa que veicula propagandas neste meio estará chegando a muitas pessoas e sua mensagem terá certamente repercussão nas diversas comunidades.
O rádio é um veículo de expressão plena dos anseios e desejos de nosso povo – a comunicação radiofônica faz parte do cotidiano de milhões de pessoas em todos os lugares do mundo. Quer propaganda melhor do que essa? O rádio é um instrumento vital de divulgação de marcas e de exaltação de empresas. Dessa forma, os investidores podem confiar neste veículo de informação para divulgar seus nomes, suas idéias e suas marcas.
Os governantes devem ouvir rádio ou indicar esta ação para seus assessores, pois através do rádio temos as dúvidas, as reclamações e as reivindicações populares que são emitidas todos os dias nas diversas emissoras que abrem espaços para os anseios populares e para a discussão dos dilemas de nossa sociedade. É preciso que o poder público traga ao rádio suas realizações e esclareça a comunidade sobre o que se passa em suas administrações tirando sempre dúvidas sobre saúde, educação, moradia, segurança e outros problemas que afligem nossa sociedade. O rádio é um grande meio para discutir a ação governamental e questionar o papel do poder público na satisfação do bem comum e na concretização dos anseios populares.
Os ouvintes de rádio também têm grande importância na programação radiofônica, pois têm o poder de questionar as emissões, discutir as mensagens subliminares dos diversos programas e opinar sempre que necessário sobre o que se passa no rádio. Os ouvintes de rádio são a razão máxima das programações, pois o rádio democrático e verdadeiro tem que dar espaços para que os usuários deste meio possam discutir o rádio e dizer seus sentimentos, suas dúvidas e seus questionamentos sempre pertinentes e verdadeiros.
A relação entre rádio e cidadania é sempre salutar e tem grande importância no fortalecimento das causas populares, pois o rádio é um instrumento a mais para fortalecimento das conquistas populares e é através desse meio de comunicação que o povo diz o que sente e compreende os problemas do cotidiano num exercício de democracia participativa e ativa. A cidadania só será conquistada a partir do momento em que o povo busque meios para edificar a verdade e força de nosso povo num exercício de participação em prol da verdade e da valorização dos anseios populares.

( * ) Presidente da Associação dos Ouvintes de Rádio do Ceará – AOUVIR/CE, Fortaleza, CE

PARABÉNS À RÁDIO DRAGÃO DO MAR PELOS SEUS 50 ANOS DEDICADOS À FAMÍLIA CEARENSE .




A COMUNICAÇÃO E A RESPONSABILIDADE DA SOCIEDADE

Tivemos na história do Brasil vários exemplos do papel das comunicações na política e na economia do país, ídolos foram criados, mitos foram edificados e muitas histórias fizeram parte da vida cultural do povo brasileiro fazendo com que mentiras se transformassem em verdades muitas vezes absolutas. A comunicação verdadeira e séria é um direito do cidadão e a ética das comunicações é uma meta que deve ser perseguida pela população de forma insistente e permanente.
Os tempos modernos trouxeram vários avanços nos meios de comunicação temos a possibilidade de receber a notícia no exato momento em que ela acontece e temos vários meios de termos acesso aos acontecimentos do mundo moderno. Precisamos, no entanto ter um senso crítico em relação a tais comunicações e tais notícias, pois infelizmente muito do que se noticia tem relação com interesses políticos e econômicos e representa muitas vezes os anseios das classes dominantes e dos que tem o poder nas mãos.
Temos que rechaçar a comunicação atrelada aos interesses e temos que exigir uma comunicação verdadeira, coerente, correta e baseada nos ideais da ética e da cidadania que contemple o verdadeiro interesse dos povos. Precisamos criar mecanismos de investigação da comunicação e buscar espaços para questionar e discutir o papel da ética dos que fazem a comunicação.
Temos jornalistas e comunicadores sérios, porém muitas vezes estes tem pouco espaço na mídia moderna que prefere dar lugar aos fabricadores de costumes, aos estimuladores do escárnio e aos sensacionalistas que usam a miséria do povo para fazer sucesso nas pesquisas de opinião pública. Não podemos admitir uma comunicação que valorize o desrespeito às famílias e a fomentação de valores que estimulam o sucesso fácil a qualquer custo e valorização do corpo em detrimento da alma e dos valores éticos. Não podemos admitir que pessoas que fazem audiência a utilizem para estimular o jogo de interesses, a traição, a falta de respeito, o sexo fácil e a discriminação racial, cultural ou sexual.
A população tem de compreender seu papel na construção a comunicação e se organizar para exercer o controle social da mídia que é um direito humano e não um conjunto de interesses de grupos econômicos e políticos. É preciso que o povo saiba que a comunicação é um direito humano fundamental e essencial, mas precisa ser verdadeira e expressar seus interesses , seus sonhos e suas esperanças.
É urgente abrir espaços para um questionamento da comunicação e oportunizar espaços para discussão crítica da comunicação que recebemos e o papel destas na vida de nosso povo que sabe o que quer, mas muitas vezes é tragado pela força dos Poderes que povoam nossa sociedade e nos deixam à mercê de interesses que certamente não são seus.
A luta pela comunicação verdadeira deve ser estimulada pelos verdadeiros jornalistas que tem um código de ética a cumprir e tem de entender seu papel no mundo em função da liberdade e da valorização do indivíduo.


FRANCISCO DJACYR SILVA DE SOUZA – PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE OUVINTES DE RÁDIO DO CEARÁ



A AOUVIR/CE ESTÁ INICIANDO UMA CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO EM FAVOR DO RADIALISTA JUAREZ SILVEIRA QUE SE ENCONTRA COM O ESTADO DE SAÚDE A MERECER CUIDADOS. PARA PARTICIPAR DA CAMPANHA, BASTA DEPOSITAR QUALQUER VALOR NA CONTA 4877-4 AGÊNCIA 1048 DA CAIXA ECONÕMICA FEDERAL NOMINAL AO RADIALISTA JUAREZ SILVEIRA OU DOAR MEDICAMENTOS A SEGUIR DISCRIMINADOS: PROLOBA 50mg, SETRALINA 50mg, ANCORON 10mg, PAMELOR 50mg, GABAPENTINA 300mg (CONFIRMAR GRAFIA CORRETA). QUAISQUER INFORMAÇÕES ENTRAR EM CONTATO COM A SRA. IRAÍDES (ESPOSA) PELO FONE: (085)3245.24.05.


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Quinta-feira, 27.03.08

MEMÓRIA DO RÁDIO CEARENSE:PERSONAGENS PARA SEMPRE

Memória do Rádio Cearense: Personagens para sempre

Por Antonio Paiva Rodrigues*

Há um quê dos personagens de ficção na trajetória de João Demétrio Dummar. O cearense que nasceu na Síria no início do século passado; que migrou com a família para o Brasil; que passou por Belém; que chegou ao Ceará aos sete anos; que viveu parte de sua juventude no Crato; que honrou a tradição do homem de negócios e que se tornou, ainda na década de trinta, um empresário de comunicação. Isso quando Sírios e Libaneses ainda nem sonhavam em se tornar personagens simpáticos e bonachões nos romances de Jorge Amado.
João Dummar era simpático, registro feito por familiares, companheiros de trabalho e amigos – tinha o que hoje chamaríamos de determinação de empreendedor. Um pioneiro que conseguiu ver uma fresta no futuro do Ceará dos anos 20. Um negociante, dono de seu próprio negócio ou firma – como se costumava dizer – que percebeu o potencial do advento da radiodifusão e só se deu por satisfeito quando fundou a Ceará Rádio Clube em 1934, "começando a difundir a arte e a música para todo o Estado".
Um outro fato marcante é seu encontro com Demócrito Rocha, um outro homem de mídia jornalística de sua época. Há coincidências na trajetória de ambos. No mesmo ano em que a sociedade Dummar & Cia. Nascia, por exemplo, Demócrito Rocha fundava o jornal o Povo em Fortaleza. Os laços se estreitaram quando João Dummar conheceu dona Maria Lúcia, filha de Demócrito, que viria a ser sua esposa e mãe de seus seis filhos. Um deles, João Dummar Filho, aproveita o centenário de nascimento do pai para contar sua trajetória em livro. Foi o que se poderia chamar de um desafio de mãe para filho. Um convite de dona Lúcia a que ele, que era ainda um menino quando o pai morreu precocemente em 1954, não pôde resistir. Este livro narra à trajetória de um pioneiro que, como um personagem de ficção, também viveu momento difícil e adversidades. Feitos, determinação, pressões, problemas de saúde, há na vida de João Dummar elementos suficientes par deixar o leitor estimulado. Eis, portanto, a história da vida de João Dummar um verdadeiro cearense das Arábias.
De Marciano Lopes "Coisas que o tempo levou" a era do rádio no Ceará, pretendemos retirar fatos históricos e pitorescos da vida daqueles que começaram este "mister" de levar o rádio cearense ao patamar mais alto da radiodifusão. O Ceará já lhe deve reconstruções anteriores-que a de agora vai se ajustar-pedras de catedral do que cearenses somos. E o que faço aqui se o tempo enlaçado me exclui, porque não cheguei antes? O mago recusa-se a dar seu toque que capta relato de memória e transforma em sensação de lembrança. Foi Marciano negar entender a linha de inclusão, cabendo também os anos 60 no seu relato do Rádio do Ceará dizendo: "Se quer participar não será sendo citados, mas de apresentação", que estabelecemos a diferenciação me permitindo que as vaidades de todos nós se misturassem com memória dele virando minha lembrança.
E de você, leitor, o que se manterá quando chegar ao final dos relatos aqui suscitados? Este é um relato de um mundo circunstanciado em personagens. Do que foi gente que povoou nosso universo das imagens sem contornos físicos, todavia habitantes de nossas fantasias. Ponto de ligação do Ceará com o mundo, ponte entre a nossa, e as outras culturas. O Ceará de ontem e de agora deve muito a estes perfis que Marciano aqui tão bem desenhou e esculpiu. Integral memória e lembrança se cinzelando em os nossos de nossas estórias que fizeram a comunicação.
Tive início no rádio. Ao rádio-quem não? – quero voltar amigo Marciano. E daí que minha turma e meu tempo estão esperando, nós também, um novo relato seu, tão purificador no tempo (Antonio Frota Neto). Como citei antes as fontes são escassas e temos que aproveitar ao máximo aquilo que dispomos, e temos ns mãos. "Como montar Rádios Comunitárias e Legislação completa de autoria do Senador Geraldo Cândido e Coletivo Nacional Petista de Rádios Comunitárias (Brasília, novembro de 1999) e aí encerramos esta introdução com um cliquê bastante surrado e manjado". "Quem não tem cão caça com gato". "Aqui não faço nenhuma alusão às obras epigrafadas neste trabalho, que são de excelente qualidade e produzidas por pessoas esclarecidas e inteligentes".

Memória do rádio cearense

A história da radiodifusão no Ceará é riquíssima e pobre em fontes de consultas, livros voltados para esta cultura do rádio e televisão principalmente. Há de se perguntar: o que os jornalistas estavam fazendo antigamente? Será que esqueceram estes detalhes, se enfornaram nas redações de jornais e os radialistas e que contaram sobre seus trabalhos, suas casas de emissão de sons. Algo aconteceu. Mas prefiro está enganado. Contar todas às nuances, dos pioneiros da radiodifusão cearense, num simples trabalho, será quase que impossível, já que, a história do Pioneiro do Rádio no Ceará foi contada em um livro de autoria de João Dummar Filho.
Devo acrescentar que após a morte do pai, surge então a sociedade de João e José Dummar denominada Dummar & Cia., em 1928, na verdade a continuação da mesma empresa familiar iniciada em 1911 no Crato. Estabeleceu seu novo endereço comercial em ponto nobre da cidade, na Rua Floriano Peixoto, 517, com fundos para a Rua Coronel Bezerril, bem próximo à Praça do Ferreira.
João e José Dummar trilharam a trajetória comercial de sucesso da família, tornando-se os representantes da Philips do Brasil, da Rádio Brunswich Corporation, da companhia Brunswich de Bilhares, dos pianos Essenfelder e do automóvel Skoda, procedente da ex-Tchecoslováquia. O destino marcou um encontro entre João Dummar e Demócrito Rocha, selando uma amizade sólida entre eles, que se tornaram figuras importantes da mídia jornalística e eletrônica de sua época. No mesmo ano de 1928, em que se firmou a Sociedade Dummar & Cia. Demócrito Rocha fundou o jornal O Povo, em Fortaleza.
A era da radiodifusão no Brasil começou com Roquete Pinto, ao fundar a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, em 1923. Então na província de Fortaleza, em 28 de agosto de 1931, oito anos após, com o entusiasmo de um adolescente, João Dummar fundou a Ceará Rádio Clube, uma associação integrada por amadores da radiotelefonia, e dela participavam: Jorge Ottoch, Francisco Aprígio R. Nogueira, Clóvis Fontenele, Joaquim da Silveira Marinho, Álvaro de Azevedo e Sá entre outros. Era a semente da futura PRE-9, plantada em terras nordestinas. Vieram ao Ceará Augusto Calheiros, Vicente celestino, Orlando Silva, Francisco Alves, o Chico viola em temporadas memoráveis.
A era dourada do rádio, fase dos grandes programas de auditório que ocorreu nos centros urbanos do país. João Dummar instalou dois pianos franceses no estúdio da PRE-9 e iniciou os programas de auditório, com a participação dos pianistas Lauro Maia, e José Pompeu Gomes de Matos. Os principais cantores locais eram: Moacir Weyne, José Jatahi e Romeu Menezes, conhecido como "O boêmio galã".
Apresentavam-se com freqüência no auditório da Ceará Rádio Clube os cantores Victor Loiola, João Milfont, Mores Neto, as irmãs Gondim, sendo acompanhadas pelos músicos: Aleardo Freitas, José Menezes, que tinha o nome artístico de Zé Cavaquinho e Lauro Maia ao piano, que tinha sido apresentado ao João Dummar em meados de 1935.
Lauro Maia foi convidado para trabalhar na equipe de radialistas, pois estava impressionado com a criatividade daquele jovem estudante da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará. Com o convite Lauro Maia aos 23 anos passou a integrar a Orquestra da Ceará Rádio Clube, que era dirigido pelo maestro Euclides Silva Neto.
Lauro Maia criou o programa radiofônico "Lauro Maia e seu Ritmo", onde divulgava as músicas e os ritmos nordestinos como: xote, o coco, o batuque e o ritmo Poe ele mesmo criado, o balanceio. Compôs músicas carnavalescas, Ponce de Leon foi o primeiro Rei Momo de Fortaleza. Quatro Ases e um Coringa fizeram um enorme sucesso, nacional. Formado por Esdras Falcão, Evanor de Pontes Medeiros, André Batista Vieira, Permínio de Pontes Medeiros e José Pontes Medeiros e o nome original foram dados por Demócrito Rocha, que batizou inicialmente como "Quatro ases e um Mele". Depois do sucesso trocaram o Melé pelo Coringa.
Em 1937, o jornal o Povo com apoio da PRE-9, realizou um festival de Marchas Carnavalescas que teve como Juiz Ary Barroso, o notável compositor de Aquarela do Brasil, foram inscritas 27 músicas; o primeiro lugar foi de Lauro Maia com a marchinha "Eu sei o que é", Luiz Assunção ficou em segundo com "Adeus Morena" em 1938.
Lauro Maia assumiu a direção artística da Ceará Rádio Clube e passaram a dirigir a orquestra batizada de "Jazz PRE-9" que se apresentavam também nos bailes elegantes da cidade. Lauro Maia se dedicou à música viajou ao Rio de Janeiro e em seu lugar assumiu Demival Costa Lima. Nas manhãs de sábado existia o programa "A Hora Infantil" com Zilda Maria Rodrigues mãe do professor de Direito Roberto Martins Rodrigues.
Em 12 de outubro de 1942, publicado em sua coluna "Nota" de O Povo Demócrito Rocha disse: A primeira vez que falei diante de um microfone da atual PRE-9 foi a três de outubro de 1932. Na véspera, alta noite, chegara a Fortaleza a notícia de que cessara a luta civil em São Paulo.
O General Klinger telegrafara ao General Góis Monteiro, pedindo-lhe destino. O dia três amanhecera ruidoso. Fui despertado de madrugada por um grupo de amigos. Houve manifestações populares ao interventor Carneiro de Mendonça e em palácio, alguém me disse: - João Dummar deseja que você ocupe o microfone de sua estação.
João Dummar, que chegara ao Ceará aos sete anos de idade e dedicara sua vida ao progresso da terra que amava, teve seu processo de naturalização bloqueado na burocracia do Itamaraty e passou a ser instado por Assis Chateaubriand a vender a (Ceará Rádio Clube).
Para Chateaubriand, presidente dos Diários Associados, a compra da PRE-9 iria fortalecer seu império nacional de comunicação, inclusive: o jornal Unitário e Correio do Ceará, ambos de Fortaleza. A pressão foi tão grande que em 11 de janeiro de 1944 João Dummar vendeu a - Ceará Rádio Clube. Quarenta anos depois, pelas mãos de seus filhos (Carmem Lúcia Azulai e Demócrito Rocha Dummar) surgiram a Rádio Tempo FM e as rádios AM e FM O Povo que simbolizam a continuidade de seus ideais.
Como foi citado e esclarecido o marco inicial em Fortaleza no setor de radiodifusão foi à pioneira, a PRE-9 ou Ceará Rádio Clube como queiram.
Marciano Lopes em desabafo diz o seguinte: considero-me um radialista frustrado, pois não cheguei a atuar no período da chamada "era de ouro do rádio pós-moderno". Pior: não comecei em minha terra, nem na PRE-9, como era meu sonho de menino. Por mero acaso, foi em Aracaju capital do Estado de Sergipe, precisamente na Rádio Cultura de Sergipe, que iniciei minhas atividades radiofônicas. Era uma emissora pertencente à Arquidiocese, daí, desenvolver uma linha de programação sóbria e rígida. Havia um escuta para anotar os deslizes do radialista para passar a direção.
Mesmo assim o cearense radicado em Aracaju fez sucesso, brilhou no rádio e começou a receber caravanas para conhecer o autor de "Uma Tragédia Brasileira", "Expoentes da Música" e muitas outras produções. Foi convidado papara levantar a Rádio Jornal que andava ruim das pernas, tirou a emissora do ar por uma semana, refez toda a sua programação, mudou o visual da sede, deu uma virada geral, o que se lamentava é que sua fraca potencia não ultrapassava os limites da capital sergipana.
Foi para Salvador, levando mil e uma cartas de recomendações. Não precisou delas, foi trabalhar por coincidência na Rádio Cultura de Salvador, quando apresentou seu currículo foi logo contratado e passou a ser produtor. Fundou a Rádio Bahia, do mesmo grupo, onde implantou um programa igual as das FM de hoje. Foi convidado para ajudar na rádio Cruzeiro da Bahia, a convite de Paulo Tapajós foi Rádio Nacional.
Na época da Revolução Militar volta à Fortaleza, através de Carlos Lima foi trabalhar na Rádio Assunção Cearense, lançou um programa de sucesso "Progamascope", demorou pouco tempo, pediu demissão ao Padre Landim. Perdeu aquele glamour que tinha pelo rádio, os tempos eram outros, o rádio mudara, a televisão absorvera toda sua magia e fascínio. E para concluir este desenvolvimento, vem a Rádio Comunitária. Nós estamos construindo um país. Quando uma rádio comunitária entra no ar é mais que uma, porque ela é o sonho de muitos. É a vez e a voz daqueles que estavam calados.
São também onde os sonhos e as esperanças, as dores e as dúvidas de cada um, ente individual e coletivo, se transforma em ondas que chegam às casas e às ruas da comunidade. Fazer rádio comunitária é refazer o mundo que foi destruído por estes que estão no poder. Por isso, ao apoiar a radiodifusão comunitária, o Partido dos Trabalhadores assinala mais uma vez seu compromisso com a gente brasileira. O PT sabe da luta que é botar uma rádio comunitária no ar, sabe das dificuldades enfrentadas por aqueles que, no cotidiano de sua cidade, com poucos recursos econômicos, enfrentam a repressão policial e política.
O PT está junto na luta pela democratização dos meios de comunicação. O Partido sempre esteve na linha de frente desta luta. Com relação às rádios comunitárias, vale destacar que o PT sempre estimulou o movimento nacional; o Partido teve e tem uma atuação destacada no Congresso Nacional, e, além das experiências locais, criou um Fórum na Secretaria Nacional de Movimentos Populares. Esta cartilha, portanto, é apenas uma parte do trabalho que o PT desenvolve. Uma contribuição ao movimento cujo dono não é o PT nem outro partido, mas o povo, com seus gostos, suas cores ideológicas, seus jeitos e, principalmente, suas esperanças (Palavras do Senador Geraldo Cândido do PT).
Sucintamente irei colocar a idéia de como formar uma rádio comunitária: 1) Reúna a comunidade; 2- Organize a entidade; 3-Compre os equipamentos; 4-coloque no ar; 5-Sustentação Financeira; 6) Para obter a concessão. As rádios comunitárias se programam em Freqüência Modulada (FM). Antes de adquirir o transmissor verifique qual a freqüência estabelecida pelo Ministério das Comunicações para sua localidade. Exija do fabricante a garantia de que o sinal transmitido vai limitar-se a faixa determinada, ao invés de aparecer em outros pontos do dial.

Considerações finais

Colocamos algumas passagens que mereceram destaque no rádio cearense, alguns radialistas que já se foram e fizeram sua história. Outros continuam na luta titânica pela sobrevivência, pois a cada dia a tecnologia cresce de dimensão e o profissional tem que segui-la, ou estará fadado a ficar estagnado no tempo e no espaço. Profissão digna, mais carece de bons profissionais, utilizam o rádio deixando a ética de lado aderindo ao humor desabrido.
Com este procedimento o rádio deixa de ser ouvido pelas camadas mais intelectualizadas e passam à admiração do povão. Não medem a qualidade; preferem à quantidade, a audiência. Só que do jeito que vai o radialista só se tornará conhecido nas periferias das periferias. A qualidade faz a quantidade e a quantidade não faz a qualidade. É o nosso pensamento.
João Dummar o pioneiro da radiofonia cearense, fundador da Ceará Rádio Clube-PRE-9 em 1934 e tantos outros... Figuras importantes da radiofonia cearense: Além dos que já foram citados nas entrelinhas deste trabalho começamos com o que teve a primazia de ser o pai da radiodifusão no Ceará; Paulo Lima Verde nos idos de 30 e 40 em Fortaleza era casado com dona Leda, os filhos Reyne, Narcélio, Paulo Lima Verde "o bote seu Paulo"; Eduardo Campos nos anos 50(Não faltam talentos nas redações das emissoras).
E ninguém perde a "Crônica do Ceará", ao meio dia, escrita por Otacílio Colares; Nem "ponta de lança", um comentário cáustico de Armando Vasconcelos, a fazer época com sua frase preferida; doa a quem doer"! (Eduardo Campos), Tudo era mais bonitos, fascinantes, mágicos, mas era o estúdio com seus locutores de vozes possantes, que causavam maior "frisson", novelas, humorísticos, orquestra tinha gente que ia "brechar" no oitavo e nono andar do Edifício Diogo o ensaio dos artistas. Paulo Cabral, Diretor da PRE-9, contratou para trabalhar naquela emissora, quando tinha onze anos. Ma o contrato teve de ser rescindido, em face da moral doméstica. Era pecado trabalhar em rádio. A discoteca da ceará rádio Clube, no Edifício Diogo. Milhares de discos de cera cuidadosamente guardados em estantes envidraçadas. Parecia um santuário onde Gerardo Barbosa era o sumo sacerdote e Tereza Moura de Aquino, a sacerdotisa.
Na hora do comerciário um programa de 1948 os seguintes artistas do rádio se destacavam: Otávio Santiago, Epaminondas Souza, José Amâncio, Luiz Assunção, Reginaldo Assunção (Filho de Luiz), Peruano, Francisco Alenquer, Oscar Cirino, Edgard Nunes, João Ramos, Thompson Lemos, Eliezer França, Hiran Pacheco, Luiz Róseo, João Batista Brandão, Carlos Alenquer, Emilio Santana, Mário Alves, Francisco Noronha, Canelinha eram os componentes da orquestra da Ceará Rádio Clube. João Ramos era o apresentador do programa. Mário Alves a voz do Ceará para o Brasil, mais tarde formaria com Evaldo Gouveia e Epaminondas Souza, o famoso Trio Nagô.
A Rádio Iracema de meu tempo com Armando Vasconcelos, veio concorrer com a (Ceará Rádio Clube), inaugurada em 9 de outubro de 1948, fundada pelos irmãos Parentes (José e Flávio) e pelo Dr. José Josino da Costa e conhecida como ZYR-7 passou a funcionar no Edifício Vitória; Antes de criar a Comédia Cearense, Haroldo Serra foi locutor e radioator da Rádio Iracema, na sede própria na Praça José de Alencar; Carlos Alberto começou ainda "frangote" de voz indefinida, como locutor da Rádio Iracema onde apresentava programa para a juventude da qual fazia parte; Filho do famoso maestro Lisboa, José Lisboa, começou como cantor da "Iracema". Mais tarde, se transformaria também, em animador de auditório. Conservador e fiel às origens: continua na mesma emissora, onde tem programas populares; Ayla Maria, começou na Iracema, uma menininha que subia numa cadeira para poder abraçar o microfone. Cresceu ali, virou estrela, virou mulher. Ainda é estrela maior da constelação de cantoras de nossa terra. Teresinha de Jesus; O "Bem-te-Vi" e o "Rouxinol". Este casal, também conhecido como Alan Neto e Ivanilde Rodrigues, sempre foram da "taba de Iracema". Ele, com camisa moderninha, ela, com lacinho na testa.Um casal que decididamente deu certo.
Nozinho Silva (o Cantor solteiro); Ivanildo e seu conjunto; A soprano Celina Maria começou na Iracema e foi parar no Teatro Scala de Milão; Lúcia Elizabeth foi percussora da Gretchen; Eduardo Fernandes (Dudu), Moreira Filho; Zuíla Aquiles cantava os belos versos de Carlos d’Alge; Terezinha Nogueira cantora lírica dos olhos verdes; A PRE-9 e o edifício Pajeú, foi neste lugar que a Ceará Rádio Clube viveu seus momentos de apogeu nos meados de 55. Edson Martins, Edilmar Norões, Guilherme Neto, João Ramos, Armando Vasconcelos e Augusto Borges - passaram pela PRE-9; José Júlio Cavalcante, Gerardo Barbosa, Rômulo Siqueira, Anderson Braz, as irmãs Vocalistas (Cleide e Ademir Souza Moura), Keila Vidigal, Leocácio Ferreira.
Vêm a Uirapuru fundado em 16 de junho de 1956, Fez a transmissão da eleição da Miss Brasil, Jaime Rodrigues falou de Buenos Aires e Fernando Lopes narrou o desfile. A ZYH-25, conhecido como a emissora do pássaro teve também seus momentos de glória.
Aproveitando o ensejo vamos enumerar os super astros da locução cearense: Você se lembra de alguns deles? Os irmãos Cabral de Araújo (José e Paulo); Manuelito Eduardo; João Ramos; Aderson Braz; Mozart Marinho; Almir Pedreira; Albuquerque Pereira; Antonio Almeida; Narcélio Lima Verde: Alexandre Colares; Mattos Dourado; Wilson Machado; Valdir Xavier; Jaime Rodrigues; Augusto Borges; Ivan Lima; Oliveira Filho; José Santana; Juarez Silveira; José Júlio Cavalcante; Peixoto de Alencar; Nazareno Albuquerque; Cid Carvalho; Palmeira Guimarães; Edson Martins; Paulo Augusto; José Edilmar; Haroldo Serra; Armando Vasconcelos e muitos outros.
As "Lady-Speakers" também tiveram sua vez, cito aqui algumas que se destacaram: Maria José Braz; Laura santos; Ruth de Alencar; Celina Maria; Karla Peixoto; Vera Lúcia; Maria de Aquino; Violeta Nogueira; Eneida Costa; Neide Maia: Orlys Vasconcelos, Ítala Ney, Ruth de Alencar. A primeira locutora do rádio cearense foi Maria de Aquino atuando na Ceará Rádio Clube.
A Rádio Verdes Mares carinhosamente conhecida como "verdinha" foi fundada em julho de 1962, das mãos de Paulo Cabral de Araújo e desse Grupo político, onde se destacaram; José Flávio Costa Lima; Hildo Furtado Leite, José Pontes de Oliveira (Banco União), foi negociada com o grupo Edson Queiroz.
Os cantores Galãs: Carlos Augusto; Arnoldo Leite; Paulo Cirino seu chapéu e violão; João Bob; Joran Coelho; José Auriz Barreira; Guilherme Neto; Gilberto Silva; Fernando Menezes; Giacomo Ginari. As estrelas cantoras: Wanda Santos; Ayla Maria; Maria de Lourdes; Ângela Maria; Estelita Nogueira e Zuíla Veras; As pastoras e Paulo Cirino; (Isis Martins, Maria Alice e Maria de Lourdes); Maria Guilhermina; Cleide e Ademir Moura; Fátima Sampaio; Ivanilde Rodrigues; Terezinha Silveira; Salete Dias; Marilena Romero; Telma Regina; Vera Lúcia; Cleide Moura.
"Blanchard Girão fala - "A denominação de" Dragão do Mar", já sugeria uma linha de protestos e lutas. "A rádio vinha para ser o "calo" do Governo Udenista, denunciando todas as deficiências administrativas e, de modo especial, os escândalos de afilhadismos que caracterizavam, de um modo geral, a prática política estadual daqueles tempos".
Rádio Dragão do Mar montada em 1958 pelo antigo Partido Social Democrático(PSD), foi inaugurada em 25 de março de 1958, data comemorativa da abolição da escravatura no Ceará, episódio em que se glorificou o jangadeiro Francisco José do Nascimento, cognominado "Dragão do Mar".
As novelas existiam os escritores especializados em radionovelas, a exemplo de Amaral Gurgel, Oduvaldo Vianna, janette Clair, Ivanir Ribeiro e muitos outros. A primeira novela de autor cearense foi apresentada na PRE-9, "Aos pés do Tirano" de autoria de Eduardo campos (Manuelito Eduardo). Alguns personagens: Consuelo Ferreira; Alan Ladd (Oliveira Filho); Ângela Maria; Gláuria Farias; Maria José Braz; João Ramos; Laura santos; Mirian Silveira. Os Auditórios marcaram época no rádio cearense vamos citar apenas alguns que se destacaram neste setor do rádio cearense.

( * ) Membro da Associação Cearense de Imprensa/Academia de Letras dos Oficiais da Reserva do Ceará/Aouvir-CE

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Quinta-feira, 27.03.08

BBB 8 -GLOBO

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Quinta-feira, 27.03.08

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FATOS INUSITADOS ACONTECEM


Olhem! A ética não ficou para todo mundo. Ana Maria Braga no seu programa "mais você" e no calor da disputa do BBB 8 disse: que os eliminados Marcos e Tathiana deveriam estar na casa e não Gyselle, pois ela era muito morta. Não confundir morta com atos libidinosos de alguns participantes desse BBB 8, e no se esbaldar na gandaia. O mesmo aconteceu com o participante "Galego" que não coadunava com determinadas atitudes de componentes da casa e foi eliminado. Em termos de cultura o BBB nada traz de cultura para o País tupiniquim. A mais perniciosa ação do programa foi o incentivo ao consumo excessivo do álcool, da comida e a grande liberdade libertina. Tudo ao vivo e por debaixo dos lençóis. Ainda existem pessoas que mesmo diante de tantas prevaricações (adultérios) se comportam como seres humanos inteligentes, dedicados e educados e sabem o que quer. Decência ainda está em moda no Brasil, senhora Ana Maria Braga. No programa final do BBB 8 muitas personalidades do meio artístico deram opiniões variadas e quem deveria ser o ganhador do prêmio. Tudo transcorria normalmente e as estatísticas em outros sites davam a piauiense Gyselle como vencedora. Depois de muita expectativa o apresentador brother Pedro Bial iria anunciar o vencedor. Uma voz surgida de algum lugar veio parar em seus ouvidos. Não avise agora, pois o computador entrou em pane e o resultado é empate, um fato inusitado. Deram mais alguns minutos e foi dito em alto e bom tom que o vencedor foi o paulista Rafael (Rafinha). Bial com um sorriso meio sarcástico afirmava que tudo estava empatado. Como? E em poucos minutos um candidato sobrepõe o outro em 0,15%.
Algo estranho pairou no ar. Enquanto, o governo luta para diminuir o consumo de álcool e os alcoólicos do país, o BBB proporcionava festas e bacanais regados a álcool e comida, mesmo sendo o álcool a droga mais criminosa, mas infelizmente legalizada, visto que rende milhões para o governo. Um santo descobrindo outro. Uma coisa ficou patente nesse programa, à discriminação. Por incrível que pareça os nordestinos ainda são exageradamente discriminados por uma grande maioria de brasileiros. Esquecem os discriminadores que eles em sua grande maioria são descendentes de nordestinos, povo bravo, heróico de garra e que tiveram um papel preponderante no crescimento deste Brasil, tanto no patrimonial como no cultural. A palavra patrimônio aqui inserida não tem sinonímia de posse, mas a força descomunal desprendida pelos discriminados nordestinos, que, através de trabalhos estafantes, perigosos, desgastante, acidentes e mortes conseguiram alavancar a pátria, o Brasil de hoje. Pertencemos a uma Associação séria e competente (AOUVIR), Associação dos Ouvintes de Rádio, bem que poderíamos somar um pouquinho mais e transformá-la em Aouvirte. (Associação dos Ouvintes de Rádio e Telespectadores). Uma bela sugestão com título atrativo. Passo essa idéia ao amigo professor Francisco Djacyr Silva de Souza, que com sua inteligência e perspicácia intelectual haverá de pelos menos apreciar a proposta. A nossa mídia precisa melhorar muito, pois não é só de corpos bonitos e sarados como dizem no surrado clichê popular e de caras bonitas, mas sim de qualidade já que o profissional do jornalismo foi colocado na geladeira. Infelizmente vivemos no maior nepotismo midiático, onde o QI tão valorizado transformou-se no simples e prejudicial, quem indica!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

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Quinta-feira, 27.03.08

JORNAL O POVO

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JORNAL O POVO

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Quinta-feira, 27.03.08

SENADO FEDERAL

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Quinta-feira, 27.03.08

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Senado homenageia os 80 anos do jornal O Povo

O Senado realizou sessão especial, nesta terça-feira (11), para comemorar a passagem dos 80 anos de criação do jornal cearense O Povo. A homenagem durou mais de três horas e foi requerida pelos senadores pelo Ceará Patrícia Saboya (PDT) e Inácio Arruda (PCdoB). Além da presença dos autores do requerimento, compuseram a Mesa os senadores Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) e José Nery (PSOL-PA); o deputado federal Mauro Benevides (PMDB-CE); o presidente do jornal O Povo, Demócrito Rocha Dummar; o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Francisco César Rocha; e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Ubiratan Aguiar.
Patrícia Saboya abriu os discursos assinalando a posição crítica assumida pelo jornal em relação ao golpe militar de 1964. Além das constantes censuras a matérias, a parlamentar recordou o caso da apreensão de edição do jornal, em 1971, pelo fato de haver noticiado a prisão de militantes da luta armada.
- À medida que se caminhava para a redemocratização, O Povo adiantou-se corajosamente na cobertura política. Com a volta das eleições diretas, foi um dos primeiros veículos de comunicação do país a publicar entrevistas e debates entre os candidatos- disse.
Inácio Arruda traçou um esboço da evolução histórica do jornal, citando vários episódios importantes da história política do Brasil abordados pelo periódico desde sua fundação, em 07 de janeiro de 1928, até os dias atuais.
Referindo-se à situação econômica desvantajosa da Região Nordeste em relação ao Sudeste e Sul do país, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) - apoiado pelo senador Mão Santa (PMDB-PI) - avaliou como um grande feito o êxito alcançado pelo jornal O Povo, sobretudo num estado onde até mesmo atividades tradicionais, como comércio e indústria, são freqüentemente inviáveis.
Mesquita Júnior saudou a longevidade alcançada pelo jornal como uma vitória de seus profissionais e leitores e como um passo a mais "na escalada em defesa da livre manifestação do pensamento". Os senadores José Nery e Flexa Ribeiro (PSDB-PA) leram trechos do editorial publicado na primeira edição do jornal, no qual, seu fundador, Demócrito Rocha, considera a imprensa como instrumento fundamental para viabilizar o atendimento das principais reivindicações da sociedade.
Já o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), reconhecendo a relevante contribuição para seu estado de migrantes cearenses, elogiou o jornal O Povo por atuar como "um dos principais canais de informação do estado do Ceará, primando pela ética e pelo comprometimento com a verdade dos fatos". O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) leu texto do jornalista cearense Antonio Paiva Rodrigues destacando a elevada qualidade das informações veiculadas no periódico, enquanto o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) enalteceu a orientação popular elegida pelo jornal, que já na sua primeira edição defendeu a melhoria do ensino profissionalizante.
Em apartes, os senadores José Sarney (PMDB-AP), Marco Maciel (DEM-PE) e Heráclito Fortes (DEM-PI) também homenagearam o jornal.
Ao final da sessão, o presidente do jornal O Povo, Demócrito Dummar, expressou os agradecimentos de sua empresa pela homenagem recebida.
:: Fonte: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=72550

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